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CRANE apresenta a Campanha #PersigaOsSinais

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Ação desenvolvida para a global de biotecnologia BioMarin conscientiza sobre a importância do diagnóstico precoce para grupo de doenças genéticas raras

A nova campanha desenvolvida pela CRANE para a empresa global farmacêutica de biotecnologia Biomarin, que desenvolve e comercializa terapias inovadoras para doenças genéticas raras, graves e com risco de vida, já está no ar, com ápice previsto para o dia 15 de Maio, Dia Internacional da Conscientização sobre as Mucopolissacaridoses (MPS). Com o objetivo de difundir mais informações sobre as MPS, alertar a sociedade, pais, médicos e profissionais de saúde sobre os seus sintomas e contribuir na jornada do paciente, a campanha global #PersigaosSinais tem a iniciativa das farmacêuticas BioMarin, Sanofi Genzyme, Takeda, Ultragenyx e Associações de Pacientes em diversos países.

CRANE foi responsável pelo conceito global (Persiga os Sinais), que se desdobrou em peças em português, inglês e espanhol (para serem usadas em outros países), além de uma campanha no Brasil, Argentina, Colômbia e Chile. “De todos os assuntos dentro dos segmentos que já trabalhamos desde a fundação da CRANE, esta é a primeira vez que enfrentamos um desafio tão sensível. Vamos falar de doenças neurodegenerativas da infância, muitas delas fatais, e o diagnóstico precoce pode prolongar, e certamente trazer mais qualidade, de vida. E faremos isso em uma campanha Latam, envolvendo países cuja realidade é diferente da nossa, sobretudo em relação às doenças. Como se tudo isso já não fosse desafiador, nossa campanha é veiculada em meio à pandemia de COVID-19, e os portadores das MPS integram um grupo de altíssimo risco, porque muitas de suas funções são comprometidas. Então, pensamos em uma comunicação que sirva de alerta para os sinais dessas doenças, abordando consistentemente esta mensagem na campanha, com força suficiente para fazer as pessoas pensarem e tomarem uma atitude, mesmo que esta seja compartilhar o alerta com o maior número possível de pessoas”, explica Fabio Shimana, CEO da CRANE.

Para Vanessa Abe, Gerente de Marketing Latam da BioMarin, empresa de biotecnologia que encabeça as ações em prol da disseminação da informação das MPS na América Latina, a campanha é fundamental para alertar toda a sociedade para os sinais e sintomas da doença. Ela comenta que “enfrentamos diariamente batalhas para que as pessoas reconheçam os sinais das MPS. Por isso é tão importante falarmos disso, disseminar conteúdo e conhecimento, perseguirmos os sinais e sintomas fazendo a nossa parte para que esses pacientes possam ter um diagnóstico e tratamento para propiciar uma maior qualidade de vida”, finaliza.

As informações da campanha podem ser encontradas em mpsday.la e @mpsday.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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