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Execution apresenta nova estrutura de liderança criativa

A Execution apresenta a nova estrutura de sua área de criação, liderada por Fernanda Cepollini – executiva que passa a responder como CCO (Chief Creative Officer), acumulando ainda função de CSO (Chief Strategy Officer).
No novo formato que passa a vigorar na empresa, constitui-se um tripé que inclui estratégia, criação e conteúdo sob a mesma disposição, compondo um setor que engloba a maioria dos 160 funcionários da agência – hoje uma das maiores operações de capital 100% no mercado publicitário brasileiro.
Com alta de 40% no faturamento previsto em 2022 na comparação com 2021 para a agência comandada pelo sócio e CEO Geraldo da Rocha Azevedo, o movimento é reflexo da expansão de negócios dentro dos atuais clientes, bem como da conquista de novas contas.
A área integrada de criação passa a contar ainda com apoio de uma produtora de vídeos interna, fruto de um investimento feito ainda em 2021, em estrutura e equipe, com atuação exclusiva para projetos da Execution e também liderada por Fernanda Cepollini.
Profissional com mais de 20 anos de mercado, atendendo clientes como Whirlpool, Itaú, Brasil Telecom, Kimberly-Clark e Philips Walita, ela está na Execution desde o lançamento da agência, há cinco anos – onde chegou como redatora, vinda do grupo Publicis.
“Esse movimento veio para reforçar o setor e ampliar a capacidade estratégica e de execução de criação, estratégia e conteúdo. É uma equipe extensa, mas extremamente integrada e feliz – tanto é que fomos certificados agora com o selo “Great Place to Work””, afirma Rocha Azevedo.
Ainda como parte das mudanças na criação, baseadas na valorização de talentos formados em casa, Wagner Santana, com passagem pela Neogama/BBH e que chegou à Execution em 2017 como diretor de arte, está sendo promovido a diretor de criação. Outra novidade é Kamila Muniz, que se torna responsável pela estratégia de conteúdo digital, com um time multidisciplinar com mais de 30 colaboradores que dão vida às contas atendidas pela Execution no ambiente digital. Já Vinicius Panvechi é o novo head de criação focado em Bradesco Seguros. O profissional, com mais de 15 anos de mercado, traz em seu currículo passagem por agências como DPZ, Agnelo Pacheco e Doc.Sync.
A liderança do setor integrado de criação, estratégia e conteúdo é composta ainda por Ricardo Camacho, diretor criação com passagens por R/GA, Fbiz, Publicis, Heads e Africa; e Aline Valério, head de planejamento, há dez anos na área de comunicação.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.








