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Estratégia da Lean Agency impulsiona campanha de matrículas para o Centro de Ensino Grau Técnico através do Marketing de Influência

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A Lean Agency, reconhecida por suas estratégias de comunicação para marcas que atuam em todo o Brasil, liderou a estratégia de Marketing de Influência na campanha de matrículas para o Centro de Ensino Grau Técnico. Com um departamento dedicado à gestão de marketing de influência, a agência conduziu o processo, garantindo que a campanha impulsionasse a captação de novos alunos.

Uma das maiores redes de educação técnica do Brasil, presente em vários estados brasileiros com mais de 100 unidades espalhadas por todo País, viu seu número de matrículas aumentar ao investir em um trabalho de inteligência de dados ancorada à uma estratégia de marketing de influência. A ação contou com seis criadores de conteúdo envolvidos e se diferenciou por meio do seu canal de distribuição: a mídia programática.

“Em geral, as campanhas que se utilizam do marketing de influência se apoiam no alcance dos influenciadores digitais nas redes sociais para influenciar a decisão de compra dos seus seguidores. Porém, diante do cenário atual em que os índices de entrega orgânica são baixíssimos, esse formato nem sempre representa o melhor potencial de retorno”, reflete Danilo França, VP de Estratégia e Dados da Lean Agency. “Ao mergulhar nas necessidades do cliente, entendemos que a imagem e a linguagem dos criadores de conteúdo eram necessários ao projeto, mas que ao cruzar disciplinas nós teríamos mais assertividade na entrega, tanto em volume quanto no perfil da audiência atingida.”

O trabalho desenvolvido demandou o envolvimento do departamento de marketing de influência e de mídia. Isso porque, por um lado, foi desenhado todo o funil da campanha, desde a primeira sensibilização e promoção de awareness até a conversão em leads. Por outro, definiu-se as mensagens que precisavam ser entregues em cada um destes momentos. E, por fim, a formatação da estratégia de canais permeada pelas possibilidades da mídia programática.

Todo esse cruzamento foi a base para definir o escopo negociado com os influenciadores digitais. “Em geral, a contratação do marketing de influência se baseia em pacotes de serviços, por exemplo combo de post stories. Nós invertemos totalmente a lógica, guiados pela inteligência de dados que nos trouxe qual a necessidade em termos de conteúdo”, esclarece França.

Em função da capilaridade do Centro de Ensino Grau Técnico, a campanha foi regionalizada. Segundo o VP de estratégia e dados,  a escolha dos criadores de conteúdo para abastecer esta estratégia com vídeos foi minuciosamente pensada para que todas as unidades da rede de educação tivessem chances iguais de resultados, independente da sua localização.

“Isso porque, uma vez que a distribuição não aconteceu pelo próprio canal do influenciador digital, precisávamos de nomes que fossem facilmente reconhecidos fora da sua comunidade”, detalha Gabriela Teixeira, Coordenadora de Marketing de Influência da Lean Agency.

Participaram da campanha Leuriscleiaa (personagem de humor criada por Gutierrez Castro), Bárbara Heck (modelo e comunicadora), João Luiz Pedrosa (apresentador, professor e mestre em educação), Gabi Mello (estudante e criadora de conteúdo) e Açucena Guirra (criadora de conteúdo) e o Canal do YouTube Você Sabia (canal de entretenimento e curiosidades). Juntos, eles somam uma audiência de mais de 24,700 milhões de seguidores no Instagram.

‘’Com este formato de atuação, saímos do hiperfoco na conversão por franquia e adotamos uma abordagem mais segmentada, utilizando os criadores de conteúdo como ponto central. Ao trabalhar organicamente com a base do criador, a plataforma entrega apenas uma pequena parcela – cerca de 10% – da audiência potencial. Por outro lado, ao agregar a mídia programática, conseguimos alcançar aproximadamente 100% do potencial das bases contratadas’’, finaliza Danilo França.

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Haute assina megaoperações de live marketing e ativa o ecossistema de marcas no Mundial de 2026

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Com um portfólio de peso que inclui projetos desenvolvidos para gigantes como Guaraná Antarctica, Budweiser, Philco e iFood, a agência Haute coloca na rua uma série de ativações robustas desenhadas para transformar o Mundial de futebol de 2026 em uma máquina de engajamento e geração de valor. A estratégia da empresa foca na concepção de experiências proprietárias de alto impacto, capazes de aproximar as marcas da paixão febril dos torcedores e amplificar a relevância dos patrocinadores durante o maior pico de audiência global do ano.

As movimentações da agência acontecem em um cenário financeiro extremamente aquecido para a publicidade. De acordo com um levantamento recente da Warc Media, o torneio de 2026 deve injetar impressionantes US$ 10,5 bilhões no mercado publicitário global. Diante deste cenário bilionário, o papel do live marketing torna-se ainda mais crucial para garantir que os investimentos gerem não apenas visibilidade institucional, mas também recall de marca e conversão na ponta final do varejo. “A Copa do Mundo é um dos raros momentos em que atenção, emoção e audiência acontecem em escala global ao mesmo tempo. Neste momento, é crucial que as marcas criem ações relevantes que gerem conexão genuína com as pessoas. O papel da Haute é transformar esse interesse coletivo em projetos proprietários capazes de fortalecer o posicionamento das empresas, ampliar o engajamento com seus públicos e gerar resultados concretos para os negócios”, analisa Bruno Dias, sócio da Haute.

Na Arena Brasileira — festival assinado pela Fishfire que desponta como o principal ponto de encontro dos torcedores em São Paulo —, a Haute lidera a execução de projetos customizados para múltiplos segmentos do mercado. A Budweiser, por exemplo, terá uma arena própria voltada a disputas de futebol no formato 1×1, distribuição de mimos exclusivos e um hub que integra jogos interativos a um estúdio oficial da Rede Globo para transmissões e gravações ao vivo. O Guaraná Antarctica foca na fidelização com ações de relacionamento, mecânicas de brindes e a presença do icônico mascote Canarinho.

Buscando a experimentação de produto em massa (sampling), as marcas Michelob Ultra e Flying Fish apostarão em lounges de convivência, bares proprietários e pontos instagramáveis (photo opportunities). No setor de apostas esportivas, a Superbet ativa sua marca com um chute a gol tecnológico que distribui prêmios, enquanto a Smirnoff, do portfólio da Diageo, entra em campo com um estande imponente equipado com rooftop exclusivo para convidados vip.

A força da agência no setor de bens de consumo e alimentação também se faz notar na estrutura do festival. A Hellmann’s montou uma hamburgueria totalmente estilizada para promover a sua linha Supreme por meio de degustações guiadas. Já a Philco aposta na interatividade ao permitir que o público teste seu portfólio de eletrodomésticos na prática, combinando a experiência com sorteios de produtos. No setor automotivo, a GM garantiu um espaço estratégico totalmente voltado para a exibição e divulgação do modelo Sonic.

Indo além das fronteiras físicas do festival no Parque Ibirapuera, a Haute também carimbou sua assinatura em projetos proprietários independentes de grande repercussão urbana. O maior destaque ficou por conta da operação de street marketing realizada para o iFood no final de maio. A agência coordenou um encontro massivo para a troca de figurinhas oficiais do álbum do Mundial. A iniciativa entrou para a história do live marketing ao reunir milhares de colecionadores e quebrar oficialmente o Guinness World Records de maior troca de figurinhas do planeta, transformando uma tradição cultural em um marco de relações públicas para o aplicativo de entregas. “Essas ativações mostram a nossa força em potencializar o retorno dos investimentos realizados durante o período da competição, reafirmando o live marketing como ferramenta estratégica para ampliar alcance e relevância das marcas junto ao consumidor”, conclui Bruno Dias.

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Holding Clube apresenta Casa Body Futebol Clube para liderar o debate sobre o futuro do futebol feminino no Brasil

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Aproveitando o período de forte mobilização em torno dos gramados, a Holding Clube escolheu o momento ideal para colocar os holofotes sobre uma pauta que demanda cada vez mais protagonismo na indústria: a evolução e o futuro do futebol feminino. Durante a nova edição do All In, evento proprietário do grupo especializado em marketing de experiências, foi anunciado o lançamento da Casa Body Futebol Clube, projeto de live marketing planejado para impactar o mercado durante a realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, que terá o Brasil como país-sede.

O projeto nasce como uma extensão direta do B.O.D.Y. (Body Open Defines You), movimento de autoaceitação que celebra a liberdade da mulher. Na prática, a Casa Body Futebol Clube vai se materializar como um hub de convivência para gerar comunidade e dar visibilidade ao papel feminino no esporte. Além da transmissão oficial dos confrontos, o espaço abrigará um cronograma robusto composto por talks, oficinas e atividades interativas. “Eu posso dizer que esse projeto vai ser um dos mais emocionantes da minha vida. O B.O.D.Y. é a materialização de tudo que a gente sempre quis potencializar e agora com o futebol feminino, podemos dar ainda mais palco para todas as mulheres e mostrar o quanto a força feminina importa para o nosso país e pro mundo”, destacou Ju Ferraz ao anunciar a novidade.

Já o All In, plataforma criada para descortinar o ecossistema de projetos e as grandes tendências de entretenimento da Holding Clube para o mercado — responsável por antecipar movimentos como a expansão da carreira internacional da cantora Anitta —, retornou com uma edição de caráter reflexivo. O debate ganha urgência histórica ao lembrar que a prática do futebol foi oficialmente proibida para as mulheres no Brasil por mais de 40 anos.

O potencial comercial e de engajamento do segmento é referendado por dados sólidos de mercado. Em 2025, o futebol feminino registrou um salto de 19% em sua audiência televisiva na comparação anual, conforme aponta a Pesquisa Futebol Feminino 2026 da Globo Ads Insights. Na mesma linha de otimismo econômico, um estudo global da Deloitte posiciona a modalidade entre as três principais frentes geradoras de receita dentro de todo o ecossistema de esportes femininos para os próximos anos.

Ao longo do encontro, os convidados puderam revisitar a autoridade da Holding Clube nesse território de patrocínios e ativações. Por meio da agência Banco_, o grupo soma quase três décadas de atuação dedicada ao desenvolvimento do futebol feminino, posicionando-se na vanguarda do tema muito antes de a pauta figurar no radar do grande mercado de marcas.

O painel de discussões trouxe lideranças de peso para o palco. Gizele Costa, head de projetos da Holding Clube, liderou o painel intitulado “O jogo mudou: futebol feminino, mídia, clubes e atletas na nova era do futebol feminino”. O debate reuniu Gal Barradas e Thiago Januzzi, representantes da comissão organizadora da FIFA Women’s World Cup, ao lado de Claudia Paola Martinez, diretora de marcas e licenças da Centauro. “O público do futebol feminino nos estádios é diferente do masculino, são famílias. É um público mais amplo, mais democrático. E as pesquisas da FIFA mostram que a Copa Feminina é o terceiro evento que mais mobiliza audiência no mundo, empatada com a Eurocopa. A Copa do Brasil tem a capacidade de elevar esse patamar a um nível nunca visto”, analisou Gal Barradas.

Outro momento de destaque foi o painel “Futebol feminino em expansão: o papel das marcas na construção de um novo mercado”, que contou com a participação de Lucca Amorim, gerente de marketing de Guaraná Antarctica na Ambev; Bruno Teixeira, head de comunicação, propósito e marketing de pessoas da Fisia (distribuidora oficial da Nike no Brasil); Sabrina Romero, diretora de marca e comunicação da Vivo; e Jader Damazio, head de criação e planejamento da Holding Clube.

Com mediação conduzida por Tati Oliva, fundadora da Cross Networking, a mesa debateu o poder de transformação social e comercial dos patrocínios de longo prazo. No debate, Lucca Amorim disparou: “O futebol feminino é um movimento, ele transforma, impacta e evolui. E isso é o sonho de qualquer marca, porque tem muito espaço para criar e construir a quatro mãos. Quando a gente entende a história do futebol feminino no Brasil, entende também quais são os gaps e as oportunidades que ainda existem”.

O cronograma completo, as cotas de patrocínio e o local que abrigará a estrutura da Casa Body Futebol Clube serão detalhados gradativamente nos próximos meses por meio dos canais digitais oficiais do projeto.

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