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Em nova campanha da Samsung, Juliette mostra como o Galaxy Z Flip3 5G traz praticidade e estilo a sua rotina

Juliette Freire, integrante do #TeamGalaxy, mostra como ter um Galaxy Z Flip3 5G* pode deixar sua vida mais fácil e prática graças as inovações que o formato dobrável permite. No vídeo da nova campanha da Samsung, que passa a ser veiculada a partir desta terça-feira (16), Juliette mostra algumas das facilidades e todo o estilo e versatilidade que um smartphone dobrável pode trazer para a sua rotina.
No vídeo, ainda na cama, Juliette acorda e lê as notificações de mensagens e dos aplicativos que recebeu durante a noite diretamente da tela externa do dispositivo, que é maior1 que as versões anteriores, permite que novas interações sejam realizadas e avisos e notificações sejam lidos de maneira mais fácil.
Depois, Ju é vista dentro de um avião, tirando selfies com o smartphones dobrado – a mesma tela externa que recebe notificações também é o visor perfeito para tirar selfies divertidas e cheias de estilo sem precisar desdobrar o Galaxy Z Flip3 5G.
A ação também mostra Juliette em uma banheira com o smartphone em mãos. Ela relaxa e mostra não ter nenhuma preocupação, já que o Galaxy Z Flip3 5G e o Galaxy Z Fold3 5G* são os primeiros dobráveis do mundo a terem resistência à água2.
E para finalizar, Ju coloca o smartphone parcialmente dobrado sobre uma mesa, que, por conta do Modo Flex3, pode ser utilizado como uma espécie de tripé: é só colocá-lo na mesa e fazer aquela pose pra bombar nas redes sociais com as mãos livres.
Ficha técnica
Título: Abra o Novo com Juliette
Agência: Mutato
Cliente/Produto: Samsung – Galaxy Z
coCEOs: Andre Passamani e Eduardo Camargo
Diretor de Criação: Pedro Menezes
ACD: Felipe Fagundes / JB Junior/ Alexandre Stamm
Criação: Carol Freitas, Guilherme Sato
Diretor de Mídia: Felipe Arruda
Mídia: Paola Bastos, Fabiana Marques, Gabriela Gutierres e Beatriz Anjos
VP de Negócios: Decio Freitas
Diretor(a) de Contas: Camila Ribeiro
Atendimentos: Gabriela Gomes, Ítalo Lôbo, Nayane Torres, Laura Sena
VP de Operações: Daniel Ceconello
Diretora Executiva de Produção Integrada: Lara Kaletrianos
Gerente de Produção Integrada: Renata Ruas
Produção Integrada: João Alfonso
Produtora de Vídeo: PARANOID
Produção Executiva: Marcel Weckx, Gabi Hahn e Luiz Armesto
Atendimento: Mariana Barbiellini (Maribê) e João Avena
Direção: Bel e Ju
Direção de fotografia: Fê Oliveira
Direção de arte: Taisa Malouf
Direção de Produção: Roberto Bellezia
Coordenação de Pós-Produção: Bel Wallis
Montador: Gui Bechara
Finalização: Cris Caffaro e Driano Torres
Pós+ Comp. Gráfica: Gafanhoto VFX
Fotografo Still: Pedro Nasser
Produtora de áudio: LOUD+
Direção musical: Gustavo Garbato e Fabio Smeili
Produtor musical: Equipe Loud+
Atendimento: Priscila Miranda, Karina Amabile
Estratégia de Marketing de Influência: SPARK
Artista: Juliette Freire
Produção Artística: Giulianna Oliter
Produção Executiva: Bruna Cura
Manager: Grupo Rodamoinho
Stylist: Yan Acioli
Assistente Styling: Lia Neiva Barros
Camareira: Vilma Guerra
Beauty: Silvio Giorgio
Assistente: Angel Moraes
Manicure: Sandra Fernandes Cavalcante
Aprovação/cliente: Lucia Bittar, Adriana Camila Abud, Camila Izabel, Maria Fernanda Baker, Jean Mendes e Juliano Fortini
“O novo vídeo da Samsung com Juliette reforça a versatilidade do Galaxy Z Flip3 5G, que possibilita utilizar um smartphone de uma forma nunca vista antes. Seja para tirar fotos ou ler suas notificações sem desdobrá-lo, ou até guardá-lo no bolso da calça com facilidade graças ao seu tamanho portátil. Essa nova fase da campanha traduz os benefícios na prática ”, afirma Mario Sousa, diretor sênior de marketing e produto de dispositivos móveis da Samsung Brasil.
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.








