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Como a Pi Investimentos aumentou a audiência do seu canal no YouTube?

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Empresa desenvolveu forte trabalho de performance em parceria com a agência de marketing digital Raccoon

Com a missão de levar conscientização financeira à população, a Pi, plataforma aberta de investimentos do Banco Santander, conquistou uma audiência fiel, que busca seu canal no YouTube para se informar e conhecer no detalhe todo o funcionamento do mercado financeiro. O boom de audiência, que leva diversos clientes para a plataforma, foi conquistado por meio de um profundo trabalho relacionado à performance dos vídeos realizado em parceria com a agência de marketing digital Raccoon.

Após a parceria, a empresa viu o número de inscritos no canal crescer 66%, além de registrar um aumento de 314% no número de comentários. Além disso, os vídeos passaram a ser mais compartilhados de maneira orgânica, uma vez que eram direcionados especialmente para o público-alvo do negócio, gerando valor para os espectadores e criando uma conexão com eles. Em apenas dois meses, o crescimento do alcance absoluto foi de 1.055%, o que refletiu em um aumento de 5.120% na quantidade de visualizações.

Segundo André Palis, sócio-fundador da Racoon, a Pi Investimentos sempre teve uma proposta bem definida com relação ao conteúdo, tanto para investidores iniciantes, como para os mais experientes. Por outro lado, a interação do público ainda não havia atingido a expectativa da corretora, levando em conta a excelência do conteúdo.

“Estava muito claro para nós que havia um trabalho a ser feito no que diz respeito à performance do canal. A partir de então as empresas trabalharam em parceria e os resultados começaram a ser construídos. O nível de profissionalismo e qualidade do time da Pi e do conteúdo disponível no canal facilitou e muito nosso desafio. Ficamos honrados com essa parceria e acredito que conseguimos concluir a missão com êxito”, avalia Palis.

A head de conteúdo da Pi Investimentos, Fernanda Filgueiras, também comemora o sucesso do projeto. “Criamos conteúdo sobre investimento para ajudar quase 60% da população brasileira que ainda não faz nenhum tipo de aplicação, entre outros motivos, por falta de informação de qualidade. Essa parceria com a Raccoon viabilizou o crescimento de visualizações e de engajamento dos vídeos, o que nos ajuda com a missão de levar conscientização financeira para mais investidores e ampliar a visão e as perspectivas de mercado para os mais experientes. Estamos muito satisfeitos”, afirma.

O projeto

Para alcançar os resultados desejados, um intenso e profundo trabalho técnico entre as empresas teve de ser realizado. Do lado da Raccoon, o time de Social Media se mobilizou e desenvolveu todas estratégias utilizadas na parceria com a Pi.

Inicialmente, o maior desafio foi conseguir fazer com que o usuário encontrasse o conteúdo da corretora no YouTube. O conteúdo de qualidade já existia, mas ainda assim ele não chegava ao espectador no volume esperado. Assim, diversas técnicas de SEO para YouTube foram aplicadas, além da criação de roteiros e conteúdos pautados em dúvidas reais de usuários que faziam buscas volumosas sobre esse tipo de informação na plataforma.

O resultado imediato foi que os vídeos se tornaram mais visíveis, tanto para o público quanto para os algoritmos do YouTube. No primeiro mês, houve um aumento de 26% na taxa de engajamento média e em 19,5% na quantidade absoluta de inscritos. Já no segundo mês, registramos um crescimento de 171% na média de impressões.

Depois dessa estratégia inicial para melhorar a performance dos vídeos, a equipe da Raccoon em parceria com a Pi Investimentos passou a fortalecer o trabalho com segmentação do público. Nesse sentido, foram criados programas que dividiam os vídeos em níveis de conhecimento, como o “Pi Simplifica”, voltado para iniciantes; e o “3,14 Cast”, focado em um público mais experiente.

“De maneira didática, diria que o trabalho foi organizar a casa, dar visibilidade ao que tínhamos de melhor e conectar um público já interessado no tema ao conteúdo proposto, através da estratégia estruturada e predefinida. Existe toda uma tecnalidade envolvida, mas o mais importante é colocar nossa expertise para otimizar os resultados de uma empresa como a Pi e que merecia um alcance maior no canal. Ficamos felizes em colaborar e com os resultados obtidos”, aponta Lucas Pizetta, gerente da Raccoon responsável pelo projeto.

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Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

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A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.

A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.

Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.

Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.

Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.

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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

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Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.

A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.

Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.

Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.

O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.

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