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F.biz conquista Bom Pra Crédito

Agência tem o desafio de construir a marca por meio de storytelling combinado com dados de performance que gerem bons resultados para o cliente
A F.biz comemora a chegada de mais uma conta para sua carteira de clientes: Bom Pra Crédito, plataforma que une credores e tomadores de empréstimos por meio de uma experiência 100% digital. A agência venceu o processo de concorrência com um briefing desafiador de construir a marca gerando resultados de negócio. Para isso, criou uma campanha full-funnel com peças pensadas especialmente para cada meio.
O core business do cliente é relativamente novo e consiste em oferecer diversas opções de financeiras para que o consumidor escolha aquela que melhor lhe atender com apenas um cadastro. Por conta disso, a F.biz aposta a sua expertise em criar uma narrativa que combina conteúdo com dados de performance com o foco em construir a marca e gerar resultados positivos para o cliente. “O trabalho que estamos realizando para o Bom Pra Crédito combina storytelling a uma estratégia de distribuição de conteúdo que tem mindset de performance para construir marca e, consequentemente, alavancar os negócios do cliente”, explica Juliana Nascimento, COO (Chief Operating Officer) da F.biz.
Por essa razão, a agência pensa, executa e distribui o conteúdo baseado em experimentações, mantendo o foco no ganho final. “Além de pensar e executar a distribuição de conteúdo com base em testes, estamos trabalhando em conjunto com o Bom Pra Crédito no modelo de atribuição de resultados para os esforços de comunicação”, completa Juliana.
O Bom Pra Crédito é uma plataforma digital que une mais de 30 instituições e na qual, a partir do preenchimento de um cadastro online, o cliente pode receber em minutos diferentes ofertas de crédito e escolher aquelas que mais se adequa ao seu perfil.
Segundo a diretora de marketing do Bom Pra Crédito, Ana Luiza Whittaker, a escolha da agência traduz muito bem o novo momento da empresa. “Empréstimo ainda está muito associado ao imediatismo e a solução de uma situação emergencial, mas ainda existe um grande desconhecimento sobre o assunto no Brasil. A campanha, encabeçada pela F.biz, trabalha com elementos de diferenciação da marca, mostrando o uso do crédito de forma positiva, onde os clientes têm o poder de assumir o controle pela sua vida financeira”, explica.
Campanha
Responsável pela primeira grande campanha do Bom Pra Crédito, a F.biz conta, em uma série de filmes de 30 segundos, a história de uma família que usa o serviço da marca para conseguir financiamentos para diversas situações do cotidiano. “Para explicar em detalhes toda funcionalidade dos serviços oferecidos pelo Bom Pra Crédito criamos uma família, que é a representação mais sucinta de uma sociedade e seus integrantes, com necessidades variadas para cada momento diferente da vida”, explica Adriano Alarcon, CCO (Chief Creative Officer) da agência.
No primeiro filme, durante o jantar, a mãe explica como conseguiu rapidamente um financiamento usando o serviço do Bom Pra Crédito para reformar sua cozinha. Em outro vídeo, o neto explica para o avô desconfiado como é seguro conseguir crédito por meio do serviço da empresa para fazer seu curso. Em outra história, é a vez da filha mostrar para o pai como é rápido conseguir o crédito para os negócios dele usando o serviço do Bom Pra Crédito. Por fim, a neta mostra para o avô que ele não precisa mais sair de casa para conseguir empréstimo para pagar suas contas, pois por meio do Bom Pra Crédito, ele consegue orçamento com mais de 30 financeiras. Os filmes são exibidos em TV e no digital. “A soma de todos os filmes forma o que chamamos de ‘Primeira Temporada da Família BPC’. E em cada episódio, de maneira bem-humorada, os integrantes da família apresentam suas manias e necessidades que são solucionadas com os serviços da marca”, completa Alarcon.
Além disso, a ação também conta com 30 pílulas de 15 segundos cada com mensagens diretas, que mostram todas as vantagens do Bom Pra Crédito, como a agilidade e a praticidade para o consumidor poder escolher com poucos cliques, um empréstimo em meio à diversas ofertas de financiadoras.
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).
Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.
A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.
Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.
Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.
Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.
Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.
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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.
O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.
Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.
Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.
Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.
Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.









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