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Endemol Shine Brasil cria braço de agenciamento de talentos e se associa à Agência Suba

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Endemol Shine Brasil cria braço de agenciamento de talentos e se associa à Agência Suba

Endemol Shine Brasil , parte da Banijay – maior conglomerado de conteúdo independente do mundo, passará a agenciar os participantes dos conhecidos reality shows que produz. Para isso, se associou à agência SUBA, especialista em conteúdo de influência. Os primeiros talentos a serem agenciados serão das produções The Bridge (HBO Max), Canta Comigo (Record TV) e Queen Stars (HBO Max).

“Em 2018, a Endemol Shine Brasil, através de seu departamento de licenciamento, começou a entender internamente que todas as ações e campanhas de licenciados que envolviam as produções da empresa, acabavam sendo realizadas com os próprios participantes de seus projetos. Identificamos aí uma oportunidade, que teve início na França e Espanha, quando a Endemol nos dois países também começou a agenciar os seus talentos”, explica Fernanda Abreu, Head de Licenciamento da Endemol Shine Brasil.

Fernanda acrescenta que a ideia era começar o plano de agenciamento em 2019, mas chegou a pandemia e a ESB teve que postergar o projeto. A SUBA, segundo ela, atuará como um braço estratégico da Endemol Shine Brasil. “Vimos na SUBA um parceiro com visão convergente sobre o potencial e a maneira de expandir a plataforma de projeção dos talentos que revelamos em nossas produções, e temos certeza de que essa associação renderá muitos frutos”, acrescenta a executiva, explicando que, em relação aos talentos de MasterChef, se manterá a parceria com a Meni, empresa que já agencia os participantes do programa há alguns anos.

Os reality shows são cada vez mais alimentados pela força da internet e ganham vida para além da televisão com as redes sociais, principalmente no Twitter e no Instagram. Essa parceria de agenciamento dos participantes, segundo Fernanda – que encabeça esse projeto na Endemol, é um grande diferencial para os novos talentos que surgem a cada programa. Desde o início de sua operação no Brasil, em 2007, a ESB já produziu mais de 120 projetos diferentes, que juntos reuniram milhares de participantes, em atrações que chegam a impactar cerca de 40 milhões de espectadores por dia, como é o caso do Big Brother Brasil.

“Nos sentimos muito felizes e prestigiados em ser escolhidos como parceiros exclusivos de uma empresa do calibre da Endemol. E absolutamente animados com o potencial de geração de projetos, já que os reality shows, por sua grande aderência e engajamento junto às audiências, são verdadeiras usinas de criação e expansão de marcas pessoais, e a Endemol a principal referência mundial nesse formato de programa”, afirma Ronaldo Rangel, Chief Growth Officer da SUBA.

Sobre os reality shows:

Canta Comigo é uma adaptação do formato original All Together Now, da Banijay, e reúne candidatos de todo o Brasil, cantando em um grande palco em frente à 100 jurados, para que conquistem os avaliadores com suas performances e os façam participar do show. O programa é exibido na Record TV.

The Bridge reúne 12 estranhos em uma ilha, com um propósito em comum: ganhar o prêmio de R$700 mil. O dinheiro fica a apenas 300 metros de distância, mas no meio há um rio. Eles têm 30 dias para construir uma ponte com suas próprias mãos. Já Queen Stars, é apresentado por Pabllo Vittar e Luísa Sonza e vai revelar uma banda de drag queens. Ambos serão transmitidos na HBO MAX.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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