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Corona anuncia ilha paradisíaca no mar do Caribe

A cerveja Corona acaba de anunciar para 2022 a abertura de um destino especial: é a “Ilha Corona”, um paraíso reservado para que as pessoas possam se desligar da rotina do dia a dia e se reconectar com a natureza.
Localizado no coração do mar caribenho, o destino celebra a essência natural de Corona – feita apenas com ingredientes naturais – e sua paixão pela natureza e pelos momentos vividos do lado de fora.
“Como uma cerveja feita com ingredientes 100% naturais e nascida na praia, a Ilha Corona é um projeto especial, que nos ajuda a tornar nosso propósito – inspirar as pessoas a se reconectarem com a natureza e a cuidarem dela – ainda mais real”, complementa João Pedro Zattar, head de marketing de Corona no Brasil.
A Corona ainda vai levar consumidores de diversos lugares do mundo para a sua ilha – incluindo 20 brasileiros com acompanhante – para conhecerem o lugar e fazerem parte da experiência.
Para concorrer a essa viagem dos sonhos, basta participar da promoção “Ilha Corona”, que vai de 1º de dezembro a 15 de janeiro: ao comprar um pack de Corona ou o gift pack de Corona (com 4 cervejas Corona e uma toalha), o consumidor acessa o site, lê o regulamento, cadastra sua nota fiscal e na mesma hora recebe números da sorte para participar do sorteio.
Os packs dão direito a duas sequências de números, enquanto gift packs dão direito a cinco sequências; só podem aderir maiores de 18 anos, com limitação de até 50 números da sorte por CPF durante todo o período da promoção. Cada um dos 20 ganhadores poderá levar um (01) acompanhante.
Sobre a Ilha Corona
Cercados de mar e vegetação, os visitantes da Ilha Corona poderão seguir o ritmo da natureza, participando de atividades como oficinas de vida sem plástico, meditações guiadas com os sons naturais da ilha e até uma visita a uma fazenda local que fornece os ingredientes de origem orgânica utilizados no local.
Com o apoio da ONG internacional Oceanic Global, os hóspedes também terão atividades educacionais sobre a poluição do plástico, a proteção dos ecossistemas e a conservação dos oceanos, levando em conta os hábitos do dia a dia e o consumo e turismo responsáveis.
A ilha ainda será avaliada pela Oceanic Global a partir da eliminação do plástico de uso único e a gestão responsável de resíduos, entre outras boas práticas, endossando a já conhecida jornada de Corona na luta contra o plástico nos oceanos.
Toda a equipe de hospitalidade da ilha também passará pelo treinamento da ONG em sustentabilidade e melhores práticas operacionais.
Além da promoção, Corona também promove um leilão global em parceria com a ONG Oceanic Global para que o público possa visitar a ilha: neste site, consumidores podem dar seus lances e ganhar uma estadia de uma semana – nesse caso o contemplado poderá levar até nove convidados e ter a Ilha só para eles.
O leilão, que acontece até 14 de dezembro, tem como objetivo angariar fundos em projetos pela conservação dos oceanos por meio do trabalho da ONG.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








