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Cross Networking e Holding Clube transformam a N°1 em label

Marca que nasceu nomeando o camarote mais disputado da Marquês de Sapucaí, no Carnaval carioca, a Nº1 agora é label. “Estudamos os maiores e melhores festivais que ocorrem pelo mundo e que exploram outras frentes de negócios. Depois de tantos anos trabalhando com o Camarote N°1, conhecemos bem a nossa marca e o que ela representa para as pessoas. Temos a força e a segurança necessárias para explorar e gerar novos negócios por meio de uma curadoria de qualidade”, diz Tatianna Oliva, fundadora e sócia-diretora da Cross Networking, empresa responsável pela estratégia de expansão da N°1 e que faz parte da Holding Clube.
Os primeiros produtos lançados com o label são óculos de sol em collab com a Tuc Glasses, em três modelos: Friends, Fun e Sunset. Esse é o primeiro acordo de licenciamento envolvendo a marca.
A partir do Camarote, a plataforma N°1 se expandiu para o Réveillon N°1 e o Torcida N°1, que teve a primeira edição durante a Copa do Mundo, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo (SP).
Para este ano, a estratégia da plataforma vai ganhar reforços: o Torcida Nº1, iniciado com futebol, deve englobar também NFL (futebol americano) ou NBA (basquete). As festas populares brasileiras também estão no radar: um arraial de São João exclusivo está programado para ocorrer em São Paulo (SP).
“A ideia da plataforma é de lançar produtos que se conectem ao perfil do público e à qualidade e à essência dos nossos eventos. A N°1 é uma marca que vem sendo trabalhada faz três décadas e é admirada pelo público e muito considerada pelo mercado. A proposta de trabalho como plataforma e o lançamento do label abrem um novo capítulo nessa grande história”, diz Marcio Esher, sócio da Holding Clube.
Agências
Outpromo apresenta novo reposicionamento institucional voltado ao impacto no varejo físico

A Outpromo, agência especializada em shopper marketing, trade marketing e brand experience, anunciou ao mercado um novo momento institucional. Sob a assinatura “Stand Out Or Get Out“, a empresa, pertencente ao ecossistema da Omnicom Media, consolida sua atuação estratégica voltada a auxiliar marcas a capturar a atenção dos consumidores e gerar conversão ou engajamento no ambiente físico, incluindo pontos de venda, espaços públicos e grandes eventos.
O reposicionamento acompanha uma fase de expansão no mercado nacional. A agência, que atende contas como P&G, Reckitt e Heineken, integra estratégia, criação, produção e execução em um fluxo operacional unificado.
O novo conceito foi estruturado com foco na disputa pela atenção do público na economia atual. A agência tem utilizado dados para demonstrar a clientes que experiências físicas diferenciadas podem atuar na retenção e fidelização do público. A aplicação prática desse modelo inclui projetos como a utilização de robôs de abordagem, a produção de telas dobráveis para gôndolas e o desenvolvimento de aplicativos de cashback. “Stand Out Or Get Out não é um slogan, é o critério que aplicamos a cada projeto. Se uma ideia não é capaz de interromper a rotina do shopper e gerar conexão ou conversão de verdade, ela não sai daqui. É essa régua que nos permitiu construir relações de tantos anos com nossos clientes: eles sabem que não entregamos apenas material de PDV, entregamos motivos para a marca ser notada. Nosso papel é provocar os clientes a irem além — da estratégia à execução, de ponta a ponta”, afirma Delyan Campo, managing director da Outpromo.´
Para acompanhar o movimento estratégico, a equipe de criação da agência desenvolveu uma reformulação de sua identidade visual. O design manteve as cores originais da fundação, preto e vermelho, introduzindo a tonalidade off-white nas peças. O projeto tipográfico combina uma fonte de maior peso estrutural com grafias clássicas. “Nossa nova identidade visual reflete o que o mercado exige hoje: a agressividade comercial necessária para vender, combinada com a sofisticação estética que destaca uma marca no ecossistema do varejo”, pontua Daniel Negretti, executive creative director da Outpromo.
A nova linguagem gráfica inclui o uso de texturas geométricas, elementos adaptados para animação digital e um conjunto de ícones próprios. A comunicação explora também variações a partir do termo “Out“, desdobrando-se em expressões como Stick Out e Break Out nos pontos de contato digitais e impressos. “A ideia desde o início era não deixar que esse movimento fosse um mero exercício estético. Com a motivação certa, nossa estratégia era deixar mais claro quem a gente é, como pensa e, principalmente, como entrega. Esse reposicionamento marca uma nova fase de crescimento, com mais ambição, mais precisão e menos paciência para o óbvio”, conclui Vinicius Gonçalves, vice-presidente de estratégia da Outpromo.
Agências
Setor de live marketing movimenta bilhões no Brasil e impulsiona expansão de agências no Nordeste

O mercado brasileiro de eventos e experiências de marca vive um período de expressiva movimentação econômica. Segundo dados do III Dimensionamento do Setor de Eventos, levantamento realizado pelo Sebrae Nacional e pela ABEOC Brasil com execução técnica do Observatório da Indústria da FIEC, o segmento movimentou R$ 813,5 bilhões em 2024, valor equivalente a 4,6% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. O resultado reforça a consolidação da economia da experiência como estratégia central no relacionamento entre marcas e consumidores.
Dentro desse ecossistema, o live marketing destaca-se pelo volume de recursos atraídos. Em 2024, os investimentos em experiências de marca ultrapassaram R$ 100 bilhões, impulsionados pela busca corporativa por conexões autênticas e mensuráveis com o público.
O aquecimento do setor tem motivado aportes diretos em estrutura e inovação por parte de empresas do ramo. A Making Soluções, agência cearense de live marketing com matriz em Fortaleza, operação em São Paulo e alcance nacional, completa 15 anos de atividades com o anúncio de um plano de expansão. A empresa amplia sua infraestrutura física, reforça a equipe e investe em novas soluções tecnológicas para atender à crescente demanda do mercado por integração de serviços. “Vivemos um novo ciclo de crescimento, com investimentos em infraestrutura, ampliação dos nossos serviços e fortalecimento do nosso posicionamento como um hub de criatividade. Nosso objetivo é continuar evoluindo, antecipando tendências e criando experiências cada vez mais relevantes para marcas e pessoas”, afirma Andrea Monteiro, CEO da Making Soluções.
A trajetória da empresa inclui projetos corporativos e de marcas de grande porte, com atuação em ativações promocionais, feiras, convenções, lançamentos de produtos e operações de outsourcing. Entre os trabalhos do portfólio estão o Circuito de Jangadas Pague Menos, os estandes do Festival Costume Saudável, o Compliance Day da Diageo e a inauguração do Complexo Híbrido do Trairi.
Embora a maior parte dos investimentos permaneça concentrada na região Sudeste, o mercado passa por um movimento de descentralização. Atualmente, o Nordeste responde por cerca de 20% do setor de eventos no país, firmando-se como região estratégica para a expansão de marcas.
O Ceará registra índices de crescimento acima da média nacional no segmento. Em 2024, enquanto o PIB brasileiro avançou 3,4%, a economia cearense cresceu 6,49%. Em Fortaleza, o turismo de negócios e os eventos corporativos movimentaram R$ 1,17 bilhão em 2025, um aumento de 15% em relação ao ano anterior. Do total de visitantes da capital paulista do estado, 31,2% viajam motivados por trabalho, congressos ou negócios.
A infraestrutura local apoia essa movimentação. O Centro de Eventos do Ceará possui 76 mil metros quadrados de área útil. Estudos do IPECE indicam que as atividades vinculadas ao equipamento geram impacto equivalente a aproximadamente 1% do PIB estadual, com potencial para movimentar cerca de 87,6 mil empregos diretos e indiretos. “As marcas perceberam que experiências bem planejadas criam conexões muito mais profundas com seus públicos. Hoje, o live marketing deixou de ser apenas uma ação promocional para se tornar uma ferramenta estratégica de relacionamento, posicionamento e geração de negócios”, avalia Andrea Monteiro.








