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Como se destacar com Merchandising na prática?

Com o mercado competitivo, garantir boas vendas pode ser um grande desafio para muitas empresas. Uma das estratégias é ter planejamento para promover um produto no local e tempo adequados com preço atrativo. E como explorar da melhor forma o merchandising para se destacar?
Para Julio Bastos, Head Comercial da agência de marketing promocional, C2C Close to Consumer da filial da multinacional italiana de RH, Gi Group Brasil, a dica principal é ouvir quem está no ponto de venda. “Desta forma, é possível elaborar dentro dos indicadores-chave de desempenho (KPI´s) o acompanhamento alguns itens que tragam a vivência do promotor ou qualquer outro profissional que esteja em contato direto com o shopper. Só assim a tomada de decisão terá a agilidade necessária”, orienta.
O caminho para se diferenciar é pensar sempre em quais informações são relevantes para que a estratégia interna possa ser alterada ou revista, como o que faz o olhar do consumidor brilhar no PDV, qual o melhor material a ser utilizado e como formar vendedores embaixadores da marca. “O promotor bem capacitado, com a definição correta de KPI’s e formulários de pesquisa se torna a peça fundamental para tomada de decisão e, com isso, proporciona a diferenciação dos demais concorrentes”, complementa o Head de vendas.
Usar a positivação em PDV de maneira estratégica gera visibilidade do produto em um formato que atraia a atenção do consumidor, desde uma experiência de gôndola interativa, comunicação clara e/ou fazer o caminho do cliente com cross de produtos, por exemplo, deixar vinho e queijo próximos ou macarrão e molho de tomate. “E ressalto que positivação nem sempre é material físico, muitas vezes é uma execução do promotor com o próprio produto”, explica Bastos.
Ter um calendário promocional é outra estratégia bastante eficaz. “Sem sombra de dúvidas as datas comemorativas ou próximas de recebimento de salários são oportunas para ações de recompra, compre e ganhe, uso de positivação forte para atrair atenção e demonstração/degustação em conjunto com a data aumentam as chances de venda”, reforça. “A observação prática é o melhor termômetro para entender o comportamento, vem do ca mpo, do olhar de quem está ali com o shopper no dia a dia”, finaliza Julio.
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Reforma tributária e demanda por personalização levam empresas a reformular programas de premiação corporativa

A fase de testes da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) em 2026, etapa preparatória para a substituição do PIS e da Cofins prevista para 2027, tem levado corporações brasileiras a reestruturarem seus programas de incentivo e ações de fim de ano. O movimento busca alinhar conformidade fiscal e trabalhista às novas diretrizes da Receita Federal e ao artigo 457 da CLT — que rege a concessão voluntária de prêmios por desempenho —, ao mesmo tempo em que substitui kits tradicionais, como cestas de Natal, por recompensas flexíveis e customizadas.
Atenta a essa transição, a ecossistema de soluções de incentivo Mark Up reportou o crescimento do Prêmio Ideall, plataforma de shopping de prêmios B2B que movimentou R$ 121 milhões em créditos e somou 148 mil produtos resgatados em 2025. O ecossistema reúne mais de 1 milhão de opções de resgate — incluindo mercadorias, serviços, gift cards, pagamentos de contas, recarga de celular e transferências bancárias —, além do lançamento do Ideall Card em novembro de 2026, cartão virtual focado em ampliar as alternativas de uso sem incidência de tributação adicional.
A substituição de brindes padronizados por modelos de livre escolha reflete dados do mercado de consumo: levantamento realizado pela Ipsos em dezembro de 2025 revelou que 89% dos entrevistados consideram a utilidade do presente um fator decisivo, enquanto 87% destacam a satisfação pessoal ao receber itens de sua preferência.
Além da adequação tributária, o modelo digital simplifica a logística corporativa ao eliminar o armazenamento de produtos físicos. A plataforma da Mark Up oferece integração operacional com grandes varejistas, rastreamento de entregas, suporte pós-venda e implantação customizada em até 15 dias sem custo de setup, otimizando a eficiência e o planejamento das campanhas de reconhecimento empresarial.
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W3haus assina primeira campanha global de Black Friday da Getnet em sete países

A W3haus, agência do Grupo Stefanini, desenvolveu a campanha “Get+ Vendas”, a primeira iniciativa global de Black Friday da Getnet, fintech do Grupo Santander. Projetada para atender simultaneamente Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, México, Espanha e Portugal, a plataforma criativa foi desenhada para garantir consistência de marca e flexibilidade de adaptação cultural para os sete mercados.
A estratégia responde às particularidades dos calendários comerciais regionais. No México, por exemplo, a ação dialoga com o El Buen Fin, enquanto em outras praças o foco se divide entre a Black Friday tradicional e a Cyber Monday. A arquitetura da campanha permite adaptar mensagens, mecânicas de benefícios e abordagens de acordo com os hábitos de consumo e as necessidades dos empreendedores locais.
“Uma campanha global não pode falar exatamente da mesma maneira com todo mundo. Nosso desafio foi encontrar uma ideia forte, verdadeira e flexível o bastante para fazer sentido em diferentes culturas e momentos comerciais. ‘Get+ Vendas’ nasce dessa combinação entre consistência e relevância local”, afirma Leandro Pinheiro, diretor executivo de criação da W3haus.
“Atuamos em mercados que têm características próprias, tanto na dinâmica do comércio quanto na relação dos empreendedores com seus clientes. A construção de uma plataforma global nos permite fortalecer a identidade da Getnet e, ao mesmo tempo, preservar a relevância da comunicação em cada país”, destaca Denis de Lutiis, head global de comunicação da Getnet.
Com a assinatura “Get+ Vendas”, a Getnet e a W3haus unificam a posicionamento institucional da marca no ecossistema de pagamentos B2B, permitindo que cada subsidiária acione seus principais atributos de produto durante o pico de vendas do final de ano.
“O conceito é o mesmo. A conversa muda de acordo com quem está do outro lado”, conclui Alessandra Santana, CEO da W3haus.







