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Estrella Galicia vai patrocinar etapas da World Surf League

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A Estrella Galicia, cervejaria da região da Galicia, na Espanha, passa a ser a patrocinadora oficial de duas etapas do circuito “World Qualifying Series” da World Surf League (WSL). As duas competições em Portugal – Estrella Galicia Pro Santa Cruz da Noah Surfhouse (11 a 16 de maio) e Estrella Galicia Caparica Surf Fest e Ericeira (18 a 23/05) -, marcam o retorno das provas oficiais na Europa depois de um longo período de espera devido à pandemia de Covid-19 e também a primeira oportunidade dos surfistas arrecadarem 3.000 pontos que lhes permitirá um grande avanço no ranking classificatório à elite do surf mundial.


O envolvimento da Estrella Galicia com o mundo do surf é de longa data. A marca já apoiou etapas do circuito QS da World Surf League, como o Abanca Pantín Classic Galicia Pro, o Cabeiroá Pro Zarautz Basque Country e Cabreiroá Pro Las Américas. A presença da cervejaria sempre esteve ligada ao seu compromisso com a sustentabilidade por meio de diversas iniciativas no evento que buscaram o envolvimento e a conscientização dos participantes. É o caso do projeto Second Life, a implantação de postos de reciclagem durante a competição; a Floresta dos Campeões, que deixa como marca simbólica do evento o plantio de uma árvore a cada edição; e o Espaço Ecológico, destinado à divulgação ambiental, ou atividades de limpeza de praias nos locais onde for necessário.


Segundo Santiago Miguélez, diretor de marketing da Estrella Galicia na Espanha, o surf é uma modalidade pela qual são apaixonados e que se enquadra perfeitamente nos seus valores de esforço, compromisso ambiental e sustentabilidade. “Colaborar com a volta das etapas da WSL em Portugal e ter esta plataforma de divulgação e sensibilização sobre o impacto que deixamos no nosso meio ambiente é uma grande notícia para todos os que fazem parte da Estrella Galicia”, destaca.

Francisco Spinola, diretor Geral da WSL, afirmou que é uma grande alegria ver os eventos da World Surf League regressarem a Portugal. “Depois de termos vivido tempos difíceis, conseguimos fazer o que mais gostamos ao lado da Estrella Galicia. Os eventos de Santa Cruz e Caparica marcam o início da época de competição da World Surf League na região da Europa, África e Médio Oriente e as expectativas de todos os envolvidos após um ano sem competir, são enormes”.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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