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Com vídeo mapping no Parque Ibirapuera, Huggies Brasil anuncia parceria com Disney

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Huggies, marca do portfólio da Kimberly-Clark e líder no segmento de soluções para cuidados com os bebês, iniciou 2021 com uma série de novidades para os consumidores, sendo o licenciamento de produtos com a The Walt Disney Company Brasil uma delas. E, para marcar essa nova fase, Huggies preparou uma série de ativações sob o conceito De todo abraço nasce uma conexão mágica, que promete inspirar muitos abraços com ações repletas de magia.

Uma das grandes ações da campanha, criada pela PROS, agência de PR de Huggies, responsável pelas ativações e ações com influenciadores da marca, foi uma projeção realizada no Parque Ibirapuera, em São Paulo, que teve como objetivo levar um espetáculo mágico, via transmissão digital, para dentro da casa das famílias. Para isso, o vídeo com a captação do momento foi divulgado em primeira mão em uma live sobre a magia dos abraços, com apresentação da atriz e apresentadora Giovanna Ewbank e do ator Julio Rocha, ambos do time de embaixadores da marca.

“Nosso olhar para o cuidado, desde o desenvolvimento de um produto até a sensibilidade de construir uma campanha, a atenção com nossas embalagens e o compromisso de entregar uma experiência única, faz parte da história do cotidiano de muitas famílias, assim como a Disney, que está presente na vida dos nossos bebês desde o início por meio da magia. Para as famílias que sempre cuidamos e para as que começaremos a cuidar, essa parceria significa a junção do abraço com a magia na hora do banho, de dormir e brincar, com a qualidade já conhecida dos produtos Huggies. Acreditamos que de cada abraço nasce uma conexão mágica, e a partir de agora esses abraços estão ainda mais mágicos”, reforça Patricia Macedo, diretora de marketing da Kimberly-Clark.

A campanha também dá início às ativações de Huggies com o novo time de influenciadores, que contempla mães e pais de diversas regiões do Brasil, trazendo diversidade e identificação para os consumidores da marca.

A Accenture assina a estratégia de mídia e de conteúdo nos canais de Huggies.

 

Projeção mapeada no Parque Ibirapuera recria a magia do abraço, com foco em transmissão digital

Para oferecer uma experiência diferente e, ao mesmo tempo, levar a magia dos abraços para as famílias, Huggies criou uma projeção em um dos principais pontos turísticos de São Paulo, o Parque Ibirapuera, no lago principal do parque. A ação teve como objetivo retratar de forma mágica e emocionante a parceria com a Disney – recém- lançamento de novos produtos licenciados com personagens da marca – e a magia dos abraços, que está do DNA de Huggies e também dos milhões de mamães e papais por todo o país.

“O abraço tem um poder tão grande que se torna mágico. Ele representa a verdadeira conexão entre mães, pais e filhos e está presente na campanha de maneira poética e verdadeira, contextualizando a jornada das famílias com seus bebês. Ficamos muito felizes com o resultado e por proporcionarmos essa experiência para as pessoas, mesmo em tempos de distanciamento social. Uma ação à altura para anunciar essa parceria, que já é um sucesso”, diz Henrique Melo, gerente de marketing de Huggies.

Com criação da agência PROS, responsável pelo PR de Huggies, e produção do Estúdio Bijari, a projeção captada mescla um espetáculo na água, com muitas cores, uma trilha emocionante, os personagens Minnie, e a franquia Mickey e amigos, além de muitos abraços e muita magia nessa jornada entre as famílias.

“Nossa intenção foi trazer todo o brilho e a magia de Disney para uma apresentação muito emocionante de Huggies. Algo para celebrar os abraços que entrelaçam as vidas de mães, pais e filhos. E, tratando-se de duas marcas poderosas como essas, era preciso achar um lugar igualmente especial: o lago do Ibirapuera, cartão postal de São Paulo, que sempre reuniu famílias em momentos felizes”, complementa Maria Claudia Mestriner, diretora de criação da PROS.

O vídeo está disponível na plataforma Mais Abraços de Huggies, em uma página exclusiva da açãohttps://www.maisabracos.com.br/amagiadoabraco.html.

Na live que apresentou a projeção, Giovanna Ewbank e o ator Julio Rocha falaram sobre suas histórias de abraços e interagiram com as pessoas. Ao final, fotos de abraços dos consumidores apareceram no evento online.

Vídeos com histórias de abraços

Ainda como parte da campanha, Huggies reuniu histórias de abraços inspiradoras de três dos seus embaixadores e, ao final da live do dia 18, apresentou vídeos pra lá de emocionantes.

Uma das histórias retratadas é da apresentadora Flávia Viana, que teve sua primeira filha, Sabrina, aos 19 anos de idade. Após 17 anos, ela quis ser mãe novamente, mas teve duas gestações interrompidas. Compartilhou a sua história na internet, a fim de ganhar forças e, finalmente, após as superações, o encontro mágico tão esperado aconteceu: nasceu Gabriel, seu segundo filho. Para ela, o abraço mais especial da vida dea foi poder abraçá-lo pela primeira vez.

Outra história de abraço é a de Flávio Gonçalves, mais conhecido como Tenente Bahia, que perdeu a noiva no mesmo dia em que ganhou a filha, Sophia. De um dia para o outro, ele se viu viúvo, perdido e pai de uma linda menina prematura, que precisava muito dele. Seguiu firme em seus propósitos, superando as dificuldades. E, todos os dias, ao abraçar sua princesinha, concretiza a conexão mágica com o poder e a força do abraço sincero.

A terceira história é a da jornalista e apresentadora Nathalia Santos, deficiente visual desde que nasceu, que sempre sonhou em ser mãe. A força, o instinto e o medo se misturavam constantemente, e ela se perguntava: será que consigo? Como vou dar conta de cuidar de um bebê? Como vou saber o que ele sente? Hoje, mãe do Davi, Nathalia é uma supermãe, faz absolutamente tudo, e afirma que abraçar vai além do sentir; para ela, abraçar também é ver.

Os vídeos, com produção da Pílula Filmes, também estão disponíveis na página exclusiva da ação, na plataforma Mais Abraços de Huggies: https://www.maisabracos.com.br/amagiadoabraco.html.

Embaixadores Huggies 2021

A campanha dá o pontapé inicial nas ativações de Huggies com o novo time de influenciadores. Pais e mães, que são celebridades, além de micro e macroinfluenciadores irão representar a comunicação da marca ao longo do ano. Com curadoria e gerenciamento da PROS, alguns deles darão continuidade ao trabalho, que é desenvolvido desde 2021 pela marca, e vão se juntar aos novos nomes.

Giovanna EwbankJade SebaFlávia VianaSabrina PetragliaJuliana Paiva, Rizia Cerqueira, Julio RochaPaulo CastagnoliFlávio GonçalvesMarcela LaranjeirasLuize HoelzlNathalia SantosRozane CastroLilianne Dantas e Patricia Luna e Jéssica Cavalieri são os embaixadores Huggies 2021.

“É um time de peso e diverso em supersintonia com os valores da marca, que tem no abraço a sua essência para essa jornada de cuidado com os bebês”, afirma Patricia Macedo.

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85% dos compradores confiam mais em uma marca quando a IA a recomenda

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Imagine um cliente em potencial perguntando ao ChatGPT qual é a melhor empresa para resolver o problema dele — e a sua marca nem aparecer na resposta. Esse cenário já é realidade para milhares de negócios todos os dias. 

Durante duas décadas, estar bem posicionado no Google era sinônimo de ser encontrado. Hoje, esse jogo mudou de forma silenciosa, mas profunda: consumidores e compradores corporativos não abrem mais dez links para comparar opções — eles perguntam diretamente a uma IA e recebem uma resposta pronta, com marcas já pré-selecionadas. 

E os números a seguir comprovam que essa mudança não é hype passageiro, e sim um comportamento já consolidado, tanto no mercado de consumo quanto no universo B2B. 

O novo funil: a IA decide quem entra na lista

No universo corporativo, o impacto é ainda mais direto. Segundo a pesquisa The Answer Economy: How AI Search Is Rewiring B2B Software Buying, da G2, metade dos compradores de software (51%) já inicia sua pesquisa em um chatbot de IA com mais frequência do que no Google — um salto expressivo frente aos 29% registrados um ano antes. 

Mais importante: os chatbots de IA se tornaram a principal fonte de influência sobre quais fornecedores entram na lista final de avaliação, à frente de sites de review, sites institucionais e indicações pessoais. De acordo com essa mesma pesquisa, 85% dos compradores passam a ver uma empresa com mais credibilidade quando ela é mencionada por uma IA em uma resposta, e 69% já trocaram o fornecedor que tinham em mente inicialmente após a orientação de um chatbot.

Outros levantamentos do setor reforçam esse padrão: em boa parte dos casos, o fornecedor que vence a disputa já estava na lista inicial de considerados pelo comprador desde o primeiro dia da jornada — o que mostra que a etapa de descoberta, cada vez mais mediada por IA, é decisiva muito antes de qualquer conversa com um vendedor.

O consumidor final também mudou de hábito

O mesmo movimento aparece do lado do consumidor comum. Um estudo do IAB, divulgado no fim de 2025, constatou que visitas de compradores de alta intenção a sites de varejo quase triplicaram depois de uma interação com IA, e um em cada três desses consumidores clicou direto de uma plataforma de IA para o site do varejista.

Outros levantamentos recentes do setor de e-commerce apontam que mais da metade dos consumidores já escolheu uma marca que não conhecia a partir de uma sugestão de IA — e considerou a experiência positiva. 

Dados de mercado também mostram que o tráfego vindo de plataformas de IA já converte melhor do que o tráfego tradicional, invertendo uma tendência observada até pouco tempo atrás. Ou seja, quem chega a um site guiado por uma recomendação de IA está mais propenso a comprar.

No mercado brasileiro, segue a mesma tendência global. Uma pesquisa da Branddi, realizada em janeiro de 2026 com 500 consumidores de todo o país, revelou que 54% dos brasileiros já compraram algum produto ou serviço a partir de recomendação de uma IA, sendo que 34% repetiram esse comportamento mais de uma vez. 

Ainda assim, buscadores tradicionais como o Google continuam sendo a principal fonte de consulta antes da compra, citados por 72% dos entrevistados — um sinal de que a IA se soma à jornada, mais do que substitui os canais já existentes.

Apesar do crescimento acelerado da influência da IA, os estudos deixam claro que ela ainda não substitui o julgamento humano na etapa final da compra. Um levantamento recente sobre o comportamento do consumidor brasileiro mostra que a maior parte ainda afirma que a inteligência artificial não interfere diretamente na decisão final — ela é útil principalmente para comparar preços e localizar produtos, mas o “sim” final ainda costuma ser humano.  

Como as agências podem ajudar as marcas a virarem “recomendação” da IA

Boa parte das respostas que as IAs generativas entregam ainda depende, direta ou indiretamente, da forma como o Google e outros mecanismos de busca enxergam a autoridade de um site. Isso significa que o trabalho clássico de link building — construir backlinks relevantes vindos de portais de imprensa, sites especializados do setor e plataformas de avaliação — continua sendo uma das bases mais sólidas para uma marca ser reconhecida como referência. 

Quando um site recebe menções de fontes confiáveis e tematicamente conectadas ao seu negócio, ele envia um sinal de credibilidade que tanto o algoritmo de busca quanto os modelos de IA usam para decidir quem merece ser citado como recomendação.

Para Felipe Cardoso, CEO da Rank Certo, agência especializada em autoridade externa para SEO e buscas com IA, esse cenário muda o papel das estratégias de visibilidade digital. Se antes o objetivo principal era conquistar posições no Google, agora as marcas também precisam construir sinais externos suficientes para serem compreendidas, citadas e recomendadas por sistemas de inteligência artificial. 

Para as agências, isso abre uma frente de trabalho estratégica: em vez de buscar apenas volume de links, o foco passa a ser a relevância e a autoridade da fonte — parcerias com veículos de imprensa, presença ativa em sites de review do setor, conteúdos técnicos citados por terceiros e menções em páginas já bem posicionadas. 

Quanto mais o perfil de links de uma marca se parecer com o de fontes que os modelos de IA já consideram confiáveis, maior a chance de ela ser mencionada tanto nos resultados tradicionais do Google quanto nas respostas de ferramentas como ChatGPT, Gemini e Perplexity — exatamente o momento em que o consumidor está formando sua lista de opções.

O que isso significa para as empresas

Na prática, isso configura um novo tipo de funil de vendas: a IA domina a fase de descoberta e formação da lista de marcas consideradas, mas a decisão final ainda passa por validação humana — muitas vezes reforçada por sites de avaliação, que segundo a pesquisa da G2 são citados por 45% dos compradores como o sinal que mais gera confiança dentro de uma resposta de IA.

Esse cenário deu origem a uma nova disciplina de marketing, batizada de GEO (Generative Engine Optimization) ou AEO (Answer Engine Optimization): o trabalho de estruturar conteúdo, dados de produto e presença em sites de review para que uma empresa seja efetivamente citada — e recomendada — quando alguém pergunta a uma IA qual é a melhor opção do mercado.

Os dados são consistentes em diferentes países, setores e metodologias: a inteligência artificial já não é apenas uma ferramenta de busca, mas um agente ativo de recomendação, capaz de decidir quais empresas chegam até o consumidor.

 Para as marcas, não basta mais aparecer bem no Google. É preciso aparecer bem na resposta que a IA está dando, porque é ali que a decisão de compra começa a ser formada.

 

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Sponsors Day 2026 debate amadurecimento do setor e a transição do patrocínio para ativo estratégico de negócios

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O mercado global de patrocínios atravessa uma profunda reestruturação estrutural. As marcas deixaram de priorizar a mera exposição de logotipos e a busca por visibilidade isolada para focar em projetos integrados, capazes de gerar relacionamento profundo, reputação corporativa, engajamento comunitário e resultados comerciais mensuráveis. O diagnóstico foi o principal destaque da nova edição do Sponsors Day, evento promovido pela Associação Patrocínio Brasil (APBR) em São Paulo, que reuniu diretores de agências, gestores de propriedades e especialistas em mídia.

Sob o tema “O Mundo do Patrocínio”, o encontro traçou um panorama sobre a evolução do setor no Brasil e no exterior. O cenário atual é impulsionado pela profissionalização das estratégias, pelo crescimento dos aportes financeiros e pelo fortalecimento das leis de incentivo fiscal. A análise histórica apresentada reforçou a mudança no papel dos anunciantes, que hoje utilizam o patrocínio como uma ferramenta central de posicionamento de longo prazo.

A apresentação de abertura foi liderada pelo presidente da APBR, Adauto Gudin, e pelo vice-presidente de Marketing da entidade, Roque A. Horta de F. Mendes. Os executivos apontaram que a curadoria dos projetos patrocinados está diretamente atrelada à cobrança interna por entregas de ROI (Retorno sobre o Investimento) mais consistentes.

Nesse contexto, o debate destacou a importância de as marcas mapearem de forma clara seus territórios estratégicos de atuação — divididos em pilares como esporte, cultura, impacto social (ESG) e negócios —, garantindo aderência à identidade corporativa.

Outro ponto focal do evento foi a eficiência das ativações. Os painelistas enfatizaram que o investimento em uma propriedade só gera valor real quando desdobrado em estratégias de live marketing, produção de conteúdo proprietário e experiências imersivas que capturem a atenção do público antes, durante e após a realização do evento.

A mensuração de resultados também ocupou espaço central nas discussões do Sponsors Day. O painel técnico detalhou a urgência de adotar indicadores que extrapolem os relatórios quantitativos tradicionais de equivalência de mídia. As marcas passam a auditar dados qualitativos baseados em pesquisas de saúde de marca (brand health), curvas de reputação, nível de influência digital, net promoter score (NPS) e geração de valor reputacional.

O encerramento do encontro abriu espaço para reflexões sobre temas regulatórios que devem pautar os orçamentos de marketing nos próximos anos, como governança, compliance, a aplicação de dados em conformidade com a LGPD e a integração real de metas de ESG às campanhas de marcas. Adauto Gudin resume o atual estágio de maturação do mercado nacional. “O patrocínio está passando por um processo de amadurecimento. As marcas estão cada vez mais atentas à capacidade de gerar conexão, reputação, resultado e valor de longo prazo, e isso exige uma atuação mais estratégica, profissional e integrada aos objetivos de negócio.”

Ao promover debates dessa magnitude, a APBR busca qualificar as relações comerciais entre marcas e propriedades esportivas ou culturais. A meta é garantir que o ecossistema brasileiro de publicidade continue evoluindo para se consolidar não apenas como um motor de comunicação e entretenimento, mas como um ativo gerador de desenvolvimento econômico sustentável para o país.

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