Conecte-se com a LIVE MARKETING

Gente

Druid apresenta diretor de games e entretenimento

Publicado

em

A Druid, agência especialista no segmento Business to Gamer (B2G) e que traz como mindset conectar marcas e gamers de maneira significativa, anuncia a contratação de Felipe Felix. O profissional chega para atuar como diretor de games e entretenimento somando a operação da Druid o seu conhecimento em negócios desta indústria e para colaborar com o desenvolvimento de estratégias mais robustas e aumentar a capacidade de realização de novas ideias.

“É preciso instituir conexões de entrada para novas marcas e públicos na indústria gamer, e elevar o nível das ações para estabelecer um novo patamar de excelência global em entretenimento e games” aponta Cláudio Lima, CEO da Druid. “Por isso, estamos confiantes e certos de que com toda a sua experiência, Felix é o melhor profissional para nos ajudar a colocar trabalhos na rua com simplicidade, agilidade e engajamento, nos levando ao alcance dos melhores resultados para os nossos clientes, seja os endêmicos ou não-endêmicos, ” afirma Cláudio.

Felix trabalhou os últimos seis anos como gerente de produtos da ESPN, onde criou e gerenciou a vertical de negócios em esportes eletrônicos da empresa e atuando, ainda, como consultor interno de games para o grupo Disney. Sua carreira profissional também inclui passagens pela área de projetos da Escala, além de ter sido executivo de negócios na Naked Brasil, somando experiência em atendimento de grandes marcas como Google, 3M, Johnson&Johnson, Warner Games e Costa do Sauipe.

“Estou muito empolgado em fazer parte do time da Druid! Minha jornada com a agência será focada em desbravar novos caminhos de excelência estratégica para que marcas e players do segmento invistam não só em games como plataforma de comunicação e negócio, mas também em seus desdobramentos sociais e comportamentais no entretenimento” comenta Felipe Felix, o novo Diretor de Games e Entretenimento da Druid. “Para manter o fluxo nesses novos caminhos, nossa entrega será baseada em uma estratégia de games e entretenimento que vai além do conjunto de rotinas e padrões de API, seguindo a própria linguagem de programação das relações das marcas com seus públicos em um contexto regido por novas dinâmicas”, complementa Felix.

Continue lendo

Gente

Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

Publicado

em

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

Continue lendo

Gente

Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Publicado

em

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

Continue lendo