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Estudo revela aumento da preocupação com a incerteza econômica e a escassez de talentos

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As preocupações das empresas estão cada vez mais complexas e interligadas, demandando divisão de foco das lideranças e aumento da resiliência organizacional. A conclusão é do Monitor Global de Liderança 2023, que aponta a incerteza econômica e a escassez de talentos como as duas principais preocupações de 73% e 72% dos executivos, respectivamente, um aumento de cerca de 5 p.p. em relação ao ano passado. A pesquisa realizada pela Russell Reynolds Associates, líder global em busca de altos executivos e consultoria em avaliação e desenvolvimento de lideranças, também revela que os líderes se sentem mais preparados para lidar com essas questões, em comparação a 2022, embora em um nível ainda relativamente baixo.

“À medida que os líderes lidam com eventos externos em constante mudanças, seu foco frequentemente muda entre as questões, sobrecarregando sua capacidade de fazer um progresso sustentado na solução de desafios críticos ou na busca de oportunidades de negócios”, afirma Flávia Leão, head da Russell Reynolds Associates no Brasil. “Os líderes, agora, precisam ser capazes de executar uma estratégia plurianual ao mesmo tempo em que respondem taticamente a questões de curto prazo, considerando a interação de todos esses fatores”, completa Leão.

Apesar da incerteza econômica ser a principal preocupação para a maioria dos executivos, 73%, o Monitor Global de Liderança 2023 mostra que apenas 59% se sentem preparados para enfrentar os possíveis desafios que virão. Entre os fatores que diferenciam esses líderes dos demais estão a habilidade de criar valor por meio de pessoas, navegar com confiança pela incerteza, tomar decisões sem informações completas e se adaptar à mudança. Além disso, líderes mais preparados sabem administrar taticamente a incerteza no momento enquanto mantém uma visão de futuro para considerar novas ferramentas, modelos de negócios em evolução e metas ambiciosas.

O segundo maior desafio que compete pela atenção dos líderes é a escassez de talentos. A pesquisa da Russell Reynolds revela que menos da metade dos executivos, 46%, acreditam que suas organizações estão preparadas para atrair e reter profissionais. Investir em treinamento e desenvolvimento de lideranças e oferecer feedbacks construtivos são fundamentais para aumentar as taxas de retenção e engajamento dos colaboradores. Inclusive, com 55% dos líderes dispostos a sair de suas empresas, esses são fatores essenciais ao avaliar uma proposta externa.

A Russell Reynolds identificou ainda questões secundárias que também devem impactar a saúde das organizações nos próximos 12 a 18 meses. Transformação tecnológica, mudanças no comportamento do consumidor, diferentes modelos de trabalho e incerteza política são preocupações que variam de 30% a 45% na lista de prioridades dos executivos e cerca de 50% se sentem preparados para enfrentá-las.

O Monitor Global de Liderança 2023 foi realizado com mais de 1 500 altos executivos, conselheiros e próxima geração de líderes de 46 países da África, Ásia, Américas, Europa, Oceania e Oriente Médio.  As empresas representadas atuam nos setores de Consumo, Serviços Financeiros, Saúde, Tecnologia, Recursos Industriais e Naturais e Serviços Profissionais e Comerciais.

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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

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Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

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Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

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