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Doril DC 500 estreia campanha com Taís Araújo e direção de Lázaro Ramos

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Campanha foi adaptada para ser filmada sem equipe de produção, diante do início do isolamento social; marca se reinventa e renova tradicional slogan com foco em dores de cabeça

A nova campanha de Doril DC 500, estrelada por Taís Araujo e dirigida pelo marido da atriz, o ator e também diretor de cinema Lázaro Ramos, foi gravada na residência do casal, sem a presença de uma equipe de filmagem e com equipamentos simples como um celular. O filme, concebido antes do início do isolamento social em função da pandemia, teve de ser adaptado diante da nova realidade e foi realizado com orientação virtual remota para que o casal pudesse realizar a filmagem se encarregando de múltiplas tarefas na produção.

O filme estreia no dia 7 de maio e renova o famoso slogan da marca, que está presente na vida e na cabeça dos brasileiros há mais de 80 anos, agora com foco na dor de cabeça: “Tomou Doril, a dor de cabeça sumiu”. O novo Doril DC 500 possui fórmula com dipirona e cafeína, que potencializa a ação analgésica e proporciona alívio a partir de 15 a 30 minutos.
Nas cenas do filme, Taís compartilha um pouco de sua rotina durante a quarentena – a família está em isolamento em casa há mais de 40 dias -, desdobrando-se em mil papeis nos cuidados com a casa, família, alimentação, corpo, mente e trabalho remoto. “Gosto de estar presente, mas se tem uma coisa que ainda me tirar do ar é a dor de cabeça”, conta a atriz no filme. “A direção do Lázaro tornou o conteúdo mais genuíno, pois há muita cumplicidade e verdade no que mostramos, que estamos vivenciando atualmente. Filmar sem uma equipe completa de profissionais insubstituíveis foi um grande desafio, mas fizemos um grande esforço para não expor ninguém a riscos”, completa.

“A campanha traduz um insight super verdadeiro de que a dor de cabeça atrapalha o nosso dia a dia e tira a gente do ar. Nossa preocupação foi garantir que essa mensagem fosse transmitida ao consumidor levando em consideração a realidade que estamos vivendo hoje e preservando a saúde de todos. Contar com a parceria da agência, da produtora e da Taís e do Lázaro foi fundamental para isso. Conseguimos fazer a comunicação do novo Doril DC 500 de uma forma moderna e atual, que ressalta os valores da marca e resgata o seu slogan tão famoso”, comenta Carla Araújo, diretora de marketing de Analgésicos da Hypera Pharma.

A campanha foi desenvolvida pela My Agência, na intimidade entre Taís e Lázaro para que o resultado pudesse ser o mais natural possível. “A espontaneidade transmitida no vídeo é exatamente a mensagem que queremos passar para os consumidores em suas casas, demonstrar toda essa verdade que existe na rotina da Taís, como mãe, esposa, profissional, e também sua personalidade forte, sempre engajada nos temas atuais. Acreditamos que trazer verdades é o grande diferencial dos comerciais de hoje”, explica Woody Gebara, diretor de criação da My Agência.

Com a chegada do COVID-19 ao Brasil, todas as equipes de cliente, agência e produtora precisaram se esforçar para encontrar outros caminhos. “Tínhamos duas alternativas: aceitar o cancelamento da produção, que já estava pronta para ser filmada, ou nos adaptar à nova realidade. Então, partimos para o plano B. Uma solução criativa e original que encontramos em conjunto. Produção, cenário, figurino e direção foram feitos pelos atores com nosso suporte remoto”, explica Maurício Guimarães sócio da Sentimental Filme e diretor do projeto ao lado de Lázaro Ramos e também Luciano Zuffo.

Na experiência de Lázaro Ramos, executar funções de uma equipe que poderia envolver até uma centena de pessoas foi desafiador em muitos aspectos. “Os recursos tecnológicos que temos hoje, como vídeo chamadas e aparelhos celulares modernos, permitiram que o projeto fosse em frente mesmo sem a presença física dos especialistas, que fizeram muita falta. Tivemos que aprender, improvisar e nos ajustar para entregar um filme com boa qualidade. Valorizamos ainda mais a importância de todos os profissionais que participam de uma produção desse porte”, finaliza o ator.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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