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Dove e UNICEF lançam ferramenta de conversa online que melhora autoestima e confiança corporal de adolescentes e jovens

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Dove, reconhecida por seu compromisso de longa data com a criação de um mundo em que a beleza é uma fonte de confiança, e não de ansiedade, amplia o Projeto Dove Pela Autoestima, a fim de contribuir para aumentar a autoestima e a confiança corporal de adolescentes e jovens. Em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância – UNICEF, organização que trabalha pela garantia dos direitos de crianças e adolescentes em mais de 190 países, Dove apresenta uma iniciativa inédita no contato da marca com o público jovem. Nesta quinta-feira, 14, será lançado o Topity, espaço online que combina game e conversa, em uma experiência segura, interativa e totalmente gratuita para adolescentes e jovens de todo o Brasil.

Desenvolvida pela startup tecnológica de impacto social Talk2U, a novidade pode ser acessada por meio do Messenger do Facebook e pelo WhatsApp . O Topity tem como objetivo contribuir com a melhoria da autoestima de adolescentes e jovens, colocando-os como protagonistas da experiência, em um ambiente seguro, privado e livre de julgamentos, com uma conversa conduzida por inteligência artificial e 100% confidencial. Todo o conteúdo foi desenvolvido em parceria com psicólogos e especialistas, com grande participação dos próprios adolescentes e jovens, fazendo com que as orientações contribuam, de fato, para a melhoria da autoestima e da confiança corporal. A meta é alcançar 2 milhões de adolescentes e jovens.

Ao iniciar a conversa, cada adolescente ou jovem escolhe por quem quer ser guiado: por Dandara ou Gabriel, personagens interpretados por atores que funcionam como anfitriões durante toda a jornada. Em seguida, define quais dos temas quer abordar: Família e Amigos, Redes Sociais e Mídia ou Valorize seu Corpo. A partir daí, tem início uma experiência composta por oito diferentes desafios que se assemelham a fases de videogame mesclando conversas, tarefas, dicas e orientações.

“É muito importante que adolescentes encontrem espaços seguros na internet, principalmente quando precisam falar de temas sobre a sua vivência, como a autoestima. O Topity está sendo lançado neste contexto de pandemia, em que muitos ficaram em casa por longos períodos, sem contato com amigos, com a escola, e com a rotina e hábitos alterados. Tudo isso influencia diretamente na autoestima e na percepção sobre o autocuidado. Por meio da conversa com o chatbot, meninas e meninos podem refletir sobre esses assuntos e entender a sua importância, com uma linguagem acessível, expressando suas opiniões de forma interativa,” diz Gabriela Mora, oficial do Programa de Cidadania dos Adolescentes do UNICEF no Brasil.

“Desde 2004, quando criamos o Projeto Dove Pela Autoestima, temos concentrado nossos esforços em ajudar a próxima geração a desenvolver uma relação positiva com sua aparência, melhorar sua confiança corporal e, assim, atingir seu potencial máximo. Sabemos que a faixa etária entre os 13 e 18 anos é um período crucial para formação da autoestima e para sua manutenção ao longo da vida, por isso acreditamos que, quanto antes conseguirmos quebrar padrões de beleza e ajudar as meninas e mulheres na relação com suas aparências, melhor”, comenta Fernanda Gama, gerente da marca Dove no Brasil.

Para entender o impacto do Topity na autoestima, foi realizado um estudo piloto com 1,7 mil adolescentes e jovens de 13 a 18 anos. Os resultados mostram que quem participou do Topity apresentou maiores índices de autoestima e aceitação do próprio corpo, em comparação com quem não participou. Em uma escala de 1 a 7, quem passou pelo Topity deu nota 6 para a melhoria imediata de sua confiança corporal. O estudo foi conduzido pelo Centro de Pesquisa em Aparência (CAR, em inglês), ligado à Universidade do Oeste da Inglaterra (University of the West of England)

De acordo com pesquisa divulgada pelo Projeto Dove pela Autoestima, neste ano, cerca de 84% das jovens brasileiras com 13 anos já aplicaram um filtro ou usaram um aplicativo para mudar sua imagem em suas fotos. A constatação comprova a pressão a que meninas se sentem submetidas para se encaixar em padrões de beleza. Apesar disso, o estudo destaca que 75% delas gostariam que o mundo se concentrasse mais em quem elas são, em vez de em sua aparência. Os dados reforçam a importância do investimento em iniciativas e ferramentas que ajudem adolescentes e jovens a construir uma relação mais positiva com seu corpo, ampliando a autoestima.
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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

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A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.

As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.

“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.

Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.

A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.

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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

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A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.

A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.

O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.

A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.

Ajuste estratégico e eficiência operacional

A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.

“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.

Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.

A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.

Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.

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