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Costa Cruzeiros apresenta novos itinerários para a temporada de verão europeu de 2021

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A empresa italiana continua com a retomada gradual e responsável das operações e redesenha seus roteiros de abril a novembro de 2021; Temporada será marcada por ampla oferta de itinerários no Mediterrâneo, além do retorno dos cruzeiros no norte da Europa

Com retorno gradual e responsável das operações, a Costa Cruzeiros anuncia novo programa de itinerários para o verão europeu. Após o comunicado recente sobre os novos itinerários para o inverno europeu 2020/2021, a companhia italiana reformulou seu cronograma visando oferecer aos seus hóspedes a melhor experiência de cruzeiro com protocolos de saúde aprimorados.

De abril a novembro de 2021, a oferta da Costa no Mediterrâneo será ainda mais completa, com uma ampla variedade de roteiros. Além disso, o verão europeu contará com o retorno dos cruzeiros no norte da Europa, um dos destinos mais populares e requisitados pelos hóspedes da Costa.

Os detalhes e a abertura das vendas dos novos itinerários estarão disponíveis em breve no site da empresa e nas agências de viagens. A Costa está trabalhando com as autoridades locais e com todos os destinos para garantir uma implementação responsável, harmoniosa e bem organizada dos novos regulamentos e protocolos de segurança.

A partir de março de 2021, três navios vão oferecer viagens pelo Mediterrâneo Ocidental: o Costa Smeralda, primeiro navio da frota movido a GNL; o Costa Firenze, novo navio da companhia; e o Costa Pacifica, que terá cruzeiros de sete dias com escalas na Itália, França e Espanha.

No Mediterrâneo Oriental a Costa contará com três navios realizando cruzeiros semanais: o Costa Deliziosa, com itinerários para as Ilhas Gregas; o Costa Luminosa, com escalas na Grécia e Croácia; e o Costa Magica, com escalas na Grécia e em Malta.

Durante a temporada de verão europeu de 2021, a Costa terá quatro navios cruzando o norte da Europa. O Costa Fortuna e o Costa Diadema farão cruzeiros de uma semana para as capitais do Báltico e os fiordes da Noruega, respectivamente. O Costa Favolosa oferecerá férias espetaculares de quatorze dias na Islândia, nove dias nos Fiordes Noruegueses e quinze dias na Irlanda, Escócia e Inglaterra. Enquanto isso, o Costa Fascinosa oferecerá itinerários de doze dias para o Cabo Norte e de nove dias no Mar Báltico.

E durante a primavera e o outono, a Costa contará com quatro navios no Mediterrâneo. O Costa Diadema visitará Israel e Turquia em dois cruzeiros alternados de duas semanas, o Costa Fortuna oferecerá minicruzeiros para o Mediterrâneo Ocidental, e o Costa Favolosa oferecerá minicruzeiros na primavera e roteiros de dez dias para Marrocos no outono. Por último, mas não menos importante, o Costa Fascinosa vai oferecer itinerários de dez dias para Lisboa.

Ao anunciar o novo programa de itinerários, a Costa também comunica que todos os outros cruzeiros programados para o período de março a novembro de 2021 estão cancelados. A companhia marítima já está em contato com as agências de viagens e os hóspedes afetados pelas alterações, oferecendo alternativas de acordo com a legislação aplicável.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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