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DORITOS® e Supla se unem em campanha exclusiva para o lançamento de Buffalo Wings

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“C’mon champitos, vocês estão prontos pra essa novidade de Doritos®?”. É com essa chamada que Supla chega para contar ao público a mais recente inovação da marca no Brasil”: o novo snack DORITOS® Buffalo Wings. O sabor, tradicional nos Estados Unidos, já está disponível em todo o Brasil e traz campanha com o “papito”, de um jeito que os fãs da marca e do artista não esperavam. A música autoral ” It’s Buffalo Wings, papito” foi criada especialmente para comunicar o lançamento do produto, e pode ser acessada nas principais plataformas digitais (Facebook, Instagram, Twitter, Youtube) e plataformas de música.

Além da música, DORITOS®️ ainda surpreende os consumidores com um videoclipe especial produzido em parceria com o Supla, conectando a iniciativa com o posicionamento “FOR THE BOLD”. A marca tem o propósito de incentivar o público a expressar o lado bold que existe em cada um, e o cantor é a personificação disso, já que possui uma autenticidade marcante e reconhecida pelos seus fãs. “Quando pensamos em como poderíamos comunicar a chegada de Buffalo Wings para o público, sabíamos que precisávamos de alguém que ajudasse a tangibilizar esse propósito”, conta Pedro Goldfarb, diretor de Marketing da PepsiCo Alimentos no Brasil.

1Supla é cantor, compositor e um ícone no mundo do rock. Em suas redes, também é famoso por expressar suas ideias de maneira irreverente, misturando os idiomas inglês e português. “A parceria de DORITOS® com o artista foi natural, já que ambos buscam desafiar o status quo e quebrar a lógica. Na campanha, buscamos unir as características icônicas do cantor com o lançamento desse sabor, tradicionalmente conhecido nos EUA, que já conquistou milhares de pessoas em outros países”, completa Pedro.

Criada pela AlmapBBDO, a campanha “O DORITOS® com Sotaque” conta com peças digitais nas redes sociais de DORITOS® (@doritosbrasil) para divulgar o novo sabor, além de música e videoclipe cocriados com o artista. Nos conteúdos, a marca convida os consumidores e fãs a experimentarem Buffalo Wings do jeito único do “papito”, que reforça: “É crocante, ou melhor, crunchy. É gostoso, ou melhor, delicious. É picante sim, é spicy”.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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