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Daniel Jotta é o General Manager da BETC/Havas

Com mais de 25 anos de experiência no mercado de comunicação, Daniel Jotta assume o posto de General Manager da BETC/Havas, com a missão de continuar alavancando e expandindo os negócios da agência comandada por Erh Ray. Desde 2013, o executivo vem desempenhando um trabalho muito focado em business, período em que ocupou por quatro anos a cadeira de VP de atendimento e novos negócios da DPZ&T e foi CEO da VividBrand.
“Daniel esteve à frente de um pilar extremamente estratégico num momento muito importante de uma das grandes agências do país, com um trabalho que envolveu construção de marca e crescimento, e foi altamente reconhecido pelo mercado. Além de ser um profissional premiado. A BETC/Havas, após consolidar a fusão e se tornar agora umas das maiores do país, viverá uma nova fase e acreditamos que suas habilidades vão refletir em resultados muito positivos”, ressalta o fundador e CEO da agência, Erh Ray.
“É um grande desafio ser general manager de uma das maiores operações do mercado. A BETC seguirá um plano sólido de se manter na liderança por meio da criatividade e dos dados a serviço dos negócios. E esse é um modelo em que eu acredito: não basta gerar awareness para os nossos clientes, a gente precisa impactar as vendas no fim do dia”, conta Jotta, destacando a sinergia entre o conceito Sexy & Bold que faz parte do DNA da BETC/Havas e o seu próprio perfil de gestão.
Daniel Jotta foi um dos fundadores do Grupo de Atendimento e Negócios do mercado brasileiro de publicidade. Em 2014, foi eleito Profissional de Atendimento do Ano no Prêmio Caboré e, mais recentemente, em 2019, integrou o júri do Effie Awards Brasil. Ele ainda traz em seu currículo passagens pela Y&R, Talent, Lew’Lara\TBWA, Grupo ABC e Dentsu, com projetos para marcas como Vivo, Renault, Natura, Itaú, Sadia, Perdigão, Red Bull, Bombril, Citibank, Santander e Folha de S.Paulo, entre outros.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.









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