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Em ação inédita, Tang convida adultos a “votarem com a essência de uma criança”

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Em continuidade às suas ações que tem como propósito preparar as crianças para um futuro melhor, Tang lança uma campanha inédita que tem como mote convidar os adultos a resgatar um olhar menos parcial e mais coletivo na hora de votar, sob a ótica daqueles que representam o futuro do mundo, as crianças.

Criada pela agência David, com formato para os canais digitais da marca, a ação acontece até o dia 29 de novembro (entre o primeiro e segundo turno das eleições brasileiras) e irá trazer questionamentos sobre o que deveria ser tratado como prioridade no momento da escolha dos representantes públicos, mas que acabaram sendo esquecidos ao longo do tempo pelos adultos, por inúmeros motivos e influencias.

Em 6 vídeos de 15 a 20 segundos as crianças irão mostrar que o principal motivo para se votar em alguém, sob um olhar simples, porém exato que só as crianças têm, deve ser um pensamento de melhoria para toda a sociedade: “eu votaria pra gente ter mais saúde”, “eu votaria pra não ter mais preconceito” são as falas delas.

Desde o Dia das Crianças, a marca vem trazendo depoimentos dos pequenos em suas campanhas: “Acabaria com a fome do mundo, eu quero igualdade pra todos”, “eu mudaria o coração das pessoas, ensinaria elas a amar as pessoas e os animais”, dizem elas. De acordo com Paloma Di Santo, Diretora Associada de Marca Tang, Clight e Fresh na Mondelēz Brasil, Tang é uma marca que que está há 45 anos presente na mesa dos brasileiros, por isso entende sua responsabilidade perante a sociedade e se coloca todos os dias como aliada de pais, mães e responsáveis, seja na hora das refeições ou em outros momentos, fomentando conexões familiares em suas iniciativas.

“Tang é uma parceria das famílias na preparação das crianças para um futuro melhor, mas na ação queremos inverter um pouco os papeis e provocar positivamente os adultos a enxergarem o mundo pelos olhos delas, que são o futuro, por isso convidamos a todos a votarem como uma criança.

REFORÇO DE PESO PARA FALAR DE PARENTALIDADE

Conhecidos em seus perfis por serem pais extretamente ativos na criação de seus filhos, a campanha de Tang contará com a participação da atriz Deborah Secco e do apresentador Marcos Mion.

Ambos farão posts em suas redes sociais para incitar as pessoas a pensarem no futuro de seus filhos na hora de votar, e também trarão depoimentos sobre como os seus filhos e as demais crianças votariam, caso estivessem na posição dos adultos hoje. A discussão ainda será amplificada nas redes por meio da hashtag #votecomoumacriança.

“O intuito do #votecomoumacriança é fazer as pessoas votarem com mais prioridade com base no que é essencial para construção do futuro melhor, e não de forma rasa ou superficial. Quando você “vota como uma criança” você vota com um potencial maior de pensar no futuro, vota com esperança, com mais significado e sinceridade”, finaliza Paloma.

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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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