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Doritos, Antra e Todxs se unem para retificar gratuitamente o nome de 700 pessoas trans e travestis no Brasil

Em linha com o propósito e compromisso firmados por Doritos em estender o apoio à comunidade LGBTI+ para além do Mês do Orgulho, celebrado no mês de junho, a marca de snacks da PepsiCo — multinacional de alimentos e bebidas que completa 70 anos no Brasil em 2023 — apresenta a primeira ação do ano, inspirada pelo movimento-manifesto lançado em 2022: #RespeitaMinhaIdentidade. A partir do Dia Nacional da Visibilidade Trans, celebrado em 29 de janeiro, a marca, em parceria com a Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais) e a Todxs, vai realizar e financiar um projeto ao longo do ano visando a retificação do nome e/ou gênero de cerca de 700 pessoas trans e travestis ao redor do país.
Para possibilitar todo o processo, em 2022, Doritos doou para as instituições parceiras R$ 1 milhão. Voltado principalmente para pessoas trans e travestis de baixa renda ou em vulnerabilidade social, com olhar atento às questões de gênero e raça, priorizando pessoas trans negras, a ação será realizada com o suporte de mais 15 organizações espalhadas pelo país.
Com inscrições descentralizadas em 15 estados, cada instituição terá acesso aos dados das pessoas interessadas e poderá aplicar recortes no critério de seleção de acordo com o nível de vulnerabilidade que o público que acolhem se encontra. Para se inscrever, basta acompanhar as redes sociais da marca, Antra, Todxs e demais parceiros. As inscrições vão ser abertas em breve.
“Sabemos que, enquanto uma grande marca, Doritos tem um papel crucial no apoio à causa LGBTI+ e em 2022 firmamos um objetivo muito importante de fornecer estrutura e visibilidade para as principais pautas do movimento. Nosso objetivo é que, por meio de nossas ações, mudanças de comportamento reais da sociedade ocorram em apoio à comunidade. Para isso contamos com um time especializado que vem nos dando o suporte necessário para concentrarmos os esforços onde nossa ajuda é mais urgente a cada momento. Esperamos com isso que mais marcas, instituições e o apoio popular se estenda para além do mês de junho e se torne uma causa de todos e todas durante o ano inteiro”, comenta Cecília Dias, VP de marketing para Salty na PepsiCo Brasil.
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








