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Com vídeo “Manifesto”, Fanta lança seu novo posicionamento global: “Colorful People”

Nos últimos anos, Fanta – a 2ª maior marca da The Coca-Cola Company no Brasil – tornou-se conhecida por mostrar para as pessoas que não vale a pena se levar tão a sério, sendo um incentivo para que todo mundo desperte o seu espírito livre e jovem – independentemente de sua idade. Por isso, a marca lança o movimento global “Colorful People”, que tem como objetivo empoderar os jovens de espírito a lutarem contra o cinza e espalharem diversão em mais de 60 países pelo mundo.
“Fanta abastece o lado brincalhão das pessoas para tornar os dias mais divertidos. A criação deste novo posicionamento vem da conexão historicamente muito forte da marca com diversão e a ideia é fazer com que o mundo que vivemos, que está cada vez mais sério, se engaje com esse lado divertido”, comenta Pedro Abbondanza, diretor de marketing de Fanta no país.
O Brasil é o primeiro país a aderir ao movimento – nomeado aqui como “Galera com mais Cores”. Para já começar colorindo o dia considerado o mais cinza da semana, o movimento se inicia na segunda-feira, 11 de janeiro, com o lançamento do filme “Manifesto”, que será exibido na TV aberta, salas de cinema e no digital, convidando o público a conhecer o novo momento da marca ( https://youtu.be/T4FQrTVcuOQ ).
Na mesma data, Fanta irá colorir os breaks dos noticiários da rede Globo com o “Plantão Fanta – Notícias com mais cores”, apresentado pelo jornalista Evaristo Costa. Com curadoria do UOL, o novo quadro exibirá as notícias mais divertidas do Brasil e do mundo durante os telejornais da emissora. A editoria também será exibida nos canais de social da marca.
“Galera com mais cores reforça ainda mais as ideias que temos colocado em prática nos últimos anos. Por isso, em 2021, queremos ir mais fundo na criação de experiências. Para nós, esse é o momento da marca se aproximar ainda mais dos seus consumidores e mostrar os seus multi sabores: Fanta Laranja, Fanta Guaraná e Fanta Uva – além dos mais de 90 sabores existentes globalmente. Teremos diversas ações durante todo o ano, que vão colorir o Brasil e engajar nosso público, recrutando jovens de espírito por todo o mundo”, completa Abbondanza.
A marca também levará o movimento para os pontos de venda, através de ativações de merchandising e materiais de comunicação que remeterão à verdadeiras obras de arte com toda a alegria e cores de Fanta.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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