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Com Fernanda Paes Leme, Samsung destaca poder e versatilidade dos notebooks premium em nova campanha digital

Em série de vídeos, empresa reforça posicionamento inovador e mostra como notebooks premium auxiliam e facilitam a vida dos usuários
Seja para trabalho ou entretenimento. No escritório, em casa ou até no parque, a Samsung oferece notebooks premium que facilitam e acompanham qualquer ritmo. Em parceria com a Cheil, a empresa elaborou uma campanha digital protagonizada por Fernanda Paes Leme. Em uma série de seis vídeos disponibilizada no canal da marca no YouTube, a atriz e apresentadora destaca como os notebooks auxiliam e facilitam seu dia a dia de um jeito inovador.
“Projetamos uma campanha capaz de ressaltar os diferenciais de nossas soluções. Desenvolvemos notebooks que são objetos de desejo entre os consumidores, com recursos pensados para otimizar o dia a dia do usuário. E a Fernanda Paes Leme, com seu perfil dinâmico em mais de uma área de atuação, é o perfil ideal para evidenciarmos os recursos desta linha”, explicou Sandra Chen, diretora da área de notebooks da Samsung Brasil.
Com dois vídeos dedicados a cada modelo da linha premium (S51, S51 Pro e S51 Pen), a atriz retrata como os aparelhos podem ser inseridos, de maneira bastante simples e natural, na rotina dos usuários. Em relação ao S51, é ressaltado o design que combina modernidade e resistência, com estrutura em Metal 12, tela de 13,3” polegadas e peso de apenas 995g. O som imersivo, com tecnologia Dolby Atmos e alto-falantes 3W Stereo (1.5W x 2), também é destacado.
Nos conteúdos sobre o S51 Pro, a influenciadora evidencia os recursos para uso profissional do aparelho. A performance é assegurada pelo SSD de 256 GB.que promove avanços significativos em relação ao tradicional HD, como leitura de dados mais rápida e menor consumo de energia. Para elevar ainda mais o desempenho, o S51 Pro oferece possibilidade de armazenamento triplo, com o SSD de fábrica, um HD ou SSD tipo SATA extra e mais um SSD tipo m.2 em um espaço extra.
Os vídeos do S51 Pen, por sua vez, reforçam a versatilidade do aparelho, que além da caneta S Pen, tem utilização em quatro modos: tenda, apresentação, tablet e o tradicional notebook. Além do design inovador, o aparelho investe em soluções de segurança, como a Pasta Segura, que mantém arquivos e dados sensíveis protegidos por encriptação.
“Esta linha é caracterizada por ser a exata combinação entre alto desempenho e refinamento, oferecendo uma combinação exata entre poder, sofisticação e leveza. Pensamos no tipo de consumidor mais exigente, que busca por um notebook de alto rendimento, sem perder a conexão com seu estilo de vida”, completou Sandra Chen.
Samsung Flow e Samsung DeX: conectividade entre dispositivos
Além dos recursos que asseguram desempenho e segurança, outro grande trunfo da linha premium está na experiência de interatividade. Com o aplicativo Samsung Flow, o usuário sincroniza perfeitamente o smartphone Samsung com o notebook. Assim, é possível receber notificações dos principais aplicativos direto na tela do notebook enquanto trabalha, além de compartilhar fotos com facilidade e espelhar a tela do celular no aparelho somente conectando os dois produtos na mesma rede e sincronizá-los através do aplicativo.
“Além das soluções em cada notebook, disponibilizamos uma experiência inovadora, onde a interatividade entre os nossos dispositivos torna a vida do usuário muito mais agradável e prática. Com a variedade de produtos que temos, é necessário oferecer uma experiência de conectividade, em que os usuários executem suas tarefas de maneira contínua, independente de qual seja a plataforma”, encerrou Sandra Chen.
O Samsung DeX, por sua vez, permite que, por meio de um cabo USB-C, a tela do notebook se transforme na tela do smartphone, fazendo com que seja controlado qualquer aplicativo ou função do smartphone diretamente no notebook.
Por fim, também é possível parear o que aparece na tela do computador diretamente na tela de uma Smart TV da Samsung. Esta função garante mais facilidade na hora de assistir um conteúdo no televisor, ou na hora de mostrar uma apresentação que está no computador, tudo sem a necessidade de cabos e ligações, desde que os dois produtos estejam conectados na mesma Rede Wi-Fi.
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).
Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.
A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.
Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.
Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.
Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.
Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.
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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.
O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.
Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.
Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.
Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.
Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.









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