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Co-branding entre Danone Nutricia e GELITA dá foco às preocupações do consumidor 40+

A Danone Nutricia, divisão de nutrição especializada da Danone no Brasil, aliou-se à GELITA, líder mundial na fabricação e fornecimento de gelatina e colágeno, para lançar no mercado o primeiro suplemento alimentar com um peptídeo bioativo de colágeno desenvolvido especificamente para a saúde dos ligamentos e tendões.
O produto é o FORTIFIT PRO, suplemento em pó com foco no público de meia idade que, segundo o IBGE, representa 25% de toda a população do Brasil. Esses consumidores estão cada vez mais preocupados em manter uma longevidade ativa e em ter uma alimentação balanceada. Para atendê-los nessas necessidades, foi incluído na formulação o Tendoforte®, da GELITA, um peptídeo bioativo de colágeno com resultados comprovados para a saúde de tendões e ligamentos.
Pesquisas científicas e estudos de caso comprovam a eficácia de Tendoforte® para a saúde e a longevidade ativa, já que foram notadas melhorias significativas na estabilidade do tornozelo, entorse de tornozelo reduzido e redução da taxa de novas lesões, o que revela a proteção a longo prazo do produto.
O Tendoforte® também apresentou resultados positivos em estudos de caso com atletas como Thomas Röhler, campeão olímpico no lançamento de dardos, Alexandra Wenk, nadadora, e Gavin Schilling, jogador de basquete, que comprovaram que a suplementação com o ativo é eficaz para fortalecimento de tendões e ligamentos. Todas essas pesquisas provam que Tendoforte® tem importante papel para a longevidade ativa de qualquer pessoa.
“A GELITA investe, globalmente e de forma constante, em pesquisas científicas que comprovam benefícios dos peptídeos bioativos de colágeno. Estudamos o colágeno há mais de 30 anos e hoje entendemos que nem todos os colágenos são iguais e temos mais claro o mecanismo de ação de cada produto. E é por essa razão que a GELITA tem um portfólio global de colágenos e de peptídeos bioativos de colágeno com ação específica e comprovada para pele, articulação, ossos, ligamentos e tendões. São os resultados das pesquisas que fortalecem nossas marcas e nos possibilitam investir na estratégia de co-branding com sucesso, mesmo sendo uma indústria B2B. Conseguimos garantir aos nossos parceiros e seus consumidores uma contribuição efetiva com sua saúde e bem-estar”, diz Sandra Lucchetti, gerente de Marketing da GELITA.
“O propósito da Danone Nutricia é transformar vidas através da nutrição. E um dos momentos de maior transformação do organismo na fase adulta se inicia nessa fase a partir dos 40 anos. Por isso, decidimos unir nosso conhecimento com médicos, nutricionistas e parceiros como a GELITA para desenvolver uma solução completa que contribui para quem quer se manter conectado à sua longevidade ativa. O colágeno Tendoforte®, com todo o respaldo científico em sua eficácia na saúde de tendões e ligamentos, vai ao encontro dessa proposta”, explica Fernando Lopes, diretor de Marketing da Danone Nutricia.
O FORTIFIT PRO faz parte do portfólio da FORTIFIT, marca especializada em nutrição da Danone Nutricia. O produto tem como conceito oferecer um suplemento completo para a estrutura física. Além do colágeno específico para os ligamentos e tendões, tem na composição whey protein (para a saúde dos músculos), cálcio e vitamina D (para a saúde dos ossos). O produto pode ser encontrado nos sabores Baunilha e Vitamina de Frutas, nas principais redes de farmácia e supermercado do Brasil, além do Sabor de Viver, e-commerce oficial da Danone Nutricia.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







