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Esquenta Imaginarium acontece on-line pelo segundo ano e firma presença virtual da marca entre franqueados

Um dos primeiros clientes da start up Fabula Live, antes mesmo dos estúdios 360º dos empreendedores catarinenses Eugenio Neto e do Cristiano Vicenti terem seis meses de operação, a rede Imaginarium adotou o formato virtual para importantes momentos da marca que, com mais de três décadas de operação, literalmente conectou-se. Suas vendas digitais chegaram a crescer 500% em 2020, ano em que aprimorou seu marketplace, e, posicionando-se no universo virtual, passou a falar também com o seu público interno, franqueados e equipes de vendas, no formato on-line.
Depois de realizar sua primeira Conferência Nacional virtual em outubro de 2020 com direito a quebra de recorde de participantes, veio o Esquenta Imaginarium 2020, outro sucesso em alcance. Neste ano aconteceu segunda Conferência Nacional, em outubro, 100% on-line e com nova quebra de recorde de participantes. No último dia 21 de novembro, a store de presentes e decoração com fun design que está em 26 Estados brasileiros fez o segundo Esquenta Imaginarium on-line, e acredita que este formato tem contribuído para os resultados. “Seguimos com este formato visto o sucesso no ano anterior bem como pela força de abrangência que este modelo proporciona. Conseguimos conectar cerca de 1.000 colaboradores que atuam nas nossas lojas. A tecnologia desenvolvida pela Fabula Live nos permitiu passar toda a estratégia e motivação necessária para nosso time de vendas estar pronto para o momento mais importante do ano , o Natal”, diz Uggo Angioletti, diretor de franquias da marca.
O Esquenta Imaginarium é uma espécie de preleção com lojas de todo o país que até 2019 acontecia de forma presencial e na sua última edição tiveram 10 eventos nas principais capitais, exigindo logistica de deslocamento para equipe e custo operacional alto por evento. No formato virtual, a equipe de marketing da marca apresentou a campanha de Natal e seus materiais de divulgação e operação para as 370 lojas da grife de gifts, onde alcançaram de 3 a 4 pessoas em cada unidade. A ação, que aconteceu das 9h às 12h30 envolveu cerca de 20 profissionais entre equipe da house de marketing da Imaginarium e operação do estúdio da Fábula Live. “Este é o quarto evento que a Imaginarium faz em parceria com a Fabula Live e, sabendo do DNA criativo da marca que nasceu em Santa Catarina, como nós, ficamos felizes em participar ativamente desta mudança na comunicação de uma empresa com mais de 30 anos de história”, diz Cristiano Vicenti sobre a relação com o cliente.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








