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Em um dia único, iFood chega a 2,5 milhões de pedidos na Black Friday

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A Black Friday começou muito antes para o iFood, promoções insuperáveis e inúmeras novidades por dia surpreenderam os usuários em novembro. Mesmo assim, no dia 27 de novembro as coisas foram diferentes… A startup de comida superou seus próprios recordes em no evento mais esperado pelos consumidores. Para se ter uma ideia, somente na sexta-feira, a empresa bateu 2,5 milhões de pedidos, um aumento de 79% em relação ao ano passado, época em que o app atingiu 1,4 milhão na mesma data. 

Muito desse resultado positivo se deu pela oferta imperdível de 20 mil pratos a R$ 0,99 – o que com certeza atraiu muitos usuários para a plataforma. O valor total transacionado no dia registrou R$ 110 milhões, valor maior que o PIB anual de cerca de 1,9 mil municípios do país. 

Em 2020, com a maioria dentro de casa, por hora, a média chegou a 100 mil pedidos, sendo o jantar o período que mais atraiu pedidos, alcançando 58% do total, enquanto o almoço, 30%. Hambúrgueres, esfihas e sushis e sashimis lideraram a preferência do consumidor no dia. Para comparação, colocando todos os hambúrgueres pedidos em linha reta daria para dar 30 voltas no Maracanã.

O que o pessoal mais comeu? Dentro os pedidos de supermercado, os itens favoritos eram de feira, bebidas e limpeza, chegando a 21, 15 e 13 mil pedidos, respectivamente. Nesta data, mais de 735 mil itens diferentes foram consumidos, com pedidos em 1.135 cidades brasileiras.

Entre as cidades que ocorreram mais pedidos destacam-se São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, sendo que o número total de pedidos do dia 27 de novembro seria capaz de atender todas as casas do Rio de Janeiro em um jantar.

No total, 80% dos estabelecimentos que participaram da ação também eram pequenos e médios restaurantes que puderam, por meio da plataforma, fazer parte e aumentar suas vendas na data que é um marco do varejo no mundo. Dos pedidos realizados no dia, 38% foram registrados em restaurantes deste porte. A data impactou mais de um milhão de pessoas em todo o processo de preparação em restaurantes. Nas entregas realizadas pelo iFood, foram 78 mil* entregadores parceiros envolvidos. Vale ressaltar que esses números são referentes apenas aos entregadores do iFood, pois cerca de 60% dos pedidos foram entregues pelos restaurantes. 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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