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Faber-Castell, em parceria com Disney, lança kits criativos

Um conjunto de canetas de ponta transparente que, ao tocarem a superfície do papel especial, revelam suas cores. Esse é o encanto da linha Smartes, que acaba de ser lançado pela Faber-Castell, em parceria com a Disney. O produto é inédito no mercado brasileiro e traz um jeito diferente de colorir: as canetinhas só colorem em papel especial, não riscam a pele, as roupas e nem os móveis. São 8 variedades de kits, compostos por blocos de desenhos para colorir, folhas de atividades, folhas em branco para desenho livre e canetinhas com ponta transparente, que só colorem quando colocadas em contato com o papel especial do kit. O portfólio de Smartes se inspira nos temas de algumas das produções mais icônicas da Disney, como Mickey e Amigos, Carros, Toy Story, Frozen e Disney Princesa.
A tampa indica a cor de cada canetinha já que a ponta é transparente. Adequado para crianças a partir de três anos de idade, oferece diversão em qualquer lugar, seja em casa, na escola ou em viagens em família. A novidade é resultado de dois anos de pesquisa e desenvolvimento, com um design pensado para trazer ainda mais conforto para os momentos de criatividade dos pequenos.
“Esse é um produto que reflete o nosso compromisso com a inovação, proporcionando entretenimento. Estamos orgulhosos em trazer essa inovação ao mercado e inspirar as mentes jovens a explorarem um mundo cheio de cores e imaginação, ainda mais em parceria com a Disney que, assim como a Faber-Castell, convida o público há tantas gerações a dar asas à criatividade”, comenta Flávia Giordano, diretora de marketing da Faber-Castell.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







