Eventos
Divulgada a programação do 53º Festival de Inverno de Campos do Jordão

Reconhecido como o maior e mais tradicional evento de música clássica da América Latina, o Festival de Inverno de Campos do Jordão chega à sua 53ª edição em 2023 – ele não ocorreu apenas em 2020, devido à pandemia do coronavírus. A programação artística acontece de 01 a 30 de julho, conta com recursos de acessibilidade e está distribuída entre as cidades de Campos do Jordão – em três palcos – e a Sala São Paulo – em dois palcos. O Festival é realizado pela Fundação Osesp e pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas.
São mais de 60 concertos, todos eles com entrada gratuita e divididos entre três locais da cidade da Serra da Mantiqueira: o adorado Auditório Claudio Santoro (com apresentações de sexta a domingo); o popular Parque Capivari (concertos aos sábados e domingos); e a bela Capela São Pedro, localizada no Palácio Boa Vista (recitais aos sábados e domingos). A Sala São Paulo também tem uma agenda musical, com atrações distribuídas entre a Sala do Coro (de terça a quinta-feira, com ênfase em Artistas do Festival) e a Sala de Concertos (aos sábados e domingos).
No módulo pedagógico, o Festival recebe ao todo 136 alunos e 42 professores. Os bolsistas estão tendo, nesta edição, duas semanas de prática orquestral e duas de música de câmara, em aproximadamente 1.000 horas-aula. Convidamos dois grandes nomes camerísticos do Reino Unido: o Quarteto Brodsky, que toca a integral dos 15 Quartetos de Cordas de Shostakovich com os estudantes; e o quinteto de sopros London Winds, que permanece por uma semana participando de atividades educativas e artísticas. Os maestros convidados são o alemão Henrik Schaefer e a indonésia Rebecca Tong, que encerra a programação à frente da Orquestra do Festival com a estreia mundial de uma obra de Rafael Marino Arcaro, além de interpretar a amada Quinta Sinfonia de Mahler.
Segunda semana
Ao longo dos próximos dias, destacam-se na agenda as apresentações de Artistas do Festival nos dias 13, 14, 18 e 19/jul – são imperdíveis as que o Quarteto Brodsky faz ao lado dos bolsistas na Sala do Coro, na próxima semana (18 e 19/jul); da Orquestra Bach do Festival, regida por Luis Otavio Santos (14/jul, Auditório Claudio Santoro); da Orquestra Sinfônica de Campinas, sob a batuta da maestra Cinthia Alireti (15/jul, Parque Capivari); da Orquestra Filarmônica de Goiás, com Neil Thomson no pódio e Marina Martins no violoncelo (15/jul, Auditório Claudio Santoro; 16/jul, Sala São Paulo); e da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira, com regência do Primeiro Tenente Paulo Rezende e Emmanuele Baldini no violino (15/jul, Sala São Paulo). Toda a programação é gratuita, e os ingressos podem ser retirados a partir de 5 dias antes de cada apresentação, sempre às 10h, limitado a 4 ingressos por pessoa (haverá distribuição de remanescentes no dia das apresentações, na bilheteria, 1h antes do início, conforme lotação dos espaços). A programação completa desta edição do Festival pode ser acessada no site oficial.
Prêmios e bolsas
O Prêmio Eleazar de Carvalho contemplará o/a bolsista que mais se destacar nessa edição, concedendo a ele/a uma bolsa de US$ 1.400 mil mensais para estudar por um período de até nove meses em uma instituição estrangeira de sua escolha, além de ter cobertas as despesas de translado entre o Brasil e o exterior. A Fundação Osesp poderá premiar outros bolsistas que se destacarem durante as atividades com bolsas na Academia de Música da Osesp.
Eventos
SalesRush capacita mercado com imersão gratuita sobre processos de vendas B2B

A SalesRush, aceleradora comercial especializada em vendas B2B, acaba de anunciar a realização do workshop gratuito “Vendas Sem Improviso”. O encontro será transmitido online no dia 11 de março, das 16h às 18h, com o objetivo de munir profissionais de vendas, líderes comerciais, fundadores de empresas e agências de publicidade com uma metodologia prática para a construção de processos comerciais previsíveis — desde a definição do ICP até o fechamento dos contratos.
Em um cenário onde a improvisação ainda compromete a eficiência, o evento propõe uma jornada estruturada para corrigir falhas comuns que drenam a conversão. O conteúdo programático foi desenhado para ensinar como edificar um fluxo comercial moderno, integrando dados, frameworks de mercado e inteligência artificial como aliados estratégicos na rotina dos times de vendas.
O treinamento será conduzido por Daniel Rosa, CEO da SalesRush e especialista em estratégia comercial para o mercado de comunicação, e Camila Bove, COO da aceleradora, que possui vasta experiência em prospecção e inteligência de vendas. Os executivos apresentarão os 10 pilares fundamentais do outbound moderno, abordando temas críticos como diagnóstico comercial, construção de listas qualificadas, fluxos de cadências, estratégia de prospecção multicanal, social selling e gestão de objeções. O encerramento da imersão contará com um bônus especial focado em inteligência artificial e a utilização estratégica de CRM.
Para Daniel Rosa, a iniciativa ataca uma dor latente nas empresas brasileiras. “As empresas ainda sofrem com vendas conduzidas de forma diferente por cada vendedor, pipeline cheio e baixa conversão. Esse workshop é um chamado para trazer estrutura, método e previsibilidade para o processo de vendas”, afirma o CEO.
Com mais de cinco anos de atuação no mercado, a SalesRush já acelerou operações de mais de 300 empresas, entregando projetos que abrangem desde o diagnóstico comercial até o social selling com uso de IA. A iniciativa reforça o compromisso da aceleradora em elevar o patamar do mercado, preparando os profissionais para um momento em que a venda B2B exige, cada vez mais, a fusão entre processo, tecnologia e inteligência emocional.
Os interessados podem realizar a inscrição e ingressar na comunidade do evento através do link: workshop.salesrush.com.br.
Eventos
Riot Games convoca comunidade para experiência imersiva na Runeterra Fan Fest

No próximo dia 22 de março, a capital paulista será palco de uma celebração que promete borrar as linhas entre o virtual e o físico para os fãs de League of Legends. A Riot Games promove a Runeterra Fan Fest – First Stand, um evento que convida a comunidade a vivenciar o universo de Runeterra por meio de uma jornada sensorial sem precedentes. O cenário escolhido para a ativação é o Visualfarm Gymnasium, um hub de inovação e cultura em São Paulo, reconhecido por suas exposições digitais imersivas, que será integralmente transformado através de tecnologias de projeção de ponta para simular os campos de batalha de Summoner’s Rift e a grandiosidade do reino de Demacia.
A iniciativa marca o terceiro ano consecutivo em que a Riot desenha uma fan fest focada no engajamento direto com a comunidade. Mais do que um simples encontro, o evento se consolida como um ecossistema de entretenimento completo. A programação oferece diversas estações de gameplay para títulos como League of Legends, Wild Rift, Teamfight Tactics (TFT) e 2XKO, além do Artist’s Alley, um espaço dedicado a destacar o talento de artistas especialistas no universo da franquia. A experiência é complementada por uma loja oficial com itens licenciados do CBLOL e do First Stand, além de um telão de alta definição para a transmissão ao vivo da grande final, garantindo aos fans a atmosfera vibrante das arquibancadas.
Um dos pontos altos do evento, e que sinaliza uma estratégia de aproximação inédita da Riot com seu público brasileiro, é a realização de Meet & Greets exclusivos com desenvolvedores globais. Pela primeira vez, a comunidade terá acesso direto às mentes criativas por trás da franquia, incluindo nomes de peso como Matthew Leung-Harrison (Phroxzon), Lead Gameplay Designer; Ed Zhao, Product Lead da equipe de Campeões; e Thomas Randby, Art Director e Lead Concept Artist. A programação também contará com a presença de influenciadores e dubladores icônicos, consolidando o evento como uma das maiores ativações de live marketing do ano para o cenário de e-sports.
Com essa iniciativa, a Riot reafirma seu compromisso em fomentar não apenas a competição, mas a cultura em torno de seus títulos, transformando a audiência em participante ativa de um ecossistema que transborda das telas para a realidade física.








