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DPZ&T cria campanha em comemoração dos 100 anos de Nestlé

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A DPZ&T foi escolhida pela Nestlé para cuidar de toda a campanha de 100 anos da marca no Brasil. Diante de um cenário tão desafiador, que trouxe uma nova rotina e impactos para a vida de todos, a agência e a marca entenderam o momento e a necessidade de reforçar o propósito da Nestlé neste último centenário de presença no País, por meio do conceito “Alimentando um Futuro Melhor”.

A comunicação que celebra esta data tão importante focou inteiramente no intuito de agir como um sopro de otimismo e esperança, inclusive com ações e iniciativas para os consumidores, sendo capaz de traduzir a presença de uma das marcas mais queridas e confiáveis entre os brasileiros e sua identificação com essa diversidade.

“No último ano, a necessidade de apoiar a sociedade com nossas marcas, ativações de marketing e comunicação foi reforçada, dando ainda mais vida ao nosso propósito de revelar o poder dos alimentos para melhorar a qualidade de vida de todos. Esse é um caminho que queremos seguir cada vez mais, dando protagonismo a iniciativas que reforcem nosso desejo de alimentar o Brasil e os brasileiros de uma forma que garanta nutrição, saúde e sustentabilidade a todos, rumo a um futuro cada vez melhor”, afirma o vice-presidente de Marketing & Comunicação da Nestlé Brasil, Frank Pflaumer.

Sobre a campanha

Para começar as celebrações do primeiro centenário da Nestlé no país, a fase inicial da comunicação foi ao ar nesta quarta (6). O filme que abre a campanha vem ao som de uma nova versão de “Tá Escrito”, hit originalmente cantado pelo Grupo Revelação e uma música bastante popular, que reflete os espíritos de reinvenção e resiliência do brasileiro e sua capacidade inerente de acreditar em um futuro muito melhor. Com produção da Hungry Man e direção de cena de João Caetano Feyer, o filme começa dando a letra: “Quem cultiva a semente do amor, segue em frente e não se apavora”.

A música passeia por imagens de brasileiros acordando cedo, reabrindo comércios, voltando aos estudos e ao trabalho do jeito que for possível, assim como às atividades esportivas e às rotinas dentro e fora de suas casas, sempre com sorrisos nos rostos e mantendo a proximidade habitual dos produtos Nestlé, que estão presentes há um século nas vidas de diferentes gerações.

No encerramento, a mensagem dá o tom do conceito “Alimentando um Futuro Melhor”: “Mete o pé e vai na fé que o futuro melhora. A Nestlé bota fé no Brasil há 100 anos, entrando todo dia na casa dos brasileiros e ajudando a construir o amanhã que a gente sonha”.

Ainda em janeiro, mês oficial do aniversário de 100 anos da Nestlé no Brasil, a marca lança a segunda fase da ação de comunicação em parceria com a DPZ&T, que promete uma grande novidade dentro do mesmo conceito.

“A Nestlé está presente em praticamente 100% dos lares no Brasil. Junte a isso as consequências econômicas e emocionais da pandemia e a receita está pronta: uma celebração popular que busca levar esperança às pessoas, mostrando a elas que, apesar de tantas dificuldades e incertezas, é hora de erguer a cabeça e mandar a tristeza embora. A campanha conta com três fases, que vão da valorização do otimismo às iniciativas concretas de várias marcas da companhia; todas sustentadas pelo conceito ‘Alimentando um Futuro Melhor’”, afirma Fabio Mozeli, diretor de criação da DPZ&T.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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