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Especialista mostra como as empresas podem crescer no TikTok

O TikTok já é uma febre mundial. São cerca de 1 bilhão de usuários ativos mensais, de acordo com a Bytedance, empresa criadora da plataforma. Mas você entende o que se passa por trás dessa ferramenta de entretenimento? Se deseja falar com a Geração Z (que, provavelmente, representará a maior parte do público consumidor daqui a cinco anos), é crucial que você saiba. Para orientar as empresas sobre como construir seu público e aproveitar o melhor da plataforma para ampliar negócios, Victor Grinberg, profissional de relações internacionais e mestre em comunicação na contemporaneidade pela faculdade Cásper Líbero, em São Paulo, lança o livro “TikTok: um olhar para atenção e engajamento” pela Editora Appris.
As dancinhas, filtros, desafios e efeitos da rede de vídeos curtos viralizam e desaparecem com um dinamismo impressionante. Mundialmente, o tempo médio gasto no TikTok é de 52 minutos por dia e 90% dos usuários acessam diariamente o aplicativo, que é campeão em maior engajamento atualmente entre as redes sociais. Para o especialista em Mídia, Política e Sociedade, todas as empresas têm espaço no TikTok, mas nem todas precisam entrar para a plataforma, que diversificou seu modelo de negócios em várias frentes e avança em games e e-commerce.
“O livro não é uma fórmula mágica de como criar o perfil perfeito no TikTok, mas traz às principais discussões atuais um panorama de quem está nesse lugar, o que faz dele diferente dos demais e como reter a atenção daqueles que ali estão. Ou seja, é o caminho para que, com esforço na criação de conteúdo de qualidade, as empresas encontrem sua voz nesse ambiente e ocupem o espaço. O foco deve estar no conteúdo: o tipo que você é capaz de gerar e que plataforma faz o melhor serviço de entrega, assim serão colhidos os melhores resultados”, explica Victor Grinberg, também professor universitário de Ciências Econômicas do Centro Universitário Armando Alvares Penteado, em São Paulo.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







