Empresa
Eficiência no Digital: User Experience (UX) tem papel decisivo para marcas.

O surgimento das tecnologias digitais trouxe impactos significativos sobre as formas de apresentar produtos e, num cenário supercompetitivo e difuso, nunca foi tão difícil atrair e manter a atenção do cliente diante da imensidão de marcas e itens disponíveis a apenas um clique. Além disso, se antes, os consumidores decidiam suas compras baseando-se no produto em si e numa quantidade limitada de informações, hoje os hábitos de consumo são muito mais complexos. Cada vez mais as novas gerações avaliam toda a experiência que têm com as marcas, estabelecendo com elas uma relação muito mais íntima e criteriosa. Nesse contexto, uma área tem ganhado um crescente destaque: o User Experience (UX).
User Experience (UX), que significa, literalmente, “a experiência do usuário”, um campo muito mais amplo do que apenas o relacionado a interfaces digitais, como explica Guilherme Andrade, Head de UX na agência Gotcha!.
“O User Experience vai muito além de desenvolver sites e funcionalidades, ele abrange toda uma pesquisa minuciosa, captando o máximo de dados possível, traçando todos os pontos de contato que o cliente tem com o produto e a marca, para realizar, assim, um diagnóstico completo dos problemas e apontamento das possíveis soluções”, explica Andrade.
Ou seja, o profissional de UX é responsável por analisar todas as interações que o usuário tem com o produto ou serviço, levantando todas as suas dificuldades e propondo ajustes e mudanças a fim de tornar a experiência do cliente tão prazerosa e satisfatória a ponto dele esquecer até o nome dos concorrentes. “Com um mapeamento preciso é possível entregar uma análise tão detalhada que, muitas vezes, o cliente muda até a percepção de seu modelo de negócio, pois recebe uma consultoria muito aprofundada. Hoje, o User Experience tem um papel estratégico e indispensável para qualquer empresa que deseja ter destaque e relevância no mercado”, aponta o UX designer.
Vivendo o dia a dia da empresa
Para desempenhar esse papel estratégico, Guilherme Andrade explica que na fase de mapeamento, muitas vezes, a equipe passa semanas imersa na empresa que está analisando, acompanhando o dia a dia de todas as operações e identificando todas as necessidades do usuário. Somente após esse período de análises, conhecido como Product Discovery, é que são propostas as melhores soluções para o negócio.
“Muitas vezes, pequenos ajustes além de gerar impactos positivos na experiência do usuário também resultam em redução de gastos desnecessários na empresa”, ressalta Andrade.
No entanto, como o Head de UX aponta, para obter esses resultados, é preciso uma grande sinergia entre diversas áreas, como CRM, Criação, Relações Públicas, entre outras. “Na Gotcha! temos o diferencial de conseguir entregar todos os pontos relacionados à UX dentro de um só escopo e orçamento, pois temos essa visão 360º, integrando todos os departamentos, o que proporciona um resultado muito mais alinhado aos objetivos de crescimento de uma empresa ou marca”, conclui.
Empresa
Live commerce B2B emerge como fronteira bilionária e redefine negociações entre indústrias e varejistas em 2026

O live commerce, modalidade de vendas por transmissões ao vivo que revolucionou o varejo tradicional, consolidou-se em 2026 como uma das apostas mais disruptivas para o setor corporativo. No Brasil, o formato ultrapassou as fronteiras do consumo final (B2C) e passou a ditar o ritmo das negociações entre fabricantes, distribuidores e lojistas (B2B). Com projeções globais de alcançar US$ 36 trilhões até o final deste ano, segundo a International Trade Administration, o modelo oferece uma solução escalável para um mercado que, embora transacione R$ 2,4 trilhões anualmente no Brasil, ainda realiza apenas 2,5% desse volume em canais digitais.
Especialista no setor, a Netshow.me tem liderado essa transição ao oferecer infraestrutura que permite a indústrias lançarem produtos e fecharem pedidos em tempo real. A tecnologia da companhia permite a gestão de preços por estado e compras para múltiplos CNPJs dentro da própria interface da transmissão, algo que tem gerado resultados superlativos. “A plataforma permite que marcas fechem milhões de reais em vendas em poucos minutos, com retorno sobre investimento superior a 2.000% por transmissão”, afirma Daniel Arcoverde, cofundador da Netshow.me.
Diferente do modelo tradicional, que depende de catálogos impressos e visitas físicas de representantes, o live commerce B2B permite que uma única transmissão de duas horas alcance milhares de pontos de venda simultaneamente. Em um dos eventos realizados pela Netshow.me, o volume de pedidos superou R$ 25 milhões, reunindo mais de 4 mil lojistas. Para Rafael Belmonte, também cofundador da empresa, o ganho de produtividade é evidente. “Estamos falando de eficiência operacional, otimização de custos de visitação e resultados expressivos em uma experiência ao vivo. Quando o lojista pode ver, perguntar e clicar para comprar na mesma interface, isso muda a lógica do relacionamento comercial”, destaca Belmonte.
O modelo tem se mostrado especialmente eficaz em setores técnicos, como cosméticos, medicamentos, construção e autopeças, onde a demonstração detalhada e o esclarecimento de dúvidas em tempo real reduzem o ciclo de decisão de compra.
O avanço do live commerce corporativo no Brasil é impulsionado por gigantes como Mercado Livre — que já conta com 4 milhões de usuários habilitados para compras empresariais —, Amazon e Shopee. Essa competitividade força a indústria a repensar seus canais de sell-in, trocando negociações sazonais por interações dinâmicas e baseadas em dados.
O cenário aponta para uma reestruturação profunda na produtividade comercial brasileira. “Quando esse modelo ganha escala, ele não impacta apenas empresas individuais. Ele altera cadeias de suprimento, encurta ciclos de capital de giro e aumenta a produtividade comercial da indústria como um todo”, finaliza Rafael Belmonte.
Empresa
Johnnie Walker lança edição rara de 24 anos para simbolizar a jornada de resiliência rumo ao Hexa

Existem poucos momentos capazes de unir o mundo em torno de uma mesma emoção, e a Copa do Mundo da FIFA é, reconhecidamente, o maior deles. No Brasil, onde o torneio transcende o esporte para se tornar um símbolo de celebração coletiva, a Johnnie Walker apresenta uma iniciativa que transforma o tempo em narrativa. A marca lança uma edição especial de 24 anos, inspirada no intervalo entre as conquistas de 1970 e 1994, e no hiato que separa o título de 2002 da Copa do Mundo de 2026, materializando o conceito Keep Walking através da maturação do whisky.
O raro líquido de 24 anos não será comercializado, tornando-se acessível ao público apenas por meio de iniciativas exclusivas. A estratégia, desenvolvida pela AlmapBBDO, partiu de uma tensão cultural identificada em pesquisa: embora 77% dos brasileiros se definam como otimistas, apenas 33% acreditam na conquista do hexa em 2026. A campanha propõe que o verdadeiro otimismo reside na capacidade de continuar caminhando, entendendo que grandes vitórias exigem tempo, consistência e resiliência.
“O futebol me ensinou que nenhuma grande conquista acontece sem tempo, dedicação e coragem. Em 2002, vivemos um dos maiores momentos da nossa história, e é simbólico pensar que, naquele mesmo ano, começava a maturação de um whisky que hoje traduz a grandeza daquele momento”, comenta Cafu, capitão do penta e embaixador da ação.
A iniciativa marca um momento inédito para a Diageo, que estreia como apoiadora oficial da Copa do Mundo FIFA 2026 nas Américas. É a primeira vez que uma empresa de bebidas destiladas ocupa este espaço de patrocínio, consolidando o território de celebração da companhia sob um princípio inegociável: o consumo responsável.
Guilherme Martins, CMO da Diageo no Brasil, reforça que a melhor jogada é celebrar com equilíbrio. “Assim como no futebol, na vida não existem atalhos para grandes conquistas. Estar na Copa do Mundo FIFA 2026™ pela primeira vez com Johnnie Walker é uma forma de celebrar essa jornada coletiva, valorizando o tempo, a resiliência e, acima de tudo, a maneira como escolhemos viver esses momentos”, afirma o executivo.
A campanha terá continuidade com um leilão beneficente que reunirá experiências exclusivas, oferecendo a oportunidade de degustar o whisky de 24 anos em contextos únicos. A ação reforça o papel da marca não apenas como um produto de luxo, mas como um símbolo de esperança e maturidade, conectando o processo artesanal de destilação à trajetória histórica da seleção brasileira e de seus torcedores.








