Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Electrolux lança campanha que reforça parceria com consumidores em diferentes momentos da vida

Publicado

em

Todo mundo sabe: a vida não é uma sequência perfeita de momentos positivos que costumamos ver nas redes sociais. Quem nunca começou o dia cheio de expectativas e terminou só querendo um banho quente e uma refeição reconfortante? É nesse contexto que nasce a nova campanha “A vida tem dias e dias. Para todos eles, Electrolux” com foco em mostrar a presença da marca no dia a dia do consumidor. Afinal, a Electrolux sabe que uma casa bem vivida é fundamental para uma rotina com mais equilíbrio, conforto e bem-estar. A criação ficou por conta da DPZ, em parceria com as agências Live e InPress.

“Essa campanha traduz nosso posicionamento de marca de ‘Sua casa bem vivida’. Nosso compromisso é ser um parceiro confiável para todos os momentos, oferecendo soluções inteligentes que transformam a vida das pessoas para o melhor. A Electrolux se destaca por unir design minimalista e funcional — criando produtos e serviços que facilitam a rotina e melhoram a experiência de viver em casa.”, afirma Ana Peretti, vice-presidente de marketing do Electrolux Group América Latina.

Para lançar uma campanha com essa profundidade emocional, era preciso um formato à altura. E ele veio em horário nobre. No episódio de 9 de junho da novela Vale Tudo foi ao ar dentro da própria trama, o filme de 90 segundos da campanha — uma ação pensada para gerar empatia e identificação imediata com o público.

“Queríamos algo acessível, verdadeiro e integrado ao dia a dia das pessoas, como são os nossos produtos”, explica Isabella Maimone, gerente sênior de marketing da Electrolux na América Latina. “Com ‘A vida tem dias e dias’, reforçamos que não vendemos apenas eletrodomésticos, mas experiências que promovem conforto, sabor e conexão. Nosso compromisso é contínuo: queremos transformar cada casa em uma casa bem vivida, todos os dias, não só nos dias perfeitos.”

Continue lendo

Empresa

TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

Publicado

em

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

Continue lendo

Empresa

Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

Publicado

em

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

Continue lendo