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Em comemoração ao Dia Da Cerveja, Grupo Petrópolis realizará Beer Tour em suas fábricas

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Em comemoração ao “Dia Internacional da Cerveja”, celebrado no próximo dia 4 de agosto, o Grupo Petrópolis anuncia o retorno do Beer Tour. A ação será executada durante todo o mês de agosto nas fábricas de bebidas do Grupo. Atualmente, a companhia possui oito unidades fabris, que estão distribuídas de forma estratégica nos municípios de Petrópolis (RJ), Boituva (SP), Teresópolis (RJ), Rondonópolis (MT), Alagoinhas (BA), Itapissuma (PE), Uberaba (MG) e Bragança Paulista (SP).

Realizado desde 2010, o Beer Tour do Grupo Petrópolis se tornou um verdadeiro sucesso, principalmente nas cidades de Petrópolis e Teresópolis, no Rio de Janeiro, local onde é demonstrado todo o processo de fabricação e envase de uma das principais cervejarias do país. Ao todo, a companhia dispõe de mais de 130 produtos no portfólio, presentes em mais de 10 categorias diferentes.

Recepcionados pelos mestres cervejeiros Leandro Silva (Uberaba), Álvaro Nogueira (Boituva) e Matheus Rodrigues Facca (Alagoinhas), os profissionais serão informados de todas as normas de segurança e receberão equipamentos de proteção individual, previamente ao início do passeio pela área fabril. Os convidados acompanharão desde o descarregamento das matérias primas, passando pela sala de brassagem e pelos tanques de maturação, até o envase, etapa em que a cerveja já é rotulada e embalada.

A visita durará, aproximadamente, uma hora e meia e, ao término, os participantes comemorarão o Dia da Cerveja com uma degustação harmonizada, sob a orientação dos mestres cervejeiros, que combina petiscos salgados e doces aos rótulos de cervejas especiais.

“Adotamos na nossa cadeia produtiva o que há de mais tecnológico no mercado. Não à toa, os equipamentos de todas as linhas de produção da companhia foram adquiridos na Alemanha e, consequentemente, são os mais modernos do mundo. A partir deles, atingimos a meta de 3,3 litros de uso de água para cada litro de cerveja, um resultado conquistado somente por cervejarias de alto padrão de produção e referência internacional. O beer tour é uma excelente oportunidade para demonstrar nossa eficiência, qualidade e diferencial competitivo no mercado de bebidas em todo o Brasil”, afirma Diego Gomes, diretor Industrial do Grupo Petrópolis.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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