Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Com Rodrigo Santoro, Inter lança campanha para quem quer ter uma vida global de verdade

Publicado

em

O Inter acaba de lançar sua mais nova campanha publicitária para quem quer ter uma vida global de verdade. Criada para apresentar os benefícios dos produtos e serviços globais do Super App mais completo do Brasil, a iniciativa será estrelada pelo premiado ator Rodrigo Santoro, um dos nomes mais relevantes da televisão e do cinema brasileiros, e que também tem uma trajetória de grande destaque nos Estados Unidos.

Com o slogan “Sua vida global é Inter”, a campanha vai focar nos brasileiros que querem acessar produtos financeiros em território americano, fazer compras internacionais ou estão planejando sua viagem para fora do Brasil. O carro-chefe que será apresentado ao público é a Global Account, conta em dólar integrada ao mesmo Super App usado pelos clientes para gerenciar a vida financeira no Brasil. Em apenas um ano, mais de 1,5 milhão de pessoas já aderiram a essa solução e passaram a ter uma vida global com o Inter.

“Essa campanha foi pensada para mostrar que não existem fronteiras para quem é cliente Inter. Nós temos um Super App completo, que oferece uma conta internacional em dólar e outros produtos que conectam as pessoas com o mundo de um jeito simples, com poucos cliques. Queremos reforçar que é muito fácil ter uma vida global mesmo morando no Brasil, e não há ninguém melhor do que Rodrigo Santoro, que tem uma trajetória internacional brilhante, para ser o rosto dos nossos produtos globais”, diz a superintendente de branding do Inter, Andrea Nocciolini Costa.

O Inter contou com a parceria da agência Cely, startup pioneira em conectar marcas e creators, para viabilizar a campanha com o ator. As duas empresas possuem um relacionamento de longo prazo para ações de influência. “Para a campanha do Inter com Santoro apostamos na cocriação na veia. Desde a concepção do roteiro, envolvemos o ator de forma autêntica e impactante. Dessa maneira, conseguimos transmitir uma mensagem verdadeira e relevante ao público, além de estabelecer uma parceria com um dos principais artistas brasileiros de renome internacional. O resultado dessa estratégia foi uma campanha genuína, impulsionada pela abordagem colaborativa e pela sinergia entre as partes envolvidas”, explica Waleska Pimenta Bueno, sócia da Cely.

Continue lendo

Empresa

TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

Publicado

em

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

Continue lendo

Empresa

Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

Publicado

em

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

Continue lendo