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Digi contrata Pablo Felicissimo como diretor de tecnologia

Para fortalecer o posicionamento da Digi como uma martech e reforçar o uso crescente de novas tecnologias, ferramentas e bancos de dados robustos na criação de campanhas de incentivo mais assertivas e eficientes, a Digi anuncia a contratação de Pablo Felicissimo, como diretor de tecnologia. Martechs são empresas que utilizam tecnologia e inteligência para planejar, executar e mensurar estratégias de marketing.
A agência, uma das mais influentes na área de Incentivo e Relacionamento do mercado, também reforça o time com a chegada de Natalia Moraes, como gerente de comunicação.
Com 21 anos de experiência no mercado, Pablo Felicissimo atuou na holding Grupo RTSC e atendeu empresas como CVC, Banco Original, Geru, PebMed e Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos, tendo desenvolvido o projeto de arquitetura de software da Olimpíada Rio 2016.
Formado em engenharia de software pela Unicarioca e com pós-graduação em Gestão de Projetos pela Universidade Estácio de Sá, Felicissimo vai liderar um time de 20 profissionais e se reportar diretamente a Pedro Bannura, presidente da Digi.
“Queremos fortalecer o desenvolvimento de produtos internos e de campanhas com altíssima qualidade e agilidade, seguindo as mais inovadoras tendências do mercado de tecnologia”, destaca Pablo Felicissimo.
Também chega à Digi a nova gerente de Comunicação, Natalia Moraes. Com 9 anos de atuação no mercado, Natalia já trabalhou na Motospeed Brasil, BrMalls, Novità Comunicação e 3M do Brasil. Também atendeu marcas como Burigotto, Peg Perego, Starkey do Brasil e Restaurant Week.
Formada em Comunicação Social – Jornalismo pela Facamp (Faculdades de Campinas), com MBA em Gestão de Marketing e Marketing Digital pela Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (Esamc), a profissional vai ser responsável por gerencial a equipe de comunicação, SAC e mídia, com 8 pessoas, e vai se reportar ao diretor de Core Business Bruno Briso.
“Atuo, há quase uma década, em conexões transformadoras entre marcas e pessoas, por meio de estratégias de marketing. Sou apaixonada por esse universo. Chego à Digi para agregar esta expertise ao time de comunicação”, reforça Natalia Moraes.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.









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