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EZ Hotel aposta em serviços diferenciados e preços honestos para retomada econômica

O turismo business foi um dos mais afetados pela pandemia, não somente em razão de feiras, eventos e viagens de negócios que deixaram de acontecer, mas porque a tecnologia possibilitou opções como eventos virtuais e trabalho remoto, que, durante os momentos de restrição, mantiveram a economia funcionando como foi possível.
O EZ Hotel teve de se adaptar a essa nova realidade, mantendo tarifas muito competitivas e investindo em oferecer a melhor experiência para o cliente, ofertando novos produtos, como o More no EZ, sua modalidade de hospedagem long stay, o EZ Coworking, primeiro coworking dentro de um hotel na cidade de São Paulo, e seus dois restaurantes, o ZAR, de gastronomia contemporânea, e o ZUR Culinária japonesa, que criaram novas opções de pratos.
Com o aumento do ritmo de vacinação e a flexibilização das restrições em São Paulo, tudo indica que está próxima uma volta à normalidade, mesmo que cuidados, como uso de máscara e álcool gel, ainda tenham de ser tomados indefinidamente. Mas quem conseguiu passar pela crise entrará nessa nova fase mais preparado, mesmo que o mercado não seja igual ao que era antes. Essa é a opinião da gerente-geral do EZ Hotel, Marisa Oliveira.
“Lógico que haverá mudanças no comportamento do consumidor por causa das novidades tecnológicas, mas acredito que as pessoas estão com muita saudade das atividades presenciais, como já estamos vendo com alguma retomada de eventos corporativos. Todas as inovações que implantamos durante a pandemia serão fatores de competitividade nessa nova fase. Os antigos clientes encontrarão uma série de novidades, mas tudo dentro da filosofia de trabalho que sempre tivemos, de serviços diferenciados, preços honestos e um atendimento humano e caloroso”, afirma a executiva.
Essas novidades, segundo Marisa, são uma mistura de mais conveniência e algumas inovações. Para o hóspede que viaja a negócios, por exemplo, o EZ Coworking é um grande diferencial, já que permite que eles realizem suas atividades e reuniões de trabalho no mesmo local onde está hospedado, otimizando o que tem de mais precioso, que é seu tempo, porque o deslocamento em uma cidade como São Paulo muitas vezes é complicado e demorado.
A esse conceito de modernidade, foram acrescentados alguns “mimos”, como um cardápio exclusivo, criado para quem usa o coworking, com petiscos e bebidas inspirados no Starbucks Café, adotando o conceito de coffee office com um toque de modernidade, já que para fazer o pedido, o visitante escaneia o QR Code que encontrará no próprio cardápio.
Gastronomia é o diferencial – O EZ Hotel sempre apostou na gastronomia como o seu diferencial, e tanto os clientes que retornarem ao hotel, como os novos, encontrarão novas experiências gastronômicas, tanto no Restaurante Zar como no ZUR Culinária Japonesa.
“Sempre tivemos uma filosofia de trabalho voltada a observar as necessidades dos clientes, e é o que tem nos servido de orientação para atravessar esse período de crise mantendo o padrão de qualidade que eles apreciam e valorizam. E é essa mesma filosofia que nos indica trazer novidades para esses clientes quando as coisas se normalizarem. Nosso objetivo é que eles continuem a se hospedar bem, e possam também comer e trabalhar melhor. Queremos que a estada no EZ seja uma experiência muito agradável e inesquecível”, conclui Marisa Oliveira.
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








