Eventos
Com a expectativa da Black Friday, empresas começam a se preparar para atender o público

Um estudo da empresa americana AppsFlyer, aponta que a Black Friday de 2020 deve ser a maior de todos os tempos, já que os downloads de aplicativos de compras no Brasil cresceram 100% nos últimos meses. No entanto, tendo em vista a edição mais agressiva dos últimos 10 anos (data da primeira Black Friday no Brasil), empresas que não estiverem preparadas para esse novo desafio, e não adaptarem a comunicação com clientes rapidamente, correm um alto risco de perderem consumidores, afirma Beatriz Mendes, Gerente de Growth da WAVY Global, empresa de soluções em Customer Experience por canais conversacionais do Grupo Movile.
Dados levantados pela WAVY sobre a Black Friday de 2019, apontam o recorde de 200 milhões de mensagens enviadas pelas marcas para clientes, em um dia. Se contarmos todo o mês de novembro, o volume chegou a 1,3 bilhão de envios, auxiliando grandes e médias empresas a oferecerem experiências memoráveis durante a jornada de compra dos consumidores no período e após ele.
Na próxima semana, a WAVY Global está preparando a CX Conference | Black Friday Edition, dia 01 de outubro, às 13h, um evento online e gratuito com profissionais especialistas em tecnologia, atendimento ao cliente e comunicação, para falar sobre práticas de sucesso na tratativa com o cliente e como oferecer um atendimento escalável com resultados para além da Black Friday.
“O mundo está passando por uma aceleração na mudança das formas de se comunicar, e por isso a Black Friday desse ano será ainda mais competitiva para muitos negócios. As empresas devem estar preparadas, e nosso evento tem muito a agregar nesse sentido”, explica Beatriz. Para se ter ideia, uma pesquisa realizada pelo Facebook mostra que sete em cada dez empresas acreditam que atendem bem o seu público, e apenas 20% destes clientes têm esta percepção. Portanto, ainda há espaço para melhorar os atendimentos, garantir facilidade, respostas rápidas e interações ágeis; e estar presente em canais que as pessoas já utilizam, como o WhatsApp, Facebook Messenger, Apple Business Chat, Google message ou RCS, pode ser uma saída interessante para entregar uma experiência ainda melhor.
Como soluções robustas e rápidas, a WAVY oferece uma plataforma self service, com diversos recursos avançados de Inteligência Artificial conversacional. O serviço permite que o próprio cliente, sem necessidade de ter um perfil técnico, crie, teste e coloque um chatbot em ambiente produtivo, possibilitando que cada marca faça toda essa gestão de maneira prática e independente. Uma ótima saída para empresas que precisam se atualizar e otimizar processos rapidamente. Além disso, o serviço possibilita que as marcas e os consumidores se comuniquem de maneira mais ágil, seja por voz ou texto, em mais de 125 idiomas por meio de uma única versão do bot que identifica a língua usada pelo cliente. A tecnologia é o primeiro bot multi idioma da América Latina.
AgendaWAVY CX Conference | Black Friday Edition
Data: 01 de outubro de 2020
Horário: 13h
Valor e formato: Gratuito e online
Link para inscrição: http://bityli.com/agv9e
Eventos
Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.
Eventos
School of Rock e Galinha Pintadinha lançam acampamento musical de férias para o público infantil

A School of Rock, rede de escolas de música, e a Galinha Pintadinha, um dos maiores fenômenos do entretenimento infantil global, anunciaram uma parceria estratégica para o lançamento do Camp Musical Galinha Pintadinha. O programa de colônia de férias é voltado para crianças de 2 a 8 anos e combina musicalização infantil, oficinas de artes manuais e dinâmicas corporais, trazendo uma grade de atividades adaptada para o ritmo e as necessidades de cada faixa etária.
As atividades presenciais ocorrerão nas unidades da School of Rock em todo o país ao longo dos meses de julho e agosto de 2026, aproveitando o período do recesso escolar. O projeto pedagógico foi estruturado em três módulos específicos: uma imersão de três horas direcionada para bebês de 2 anos (acompanhados pelos responsáveis) e cronogramas de cinco dias consecutivos para as turmas de 3 a 5 anos e de 6 a 8 anos.
Durante a semana de atividades, as crianças terão a oportunidade de interagir de forma prática com uma grande variedade de instrumentos musicais, englobando desde itens de percussão e musicalização básica, como pandeiros e xilofones, até os instrumentos tradicionais de uma banda de rock, como guitarras, baterias e teclados. A programação inclui rodas cantadas que unem o cancioneiro popular às faixas de sucesso da Galinha Pintadinha, além de oficinas de artesanato focadas no desenvolvimento da coordenação motora fina e da percepção rítmica.
Paulo Portela, CEO da School of Rock, ressalta a sinergia institucional que motivou o projeto de live marketing educacional. “A parceria reúne duas marcas que têm a música como elemento central de suas atividades. Enquanto a Galinha Pintadinha faz parte do universo infantil por meio de canções e personagens conhecidos do público, a School of Rock desenvolve um método de ensino baseado na prática musical e na performance coletiva.”
O grande diferencial do acampamento de férias é a preparação de um pocket show de encerramento. Ao longo dos dias de imersão, os pequenos músicos ensaiam arranjos simplificados das canções da personagem para se apresentarem diante de seus pais e familiares no último dia do programa.
A performance coletiva coloca as crianças no papel de protagonistas da própria banda, utilizando os instrumentos explorados durante as oficinas. Mais do que celebrar o encerramento da colônia de férias, o minishow funciona como uma poderosa ferramenta de brand experience afetiva para as famílias, proporcionando aos participantes o primeiro contato com a dinâmica de uma apresentação musical em grupo e estimulando a autoconfiança e a socialização desde a primeira infância.









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