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Facebook entra na fila para reclamar da falta de consenso com Apple

O Facebook pensou em melhorar a vida dos fãs de games e lançou um novo recurso que facilita a gameplay de todos, nos celulares com sistema operacional Android e para a plataforma da versão no desktop. Se você era aquela pessoa que sofria com armazenamento e não conseguia iniciar jogos de alta performance, fique tranquilo – porque você ERA! Agora, será possível rodar os jogos direto da rede social.
A tecnologia processa os títulos em um formato de nuvem, e ainda permite que os usuários possam compartilhar suas partidas direto no Facebook. Em comparação, o novo recurso é menor do que os serviços de streaming similares, como o Stadia (Google), o Luna (Amazon), o GeForce NOW (Nvidia), ou o xCloud (Microsoft).
Grandes jogos como ‘Perguntados’, ‘WWE SuperCard’, ‘Dirt Bike Unchained’, ‘Asphalt 9: Legends’, ‘PGA TOUR Golf Shootout’, o clássico UNO e o famoso 8 Ball Pool. Além disso, Among Us, a mais nova febre da internet também está disponível.
Ainda não há previsão para que os usuários do iOS possam utilizar da novidade, isso porque, segundo o próprio funcionário, a Apple utiliza de regras de privacidade e restrições de usabilidade especificadas nos termos e condições da Apple Store. Quando falamos de games em nuvens e Apple, o assunto é delicado, já que a empresa vem em um processo lento para permitir aos seus usuários esta nova experiência.
Ainda não existe um consenso entre Facebook e Apple, mas as conversas continuam e prometem se estender até que os dois lados sintam-se confortáveis. Segundo Jason Rubin, em entrevista ao TechCrunch, para a Apple o problema não é necessariamente as questões financeiras, já que o Google obtém 30% nos cortes das transações dentro dos jogos.
“Podemos conversar sobre se é ou não justo que o Google fique com esses 30%. Mas estaríamos dispostos a dar à Apple os 30% agora, se eles simplesmente deixassem os consumidores terem a oportunidade de fazer o que estamos oferecendo aqui.”, explica o experiente executivo de jogos.
Por enquanto, o Facebook está mantendo esse lançamento de forma bem conservadora, disponibilizando apenas alguns títulos, em espécie de testes. Nos Estados Unidos, algumas regiões já contam com o acesso ao novo serviço gratuito dos jogos em nuvens, como Califórnia, Massachusetts, Nova York, Nova Jersey, Washington, DC, Virginia e Pensilvânia. Isso ainda acontece, pois existem limitações técnicas dos games, quando o usuário necessita estar próximo dos data centers onde foi implementado para ter uma boa experiência. Segundo a empresa de Mark Zuckerberg, a ideia é que o lançamento geográfico se expanda durante os próximos meses.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Pedro Scooby surfa Onda de Cheddar no Méqui

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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








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