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Cultura Inglesa lança campanha de matrículas do primeiro semestre de 2022

A Cultura Inglesa, rede de escolas de inglês, acaba de lançar sua campanha para impulsionar as matrículas de seus cursos regulares oferecidos no 1º semestre de 2022. Criada pela agência de publicidade Artplan, e apoiada em filmes produzidos pela Conteúdo Urbano, a nova campanha convida os alunos a voltarem às aulas de inglês, seja no formato presencial ou ao vivo pela internet. A assinatura “Quem faz Cultura Inglesa, fala”, que acompanha as peças de divulgação, reforça o orgulho de alunos e ex-alunos de compartilhar que fazem Inglês na Cultura Inglesa e chancela a qualidade do ensino da rede.
Com uma edição ágil e linguagem das redes sociais, os filmes produzidos para esta campanha são focados em dois públicos-alvo: crianças/adolescentes e adultos. Os vídeos apresentam uma Cultura Inglesa inovadora e destacam alguns de seus principais diferenciais de marca, como acesso à Plataforma de Experiência Gamificada, conteúdos digitais e a ampla imersão cultural pelo programa Culture+, além do novo Material Didático exclusivo da marca.
“O novo conceito nasceu da nossa percepção, e também da leitura da Artplan, sobre a recorrência de depoimentos espontâneos dos nossos alunos e ex-alunos em redes sociais que mostram um forte senso de pertencimento. Eles falam com orgulho que fazem ou fizeram Cultura Inglesa. Orgulho, este, que chamamos de “proud to be Cultura Inglesa”, explica Flavia Zulzke, Head de Marketing, Comunicação, Growth e Inteligência de Mercado da Cultura Inglesa. “Para esse ciclo de captação de matrículas, optamos por um estilo de vídeo que traz uma linguagem das redes sociais já que conversa diretamente com a volta dos nossos kids e teens para as aulas presenciais em nossas unidades. Estamos muito confiantes porque os números de matrículas já apontam esta volta muito forte”, conclui.
Segundo Bruno Kunikata, Diretor de Criação da Artplan SP, os novos vídeos foram trabalhados a quatro mãos, e houve um esforço para realçar as maiores qualidades da instituição, tangibilizando o conceito de “proud to be Cultura Inglesa”. “Isso se deu juntamente com o time da agência, muito pelo olhar de quem conhece a fundo a Cultura Inglesa, o que nos conduziu a usar uma linguagem mais “vida real”, tentando aproximar ao máximo do público para destacar a volta para as aulas presenciais”, ressalta Kunikata.
Os filmes da nova campanha da Cultura Inglesa foram gravados na Unidade conceito da Lighthouse, situada em Pinheiros, na capital paulista. A produção teve a participação de dois professores da Cultura Inglesa, Gabriela Morale e Hugo Caetano, que, juntos, têm mais de um milhão de seguidores no TikTok, além de contar com um time de atores contratados – a equipe seguiu todos os protocolos de segurança. Os filmes já estão sendo exibidos nos cinemas e, conforme estratégia de mídia definida pela marca, começam a circular nas mídias de performance digital, rádio, OOH e DOOH em dezembro, e continuam na TV aberta, pay TV e streamings a partir de janeiro.
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).
Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.
A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.
Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.
Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.
Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.
Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.
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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.
O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.
Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.
Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.
Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.
Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.








