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Eurofarma lança ferramenta para homenagear os profissionais que estão trabalhando neste período de quarentena

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Como parte da campanha Mãos que Cuidam, a farmacêutica quer estimular a troca de mensagens de carinho e respeito

A Eurofarma, multinacional brasileira com operação própria em 20 países da América Latina, lançou uma campanha para estimular a gratidão aos cidadãos que estão trabalhando, ajudando, apoiando ou doando seu tempo em prol do outro, principalmente nesses dias em que o governos e Ministério de Saúde pedem para as pessoas ficarem em casa, para prevenção ao Covid19 (coronavírus).

Por meio da página https://www.eurofarma.com.br/maosquecuidam é possível homenagear essas pessoas ao criar e compartilhar nas redes sociais mensagens de solidariedade, reconhecimento e boas ideias. Essa iniciativa está inserida no projeto Mãos que Cuidam, iniciado em 2019 e que traduz a missão da empresa de cuidar das pessoas.

“À exemplo dos profissionais de saúde, muitos outros que nos prestam serviços essenciais como caminhoneiros, garis, jornalistas só para citar alguns, estão trabalhando duro para que a maioria possa ficar em casa neste momento de isolamento social. E, como não paramos nem por um dia nossas atividades produtivas para garantir o abastecimento de medicamentos ao mercado, era importante agradecer as pessoas. Então, de uma necessidade interna a ideia foi ampliada para homenagear e inspirar um grupo muito maior, gerando empatia e solidariedade. Por meio desse espaço criado no site da Eurofarma e amplamente divulgado nas nossas redes sociais, é possível criar as mensagens e compartilhá-las, para atingir muitas pessoas”, diz Maria del Pilar Muñoz, vice-presidente de Sustentabilidade e Novos Negócios da Eurofarma.

Para mandar uma mensagem, basta realizar um cadastro simples na página e aguardar o recebimento da senha. Uma vez dentro da ferramenta, o usuário pode escolher uma imagem pré-definida ou mandar uma foto. Com o cartão virtual pronto, é só compartilhar na rede social ou enviar por e-mail.

O projeto

O projeto Mãos que Cuidam nasceu de uma ideia da Eurofarma para homenagear os profissionais que atuam no setor de saúde. A empresa produziu um ensaio com a participação de 20 profissionais da área, clicados pelo renomado fotógrafo internacional, J.R. Duran.


Este trabalho resultou em uma coletânea de fotos e depoimentos e as imagens cobrem a fachada de 1.900 m² do Complexo Industrial da Eurofarma em Itapevi, na Rodovia Castello Branco, um dos mais modernos parques industriais farmacêuticos da América Latina, localizado no interior de São Paulo.

Além das fotos expostas a céu aberto, outras imagens de J. R. Duran complementam a campanha, como um livro que já foi publicado e outras ações que serão divulgadas em materiais, exposições e redes sociais. O vídeo da campanha também pode ser visto no canal da empresa no Youtube.

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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

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Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.

A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.

A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.

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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

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A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.

Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.

O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.

A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.

A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.

A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.

Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.

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