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Everybody In: Nova campanha da GM promete um mundo seguro para todos

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Para avançar no futuro com zero emissão, a General Motors está lançando uma campanha de marketing para acelerar a adoção em massa de veículos elétricos. Everybody In é um convite para todos: todo mundo dentro!

Em uma entrevista exclusiva para o AdNews, os executivos da GM explicam a campanha publicitária e toda transformação da marca para um futuro totalmente elétrico.

 “A campanha se chama Everybody In, com duas conotações muito claras: a primeira é criar o movimento todo mundo dentro, então na verdade é um convite a todo mundo que se mova, que entre nessa jornada. E a segunda está nas iniciais EV, de Electric Vehicles. Então a gente brinca aqui com os dois, tem a conotação de ‘vamos’ e ‘veículos elétricos’”, conta Hermann Mahnke, diretor-executivo de marketing General Motors América do Sul.

O approach da campanha foi literalmente criar um movimento, para dentro e para fora da empresa. Desenvolvedores, fornecedores, legisladores, parceiros e consumidores desempenham um papel ativo nessa tecnologia, seja ajudando a expandir a infraestrutura, defendendo o progresso em suas comunidades ou fazendo test-drive em um EV para aprender sobre seus benefícios.

“Há momentos na história em que tudo muda. Pontos de inflexão. Acreditamos que esse ponto está sobre nós para a adoção em massa de veículos elétricos (EVs)”, disse Deborah Wahl, diretora de marketing global da GM. “Ao contrário de antes, temos as soluções, capacidade, tecnologia e escala para colocar todos em um EV. Nossa nova identidade de marca e campanha são projetadas para refletir isso.”

A GM está evoluindo sua identidade de marca, para entregar uma visão que prevê um mundo com zero acidente, zero emissão e zero congestionamento. No ponto de vista de portfólio, a General Motors está fazendo uma grande transformação:

“A gente está virando todo o nosso poderio de desenvolvimento e tecnologia para carros elétricos e autônomos”, diz Hermann. “E porque a gente fala tanto de um ponto de inflexão? Porque esse momento representa uma virada muito grande, em todos os sentidos. No desenvolvimento interno, estamos alocando 27bi de dólares para, nos próximos 4 anos, termos 30 lançamentos de carros elétricos, embaixo do guarda-chuva da GM, no mundo”, continua.

Esse é um momento muito importante para a multinacional, onde todos participam do movimento que é essa inflexão. “A partir do momento que uma empresa de 113 anos como a GM decide mudar o portfólio dela todo pra elétrico, isso é algo muito grande, talvez o maior movimento que a gente tenha tido na nossa história”, conclui o diretor executivo de marketing.

A campanha “Everybody In” define um tom otimista e inclusivo para o futuro elétrico da empresa e se concentra em três temas:

  • Estimular uma nova geração de compradores e acelerar a adoção do EV;
  • Demonstrar a liderança em elétricos da GM, que inclui o investimento de 27 bilhões de dólares em produtos EV e AV (autônomos) até 2025 e os lançamentos de 30 novos EVs globalmente até o final de 2025;
  • Destacar o alcance, desempenho e flexibilidade da plataforma Ultium.

Na perspectiva tecnológica, segundo Hermann, a grande barreira que a indústria como um todo enfrenta é conseguir conciliar autonomia e diferentes aplicações com custo e acessibilidade. “Essa é uma revolução muito grande”, comenta. “Os caminhos da tecnologia a gente já encontrou, inclusive quando a gente está falando de um horizonte de 4 anos para conseguir lançar tudo isso, muita das tecnologias já estão aí, basta escalar e implementar.”

A tecnologia Ultium permite essa entrega. A plataforma da GM será capaz de entregar um EV que pode ir até 724 km¹ com carga total de bateria, irá impulsionar EVs de muitos tamanhos, formas e faixas de preço e é capaz de um desempenho de 0-100 km/h² em apenas três segundos em alguns modelos.

A Ultium será a base para a linha de EVs de nova geração da GM, propulsionando tudo, desde veículos de mercado de massa até os de alto desempenho, incluindo o GMC HUMMER EV e Cadillac LYRIQ.

Conforme o diretor de marketing explica, o grande ponto de inflexão é com relação a inércia, de todo processo: “fizemos mudanças em todos os sentidos: tanto na contratação de mais colaboradores para desenvolver, quanto na parceria com fornecedores e no statement para o mercado, numa mudança de logo, por exemplo”, afirma Hermann.

À medida que a GM amplia sua mensagem de elétricos, ela também cria uma identidade de marca revitalizada e projetada para um ambiente que prioriza o digital. O novo logotipo se baseia em uma forte herança, ao mesmo tempo que traz um visual mais moderno e vibrante para o familiar quadrado azul da GM. A nova identidade se estende a marcas de tecnologia, incluindo a Ultium.Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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