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Coqueiro aposta na versatilidade e lança nova campanha com Juliana Paes

Juliana Paes é o mais novo rosto da marca Coqueiro. A marca começa 2021 com várias ações para reforçar seu novo posicionamento: “Rende mais possibilidades na sua mesa”. Em uma categoria ainda com baixa frequência de consumo, o objetivo é mostrar aos consumidores a diversidade de receitas que o pescado enlatado permite no dia a dia, e como uma latinha pode se transformar em uma refeição saudável para toda família.
A atriz foi escolhida por sua grande afinidade e identificação com o público-alvo da marca, pessoas que buscam um estilo de vida saudável e são preocupados em oferecer uma alimentação nutritiva para sua família.
A nova campanha tem lançamento no próximo dia 18 de fevereiro e é assinada pela agência Lew’Lara/TBWA, com produção da CINE. Além do filme manifesto, a campanha explora vários formatos digitais surpreendendo os consumidores com novos preparos e receitas.
“Nesse último ano observamos que os consumidores passaram a cozinhar mais e variar o cardápio com opções saudáveis e práticas tornou-se um grande desafio. Neste contexto entendemos que Coqueiro é um grande aliado para o consumidor, pois oferece toda saudabilidade da proteína do peixe e um mundo de receitas e possibilidades para o seu dia a dia. Queremos levar o pescado para a mesa dos brasileiros semanalmente“, explica Raphael Sampaio Fernandes, Gerente Executivo de Marketing de Coqueiro.
Após o lançamento do filme manifesto, a ação será sustentada ao longo do ano, com inserções mensais nas redes sociais, especialmente por meio do “Desafio Cria e Recria”. Nesta ação, a embaixadora de Coqueiro, Juliana Paes desafiará outras celebridades e influenciadores a recriar receitas tradicionais e do dia a dia dos brasileiros, utilizando atum e sardinha nas preparações.
As receitas serão escolhidas por meio de uma roleta virtual, e os influenciadores irão preparar um prato indicado no momento do desafio. Esta roleta será um filtro no Instagram e os consumidores também poderão utilizá-la para se desafiar no dia a dia. Ao todo serão 23 desafios ao longo do ano, mostrando as diversas possibilidades que Coqueiro oferece e dando visibilidade a todo o portfólio da marca, além de esclarecer os mitos em torno dos enlatados.
“Acreditamos que essa campanha tem enorme potencial de aumentar a frequência de consumo de Coqueiro, uma vez que além de mostrar que é muito prático, fácil de preparar e super saudável, vamos reforçar a mensagem de que não contém conservantes – uma das principais barreiras de consumo da categoria de enlatados. Limpar o peixe e ter certeza que está fresco e bom para consumir são as principais barreiras dos pescados frescos. Nosso processo visa simplificar a vida do consumidor, já que em nossas fábricas o peixe fresco é limpo, acondicionado nas latinhas e cozido em alta temperatura – este processo chamado ´tratamento térmico´ é o que garante um produto seguro, sem a necessidade de conservantes ou aditivos químicos“, finaliza Raphael Fernandes.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








