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Dionisio.Ag participa do projeto #SAVETHENIGHT promovido pela Jägermeister

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A agência especializada em artes contribuiu com a curadoria de Agatha de Faveri e Apolo Torres para estimularem a produção criativa de artistas visuais

Com o isolamento social, muitos setores se adaptaram à nova realidade. Buscando por alternativas que contribuem para a arte e cultura, a Jägermeister convidou a Dionisio.Ag para participar de uma iniciativa que solidariza com a causa de maneira criativa.

O projeto #SaveTheNight terá apresentação de um artista por vez e estimulará o desenvolvimento criativo, potencializando habilidades exclusivas de alguns especialistas. A ideia é gerar conteúdo relevante para o público enquanto contribui com os profissionais das artes por meio do apoio aos projetos e da divulgação das obras.

A iniciativa contempla os segmentos da fotografia, retratado por Fernando Schlaepfer, da música, apresentado pelo Bruno Kioshi, da pintura, artes plásticas e graffiti, representados pela Dionisio.Ag por meio dos artistas Agatha de Faveri e Apolo Torres. As apresentações serão lançadas no Instagram dos próprios artistas e da Jägermeister, e com repercussão também no @dionisioarte.

Confira a programação completa dos lançamentos artísticos:

09/06 – Fernando Schlaepfer – Schlaepfer começou a atuar profissionalmente na fotografia registrando skate e teve sua primeira foto publicada aos 15 anos de idade. Após centenas de projetos autorais, fundou o I Hate Flash há dez anos.

16/06 – Bruno Kioshi | Músico formado pela EM&T (Escola de Música e Tecnologia), Bruno decidiu colocar a carreira de engenheiro em segundo plano para caminhar com as próprias pernas na indústria musical. O artista uniu seus conhecimentos de engenharia para desenvolver sua bucket drums (bateria de baldes) usando elementos inusitados e buscando timbres diferentes.

23/06 – Agatha de Faveri | Pintora e muralista, desde pequena já mostrava seu interesse pelo desenho. Estudou design de moda, mas seu verdadeiro amor sempre foi a pintura. Assim, sua paixão pela arte falou mais alto e, junto com uma pequena conspiração do universo, passou a se dedicar ao estudo do lettering (técnica de desenhar letras), especialmente por acreditar no poder das palavras. Atualmente, trabalha como artista plástica em tempo integral, levando seu lettering para telas, murais internos e externos, eventos, para as ruas e personalizando os mais diversos itens.

30/06 – Apolo Torres | Pintor e muralista, formou-se em Desenho Industrial na Universidade Mackenzie, em São Paulo, e estudou pintura na School of Visual Arts, em Nova York. Seu trabalho dialoga com a pintura clássica, street art e arte contemporânea. Com exposições individuais no Brasil, Itália e Estados Unidos (e participações em festivais e exposições coletivas em vários países) Apolo aparece como um grande expoente do muralismo contemporâneo brasileiro.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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