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etermax lança white paper gratuito sobre mitos da publicidade in-game na América Latina e mostra caminhos para marcas investirem no setor

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O mercado de jogos eletrônicos cresce ano a ano com números expressivos e já faz parte das estratégias de marketing de grandes empresas de diversos segmentos, mas alguns mitos e preconceitos ainda são entraves para a publicidade in-game se consolidar entre os grandes investimentos de agências e anunciantes, especialmente na América Latina. Para desmitificar pensamentos antigos e abrir os olhos dos céticos sobre esta indústria que já superou a da música e do cinema juntos, a etermax Brand Gamification lança o white paper Os mitos da publicidade in-game na América Latina, que pode ser baixado gratuitamente aqui. O material reúne dados do mercado, oito mitos e diversas dicas de conteúdo para conquistar resultados mais efetivos com os jogadores. Os gamers são majoritariamente homens? Jogar é perda de tempo? As campanhas e anúncios in-game são efetivos apenas para públicos e marcas específicas? “No diálogo com anunciantes e agências de publicidade na América Latina, ainda encontramos muitos conceitos equivocados sobre o mercado de games. Mesmo após um longo período de isolamento social, que atraiu novos usuários para este universo e revolucionou o ambiente digital, percebemos que esses preconceitos nos impedem de aproveitar o enorme potencial dos games como plataforma de comunicação”, explica Guido Farji, gerente geral da etermax Brand Gamification. Entre os mitos destacados no white paper estão: É um mercado de nicho: O mercado de games está na dianteira do entretenimento e seu faturamento já ultrapassou os das indústrias de música e cinema juntos. Só na América Latina são 289 milhões de jogadores, sendo 94 milhões no Brasil. É uma atividade de pessoas antissociais: Videogame é uma atividade, na maioria das vezes, compartilhada com os amigos e a família. Os games promovem profundas conexões entre os usuários, inclusive no período de isolamento social, quando 56% dos jogadores aumentaram o tempo dedicado aos games, de acordo com a pesquisa da Lifecourse Associates. A publicidade in-game incomoda os usuários: Na verdade, quando estão jogando os usuários são mais receptivos às mensagens de marcas porque estão mais felizes, relaxados e focados. Além disso, há uma grande variedade de formatos não-intrusivos: anúncios opt-in, com a possibilidade de sair, experiências nativas e jogos brandeados, em que os usuários que escolhem voluntariamente interagir com a marca. É impossível diversificar audiências: Assim como as mídias tradicionais, na publicidade in-game há centenas de estratégias possíveis para encontrar o público-alvo desejado por uma marca. Com estudos aprofundados de audiência é possível fazer predições a respeito de quem consome cada mídia ou conteúdo, de forma prática e econômica. Com mais de uma década de expertise no mercado de games, criadora dos fenômenos globais como Perguntados e Apalavrados, a etermax aproveitou todo o conhecimento no mercado de games para criar uma divisão exclusiva de publicidade in-game, a etermax Brand Gamification, que desenvolve ações 360° no universo dos jogos eletrônicos. Além de desenhar, executar e analisar campanhas de In-game advertising por meio de uma rede de mais de 2.200 títulos mobile, fornece consultoria para marcas que buscam se conectar com o universo dos jogos eletrônicos; desenvolve experiências sob medida e realiza ações nos eSports. Mercado de games segue em expansão O white paper Os mitos da publicidade in-game na América Latina também apresenta números de mercado que comprovam o excelente momento da indústria de jogos eletrônicos, tanto em termos de faturamento, quanto de número de jogadores. Em 2020, por exemplo, o mercado de games global faturou US$ 177,8 bilhões*, e essa receita vai ultrapassar os US$ 200 bilhões até 2024, com crescimento médio anual de 8,7% ao ano. Já a quantidade de gamers deve saltar de 2,8 bilhões para mais de 3 bilhões no mesmo período. Só na América Latina são 289 milhões de jogadores, dos quais mais de 94 milhões são brasileiros.

O mercado de jogos eletrônicos cresce ano a ano com números expressivos e já faz parte das estratégias de marketing de grandes empresas de diversos segmentos, mas  alguns mitos e preconceitos ainda são entraves para a publicidade in-game se consolidar entre os grandes investimentos de agências e anunciantes, especialmente na América Latina. Para desmitificar pensamentos antigos e abrir os olhos dos céticos sobre esta indústria que já superou a da  música e do cinema juntos, a etermax Brand Gamification lança o white paper Os mitos da publicidade in-game na América Latina, que pode ser baixado gratuitamente aqui. O material reúne dados do mercado, oito mitos e diversas dicas de conteúdo para conquistar resultados mais efetivos com os jogadores.

Os gamers são majoritariamente homens? Jogar é perda de tempo? As campanhas e anúncios in-game são efetivos apenas para públicos e marcas específicas? “No diálogo com anunciantes e agências de publicidade na América Latina, ainda encontramos muitos conceitos equivocados sobre o mercado de games. Mesmo após um longo período de isolamento social, que atraiu novos usuários para este universo e revolucionou o ambiente digital, percebemos que esses preconceitos nos impedem de aproveitar o enorme potencial dos games como plataforma de comunicação”, explica Guido Farji, gerente geral da etermax Brand Gamification.

Entre os mitos destacados no white paper estão:

 

  1. É um mercado de nicho: O mercado de games está na dianteira do entretenimento e seu faturamento já ultrapassou os das indústrias de música e cinema juntos. Só na América Latina são 289 milhões de jogadores, sendo 94 milhões no Brasil.

  1. É uma atividade de pessoas antissociais: Videogame é uma atividade, na maioria das vezes, compartilhada com os amigos e a família. Os games promovem profundas conexões entre os usuários, inclusive no período de isolamento social, quando 56% dos jogadores aumentaram o tempo dedicado aos games, de acordo com a pesquisa da Lifecourse Associates.

 

  1. A publicidade in-game incomoda os usuários: Na verdade, quando estão jogando os usuários são mais receptivos às mensagens de marcas porque estão mais felizes, relaxados e focados. Além disso, há uma grande variedade de formatos não-intrusivos: anúncios opt-in, com a possibilidade de sair, experiências nativas e jogos brandeados, em que os usuários que escolhem voluntariamente interagir com a marca.

  1. É impossível diversificar audiências: Assim como as mídias tradicionais, na publicidade in-game há centenas de estratégias possíveis para encontrar o público-alvo desejado por uma marca. Com estudos aprofundados de audiência é possível fazer predições a respeito de quem consome cada mídia ou conteúdo, de forma prática e econômica.

Com mais de uma década de expertise no mercado de games, criadora dos fenômenos globais como Perguntados e Apalavrados, a etermax aproveitou todo o conhecimento no mercado de games para criar uma divisão exclusiva de publicidade in-game, a etermax Brand Gamification, que desenvolve ações 360° no universo dos jogos eletrônicos. Além de desenhar, executar e analisar campanhas de In-game advertising por meio de uma rede de mais de 2.200 títulos mobile, fornece consultoria para marcas que buscam se conectar com o universo dos jogos eletrônicos; desenvolve experiências sob medida e realiza ações nos eSports.

Mercado de games segue em expansão

O white paper Os mitos da publicidade in-game na América Latina  também apresenta números de mercado que comprovam o excelente momento da indústria de jogos eletrônicos, tanto em termos de faturamento, quanto de número de jogadores. Em 2020, por exemplo, o mercado de games global faturou US$ 177,8 bilhões*, e essa receita vai ultrapassar os US$ 200 bilhões até 2024, com crescimento médio anual de 8,7% ao ano. Já a quantidade de gamers deve saltar de 2,8 bilhões para mais de 3 bilhões no mesmo período. Só na América Latina são  289 milhões de jogadores, dos quais mais de 94 milhões são brasileiros.

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Godiva Propaganda desenvolve campanha bem-humorada para o Halloween da Ad Clinic

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or mais que o Dia das Bruxas não seja uma celebração tradicional na cultura brasileira, cada vez mais percebemos a influência do clássico feriado nos países do hemisfério norte na mídia, no varejo e em diversos espaços ao passo que o dia 31 de outubro se aproxima. De acordo com os relatórios do Google Trends, foi observado que, apenas no mês de outubro, a procura pelo assunto “Dia das Bruxas” dobrou no mecanismo de pesquisa. O mesmo se repete em outras plataformas digitais, no Tik Tok – aplicativo preferido das gerações mais novas – a hashtag #Halloween acumula mais de 50 bilhões de visualizações no aplicativo. Seguindo a tendência sazonal, a agência de publicidade Godiva Propaganda desenvolveu uma campanha bem-humorada para a clínica de estética Ad Clinic.

O Halloween tem origem do Samhain, festival dos povos celtas que celebrava as colheitas e o folclore do retorno dos mortos à terra utilizando fogueiras e máscaras decoradas para afastar os espíritos. Na era moderna, a festa passou a ser comemorada no dia 31 de outubro, antecedendo o Dia de Todos os Santos e conta com símbolos como abóboras, bruxas, gatos pretos e fantasmas. O Dia das Bruxas é amplamente comemorado em países como Estados Unidos, Canadá e Irlanda.

Seguindo a visão da Ad Clinic de que clínica de estética não é tudo igual, a Godiva Propaganda, agência full service especializada em varejo e franchising, trouxe elementos chave das origens e tradições do Dia das Bruxas para compor a campanha “Halloween Ad Clinic – Preços nada assustadores”. As promoções oferecidas aos clientes durante a segunda quinzena de outubro possuem nomes e descrições compostas por referências perspicazes para atrair e fidelizar os clientes.

“Quando trazemos elementos da cultura popular em uma campanha, o público tende a assimilar e achar divertido. Quando eles são combinados com preços especiais e promoções, como é o caso do Halloween da Ad Clinic, o resultado é bem agradável para todos(a)”, comenta Leandro Rampazzo, CEO da Godiva Propaganda .

A equipe da agência foi responsável pelo desenvolvimento de toda a ação, concepção da campanha, criação, estruturação e conceito visual. Para a estratégia de divulgação, serão utilizados os meios digitais, material de ponto de venda e geolocalização.

Cinco procedimentos estarão com preços especiais na promoção temática ao longo da semana e, aos sábados, o Caldeirão Encantado dará aos clientes a oportunidade de fazer todos os tratamentos Ad Clinic de Halloween no mesmo dia para escolher um preferido. Os procedimentos inclusos são: Barriga Assombrada; Lábios Poderosos; Poção da Juventude; Toque de Mágica e Adeus, Vasinhos Tenebrosos. Para participar, basta ir até a unidade Ad Clinic mais próxima e contratar os pacotes promocionais.

Ficha Técnica – Campanha Halloween Ad Clinic

“Halloween Ad Clinic”

Anunciante: Ad Clinic

Título: Preços nada assustadores

Produto: Campanha promocional

Diretor de arte: Denise Ikehara

Redação: Ricardo Faga

Atendimento: Douglas Arruda

Planejamento: Leandro Rampazzo

Aprovação: Sérgio Carvalho – Diretor de Marketing Ad Clinic

Sobre a Godiva Propaganda
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Gêmeos do programa Irmãos à Obra lançam linha de colchão no Brasil

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Em busca de mais conforto e bem-estar para seus clientes, Bed & Design – loja de referência, que combina design, tecnologia, selo de qualidade e mais de 20 anos de expertise de mercado do sono -, fechou uma parceria com Restonic Mattress Corporation do Brasil, para trazer ao mercado a linha de colchões SCOTT Living, assinado pelos irmãos Drew e Jonathan SCOTT, mundialmente conhecidos pelo seu programa “Irmãos à Obra”. A novidade será apresentada nesta terça-feira, dia 26 de outubro, às 18h30h, no átrio do shopping D&D, em São Paulo. O evento seguirá todos os protocolos de segurança e higiene, devido à Covid-19.

Os colchões Scott Living são um reflexo do estilo pessoal dos irmãos Scott, inspirados no que eles amam: casa, família e um compromisso com a qualidade, visando sempre o máximo ao seu usuário, um custo justo, da mesma forma que atuam em seu programa de televisão. A linha conta com seis modelos – Morgan, Habor, York, Ellis Plush, Ellis Médium, Shippable Sleep -, que garantem o equilíbrio ideal entre conforto, sustentação, controle de temperatura e durabilidade.

Feitos artesanalmente, os colchões possuem um sistema de resfriamento triplo na superfície –  fios de polietileno refrescante no tecido, combinado com espuma de gel e espuma AlumiLast® Memory Foam -, que funcionam para afastar o calor do corpo de maneira suave e eficiente durante toda a noite, ajudando a dormir mais e acordar revigorado. A linha Scott Living by Restonic está à venda, com exclusividade, na loja Bed & Design.

“Nossa proposta é justamente oferecer aos consumidores um produto confortável, com design moderno e inovador, ou seja, mostrar o verdadeiro conforto americano, aquele que se adapta perfeitamente à coluna de quem dorme sobre ele, não se mostrando duro e/ou desconfortável”, completa Rogério Coelho, diretor executivo da Restonic Mattress Corporation.

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