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DRUID lança campanha para lentes ZEISS Vision

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O Brasil possui mais de 100 milhões de gamers e está entre os países com maior tempo médio diário em jogos, com alta exposição a telas. Trata-se de um público diversificado, mas com uma necessidade em comum para um bom desempenho nos jogos: visão nítida em diferentes distâncias e amplitudes. É mirando essa demanda que a DRUID Creative Gaming lança a campanha “Ninguém vê o game como você” para ZEISS Vision em diferentes jogos, mídia programática e parceria com a Warrior Media por meio da base de streamers e influenciadores.

A campanha reforça a variedade de lentes para óculos da marca ZEISS, desenvolvidas para diferentes perfis de jogadores digitais, com tecnologias que garantem autocuidado, conforto e saúde visual. Além disso, a agência identificou a oportunidade de inserir a marca no universo gamer levando também educação e orientação sobre as diferentes opções de lentes e distintas necessidades. As particularidades de cada um desses grupos que pertencem ao universo gamer exigem distintos designs de lentes para a correção de distúrbios da visão (miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia), que devem considerar tanto o comportamento visual quanto as mudanças anatômicas decorrentes da idade.

“Os gamers vivem uma busca constante pelas ferramentas ideais para extrair o máximo de potencial de suas atividades em frente às telas. No projeto que criamos, não só associamos o uso das lentes ZEISS à capacidade de participar de longas sessões de consumo de mídia sem desconforto, aproveitando cada detalhe visual sem sacrificar a saúde ocular, como também posicionamos ZEISS como um periférico essencial para o público gamer, integrando quase como parte do seu setup e também como um facilitador de experiências visuais imersivas e prolongadas”, explica Denise Azevedo, diretora de atendimento da DRUID Creative Gaming.

“As lentes ZEISS oferecem a precisão, clareza e conforto visual necessários para maximizar o desempenho em jogos, sendo uma ferramenta crucial para um gamer. Além disso, são de extrema importância para a saúde dos olhos, pois reduzem a fadiga ocular e seus sintomas. Na comunicação, enfatizamos como essas lentes podem melhorar o contraste e a percepção de detalhes, fundamentais para jogos que exigem reações rápidas e atenção contínua. E para geeks, que passam horas a fio consumindo conteúdo em telas, as lentes ZEISS proporcionam uma experiência visual sustentável, essencial para maratonas de filmes, séries e leitura digital.”, conta Paula Queiroz, diretora de marketing da ZEISS Vision no Brasil.

E para mostrar que ZEISS entende as necessidades únicas dos jogadores e incentivar que cada um vivencie seu momento da gameplay de maneira única, com uma visão aprimorada que só as lentes ZEISS proporcionam no game, a campanha destaca que “ninguém vive o jogo como você”, com mensagens direcionadas usando elementos de cada gênero de game, como “Ninguém Mira como você”, “Ninguém Rusha como você”, “Ninguém dá Headshot como você”, entre outras variáveis.

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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

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A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.

A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.

“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.

Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.

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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

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A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.

As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.

Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.

De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.

Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.

Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.

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