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Continental Pneus e Santander Brasil Ride renovam patrocínio

Dando continuidade à sua estratégia de aproximação do público ciclista, a Continental, fabricante de pneus de tecnologia alemã, renovou sua parceria com a Santander Brasil Ride, a maior prova de mountain bike ultramaratona premium do mundo.
“Já no ano passado tivemos a oportunidade de patrocinar eventos da Santander Brasil Ride e assim entrar em um universo novo para nós localmente, lembrando que desde 2017 somos patrocinadores do Tour de France. Além dos ótimos resultados de exposição de marca e brand awareness, esses eventos foram uma oportunidade para entendermos melhor o quanto os ciclistas valorizam atributos como performance e tecnologia, presentes em toda a nossa linha de produtos”, destaca Leandro Ramiro, gerente de marketing da Continental Pneus.
Não é sem razão que os pneus da Continental estão entre os preferidos dos ciclistas em todo o mundo. Em seu centro de tecnologia e desenvolvimento em Korbach, na Alemanha, a empresa se desafia a inovar constantemente e a incorporar tecnologias revolucionárias como o Black Chili, um composto inteligente que permite o aquecimento rápido do pneu de forma a garantir a menor distância de frenagem sob qualquer condição climática; as antifuros Vectran™ e ProTection; e as carcaças RaceSport para mountain bike, mais leves, resistentes e com proteção extra contra perfurações.
“É muito bom contar uma vez mais como parceira de nossos eventos com a Continental Pneus, uma empresa de 150 anos de história sólida em seu segmento. A marca já patrocina o tradicional Tour de France e, aqui no Brasil, nos apoia nesta que é a maior prova de mountain bike ultramaratona premium do mundo”, comenta Mario Roma, fundador da Brasil Ride.
A Continental Pneus fará sua estreia, na edição de 2022, no evento em Bonito (MS), que será disputada entre os dias 7 de 10 de setembro. Na sequência, estará na Maratona das Araras (10 de setembro), Santander Brasil Ride Bahia (23 a 29 de outubro), Maratona do Descobrimento em Arraial d’Ajuda (29 de outubro) e Diverge Gravel Race, em Botucatu (11 de dezembro).
Acompanhe nas redes sociais da Continental Pneus e da Santander Brasil Ride todos os detalhes e bastidores de cada evento.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








