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DRUID e 16 01 se unem para preparar o mercado a trabalhar com games

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Se vídeo game era coisa para criança, essa máxima ficou no passado. De acordo com a Pesquisa Game Brasil (PGB), 72% dos brasileiros de todos os gêneros, idades e classes sociais consomem jogos digitais de diferentes tipos ou complexidade. Já segundo o último levantamento da Newzoo, hoje o mercado global de video games movimenta US$ 175,8 bilhões e a expectativa é que movimente mais de USD 200 bilhões em 2024.  Essa escalada exponencial representa atualmente um vasto mercado para que as marcas se conectem com as suas audiências em um novo ambiente e de uma maneira próxima e real. Mas, para explorar essa tendência é preciso estar preparado. E esse é o pano de fundo que impulsionou a criação do “Desce pro Play”, o primeiro programa de capacitação em estratégia e criatividade para aterrizar os negócios no mundo dos games, que foi desenvolvido em parceria pela consultoria de inovação 16 01 e pela agência especialista em business to gamer (B2G) DRUID.

O aquecimento do segmento e a rápida movimentação em direção a um mercado promissor, já gera atualmente uma corrida para a implementação de ações de marketing que visam experiências ou vendas no ambiente virtual de franquias, como Fortnite e Minecraft. Entretanto, essa dinâmica de enxergar os games enquanto plataforma e o perfil do gamer enquanto público, ainda é recente e carece de capacitação para descobrir a maneira mais inteligente e poderosa de unir dois universos que conceitualmente são tão distantes, mas que na prática estão se tornando um só.

‘’Muitas vezes as marcas não endêmicas – aquelas que não fazem parte da indústria de games – procuram a DRUID porque desejam desbravar a publicidade nesse ambiente. Entretanto, nem sempre elas estão prontas para isso. Seja porque ainda não contam com o produto certo ou porque ainda não está claro internamente com qual a potência que este mercado irá impactar no seu negócio”, detalha Bernardo Mendes, Chief Gamer Officer e co-fundador da agência.

Por outro lado, a consultoria 16 01 percebeu que grande parte dos clientes que procuram por ela para implementar soluções permeadas pelas metodologias e pensamentos da inovação e da economia criativa em busca de se conectar melhor e de forma mais eficiente com as suas audiências, ou para prototipar novos produtos ou serviços, ainda não despertou para as possibilidades que o universo gamer oferece em diferentes frentes. “E isso significa que estão desperdiçando potencial em ser um ´early adopter´ em um oceano que ainda é menos concorrido do que outros do marketing, como o dos influenciadores digitais, por exemplo. Mas, para ser bem sucedido, é preciso ter entendimento antes. Muitas vezes a marca não consegue ter visão holística do que pode fazer e, consequentemente, não tem uma estratégia e faz projetos muito soltos, pontuais, que acabam ficando fracos. A inovação e a colaboração vêm para resolver isso”, aponta Eduardo Paraske, sócio e co-fundador do negócio.

Então, ao vislumbrar que o mercado ainda está carente de conhecimento sobre como entrar nesse jogo para ganhar, ao mesmo tempo em que a pandemia acelerou a presença dos games na vida cotidiana de mais de três quartos da população brasileira, as duas empresas uniram suas expertises em um programa que gira em torno de três pilares principais que convergem em um caminho para as marcas.

O primeiro deles é o conhecimento em games em si para que os participantes entendam e conheçam sua complexidade e riqueza de oportunidades para inspirar seus desenvolvimentos futuros. O segundo é o match disso com o negócio de cada um para traduzir suas necessidades em oportunidades reais. E, por fim, o terceiro é a inovação e a aplicação do que há de mais efetivo, atual e impactante em termos de metodologias e ferramentas para criar e prototipar soluções aplicadas ao mundo dos jogos eletrônicos de maneira alinhada à estratégia empresarial.

De acordo com o especialista em inovação, eles enxergaram no “Desce pro Play” uma maneira de dividir a experiência da DRUID – que já desenvolveu ações como o conceito estratégico #IssoMudaOGame, que guia todas as iniciativas do Itaú no universo gamer, e o projeto de patrocínio de Buscofem do VALORANT Champions Tour Game Changers, que nasceu com o intuito de fomentar a participação das mulheres no cenário dos esportes eletrônicos – de uma forma estruturada na mentalidade de inovação que prevê aprendizado, experimentação e colaboração para traduzir o potencial genérico em prática aplicável para as companhias em estratégia. “Assim como nos jogos, é preciso passar por todas as fases do programa para zerar a missão e sair da capacitação com a mente aguçada para se destacar dentre os principais players da indústria nacional. Toda marca deveria ter uma estratégia em games, é lá que os jovens estão”, diz Leonardo Brazão, co-fundador da 1601.

A  Smiles é uma das marcas participantes do programa Desce Pro Play. ”Nós como marketing, UX e CX temos que conhecer a jornada, o perfil, os hábitos, para entender como podemos nos conectar com o universo gamer.  Existe uma oportunidade muito grande de impulsionar a marca, com inovação dentro desse universo que já não é mais um nicho e sim uma grande oportunidade de consumo e de consumidor. Além de ser uma preparação para a marca atuar de uma maneira ainda mais exponencial” detalha Beatriz Cabral, CMO da Smiles.

A expectativa do novo negócio é iniciar em 2022 e finalizar com cerca de 20 rodadas aplicadas, principalmente para indústrias que ainda não se apresentaram diretamente para games ou que não tem uma estratégia forte ou completa para isso.

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Gabriel Sotero lança agência NO.LAND com modelo adaptativo e conquista contas da Genera e ONGs globais

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O mercado publicitário brasileiro ganha uma nova operação com o lançamento da NO.LAND, agência fundada e liderada pelo criativo Gabriel Sotero, ex-VML e executivo de criação mais premiado do país no The One Show 2026. A nova empresa estreia no mercado já respondendo por projetos estratégicos, como o reposicionamento da Genera — marca de genética pertencente ao Grupo Dasa — e uma campanha integrada para as entidades ambientais globais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.

Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 reconhecimentos na indústria (incluindo Cannes Lions, Effie Awards, Clio Awards, D&AD e Clube de Criação), Sotero concebeu a agência com base no conceito de full specialist. A proposta visa superar a rigidez e os custos de organogramas tradicionais por meio de estruturas modulares e adaptativas, nas quais o fundador atua diretamente nas contas ao lado de times seniores especializados nas demandas setoriais de cada cliente.

“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A NO.LAND foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel Sotero, fundador da agência.

No campo da tecnologia, a agência incorpora inteligência artificial, dados e automação do briefing à produção final, posicionando o critério humano e a excelência estética (craft) como contrapontos à homogeneização do conteúdo gerado por algoritmos. O posicionamento da marca sintetiza a ruptura de barreiras operacionais a partir da assinatura: “NO.LAND is not nowhere. It’s everywhere.”

“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, cem planos de mídia e cem peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a NO.LAND”, complementa Sotero.

Com o novo modelo de negócios, a agência busca combinar agilidade operacional, inteligência de dados e ambição criativa para gerar diferenciação e impacto nos resultados financeiros de grandes anunciantes.

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LGL Case atinge marca de mais de 70 projetos em 2026 com foco na integração entre planejamento e produção de eventos

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A produtora de eventos e experiências de marca LGL Case consolidou sua metodologia operacional voltada à convergência entre planejamento estratégico e execução técnica no setor de live marketing. Em 2026, a empresa já contabiliza mais de 70 projetos corporativos de grande escala entregues, ampliando sua presença em ativações de marcas, eventos de negócios e produções com diferentes perfis de complexidade operacional.

O modelo de trabalho da companhia estrutura-se no alinhamento contínuo entre o desenho do escopo, a alocação de recursos, a gestão de prazos e a coordenação de fornecedores. A abordagem parte do princípio de que a viabilidade de uma produção depende da previsibilidade técnica construída ainda nas etapas iniciais, garantindo rapidez de resposta para ajustes de campo sem comprometer os cronogramas estabelecidos.

“Um evento não é bem executado apenas porque ficou pronto ou porque o resultado final corresponde ao que foi imaginado. Ele é bem executado quando existe coerência entre o que foi proposto, o que foi planejado e o que acontece na prática. Nosso trabalho é conectar essas etapas, antecipar desafios e tomar decisões que permitam transformar objetivos em entregas reais, com consistência do início ao fim”, afirma Gustavo Costa, CEO da LGL Case.

A operação abrange o acompanhamento direto de todas as fases da entrega, incluindo a análise das especificidades físicas dos espaços, a validação de estruturas técnicas e a supervisão das equipes envolvidas na montagem e desmontagem.

Com a sustentação desse fluxo integrado, a LGL Case projeta seguir expandindo seu portfólio no mercado de eventos, posicionando a precisão operacional e a coerência executiva como diferenciais competitivos para atender às demandas de grandes marcas.

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