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ClapMe, Dromedário e Non Stop lançam The Live Comedy

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A quarentena impulsionou as transmissões ao vivo pela web e as lives se tornaram um fenômeno. Nesse cenário de mudanças nos hábitos de consumo de entretenimento, o ClapMe, a Dromedário e a Non Stop se uniram e criaram a THE LIVE COMEDY, primeira plataforma brasileira de streaming totalmente focada no humor.

THE LIVE COMEDY une a expertise do ClapMe, empresa de comunicação e tecnologia pioneira no desenvolvimento de soluções em vídeo e streaming, com a Dromedário, na criação de formatos e produção de shows humorísticos, e a Non Stop, maior agência de talentos digitais da América Latina, especialista em gerenciamento de carreiras, criação de formatos e produção de conteúdo nas principais plataformas online e offline.

No lançamento, sexta-feira, 07 de agosto, às 20h, a THE LIVE COMEDY apresenta “Coisa de Pai”. O espetáculo reunirá os comediantes Maurício Meirelles e Nil Agra – pais de meninos – e Diogo Portugal e Victor Sarro – pais de meninas – contando suas visões sobre ser pai. Com textos leves e bem humorados, o quarteto vai debater sobre as experiências e desafios de ser pai, além do dia a dia com as crianças em casa, nessa quarentena. É a opção de presente mais inovadora e divertida para o Dia dos Pais. Além de ser mais barato que uma meia ou aquela caneca.

Os ingressos para “Coisa de Pai” custam R$7,90 e já estão à venda. E uma parceria com a Rappi também permitirá que os fãs adquiram ingressos com um preço especial (R$6,90) e assistam o espetáculo pelo botão Rappi Live Events dentro do app.

“A parceria com empresas como a Rappi é fundamental para o crescimento do The Live Comedy. Pois, essencialmente, o modelo de negócios se baseia em ter parceiros para redistribuirem nossos conteúdos”, diz Filipe Callil, CEO do ClapMe.

THE LIVE COMEDY oferecerá um amplo catálogo de shows humorísticos com formatos e temas variados. O público poderá assistir, através de diferentes dispositivos, quando e onde quiser, apresentações dos maiores nomes do humor brasileiro, como Maurício Meirelles, Diogo Portugal, Victor Sarro, entre outros.

“Aprendemos com a pandemia que é preciso nos adaptar aos novos momentos que surgem e a The Live Comedy traz a possibilidade de termos comédia em casa, com segurança, sendo shows diferentes do que veríamos no teatro. É um novo veículo de entretenimento, e eu estou muito animada com tudo o que podemos criar e realizar”, diz Emily Borges, Diretora-Geral da Dromedário.
Para Maurício Meirelles, CEO da Dromedário, “os novos tempos pedem uma nova forma de entretenimento e o digital possibilita a acessibilidade para todos perfis de público e criações exclusivas para os mesmos”.

“O momento que estamos vivendo é extremamente delicado e além de todos os cuidados que precisamos ter com a nossa saúde e dos outros, também temos o desafio de mantermos o setor de entretenimento em movimento e a empregabilidade das milhares de pessoas que vivem dele. A inovação e a criatividade fazem parte do DNA da Non Stop e estamos muito contentes em poder proporcionar conteúdo de humor com qualidade de uma forma segura e dinâmica.” diz Douglas Nascimento, Sócio da Non Stop.

“O The Live Comedy é um novo momento para o ClapMe, pois representa a nossa retomada de investimento em conteúdos originais. Porém, agora, com uma maturidade muito maior e também com um grande respaldo do mercado, tanto os artistas quanto as marcas”, completa Filipe Callil.

Outro importante pilar da plataforma é a experiência do usuário e, além de oferecer cultura e diversão, proporciona a conexão direta entre fãs e artistas.

Na THE LIVE COMEDY o fã pode interagir com o artista em tempo real ou em um bate-papo exclusivo via chat. Ao adquirir as peças disponíveis no catálogo, é possível criar uma lista de recomendados e interagir com amigos e outros usuários curtindo e compartilhando os favoritos. Já o clube de fidelidade permite que os fãs tenham acesso a ofertas exclusivas e experiências únicas. As causas sociais não poderiam ficar de fora e a plataforma permite que sejam feitas doações.

“O ClapMe sempre investiu em lives, porque acreditamos no poder da interação. Agora, o mercado está totalmente desenvolvido para absorver a tecnologia. Por isso, o nosso foco de investimento será em criar soluções para que a experiência do fã seja cada vez mais interativa”, finaliza Callil.

Maurício Meirelles
Publicitário de formação, trabalhou nas maiores agencias de publicidade do Brasil e ganhou diversos prêmios na área como Leão de Ouro em Cannes.

Em 2008 Fez sua estreia no projeto “Comédia em Pé” e logo em seguida, no “Comédia Ao Vivo”. Com o destaque que alcançou, abriu sua própria noite, com o grupo “A Divina Comédia”, que contava com Danilo Gentili.

Na TV, teve passagens por programas importantes como na Rede Bandeirantes de TV de 2011 e 2017 – Programa CQC, Pânico na Band e X-Factor Brasil), canal Multishow (2016 – O Estranho Show de Renatinho e 2020 – Anitta Fora da Caixinha), no canal SporTV, (Programa Zona Mista com Felipe Andreoli) e em 2018 no canal Globo, no programa Video Show.
Atualmente na rádio Jovem Pan, está no ar com seu programa ao vivo, “Stand-Up Pan” ao lado do comediante Renato Albani.

Mauricio se tornou um dos grandes nomes do humor nacional e alcançou o prêmio de melhor show de stand up do Brasil em 2016 e 2017, além do Prêmio de Melhor Texto pelo Prêmio do Humor, em 2020. Em abril de 2020 estreou o seu especial de comédia “Levando o Caos”, na Netflix.

Nil Agra
Nascido em Brasília, Nil começou sua carreira em Pernambuco, cidade onde foi criado. Por lá, se apresentou nas principais casas de shows da Região. Já viajou o país com o seu show solo ou como convidado dos principais grupos de comédia do Brasil.

Nil Agra também já esteve em turnê no Japão levando seu carisma para as comunidades brasileiras que lá residem.

Na TV, já passou pelos mais populares quadros de humor, como o Humor na Caneca do Jô Soares e República do Stand up do Comedy Central. Em 2016 fez parte do elenco principal do programa Estranho Show de Renatinho, no Multishow, ao lado dos também humoristas Tata Werneck, Maurício Meirelles, Murilo Couto e Marco Gonçalves, seus parceiros de banda do qual faz parte como baterista.

Diogo Portugal
Humorista versátil e roteirista, Diogo Portugal é dos precursores do Stand Up no Brasil.

Residindo em SP, Diogo é consagrado e querido em Curitiba, onde é fundador de um doa maiores projetos de Humor do Brasil: o Risorama – uma grande sessão do humor, reunindo artistas de estilos variados em uma espécie de Comedy Club.

Na TV, Diogo integrou o elenco de Zorra Total por uma temporada e participou durante 6 anos do Luciana By Night, na Redetv ao lado de Luciana Gimenez e também apresentou o projeto Fritada, de sua criação, no canal Multishow.

Victor Sarro
Victor Sarro iniciou sua carreira de comediante ao participar de um concurso na internet. Tempos depois foi convidado por Fabio Porchat para entrar no “Comédia em Pé”, o primeiro grupo de comédia stand up do Brasil.

Venceu o concurso “Mais novo talento do humor do Brasil”, no programa Tudo é Possível (TV Record). Na Globo, foi repórter e redator do programa “Encontro com Fátima Bernardes”, redator e elenco do “Esquenta” com Regina Casé, Roteirista e Comediante do Altas Horas, com Serginho Groisman e trabalhou em roteiros do Video Show. Apresentou o programa “Queimando a Roda” e Fritada no Multishow. Também viajou com o RISADARIA ( o maior festival de humor do mundo), e apresentou um programa ao lado da cantora Anitta no Multishow.

Serviço
Coisa de Pai – Show de estreia da plataforma The Live Comedy
Data:
 07 de agosto (sexta-feira)
Horário: 20h
Duração: 60 minutos
Preço: R$7,90 (pelo app ou site) / R$6,90 (pelo app da Rappi)
Classificação etária: 14 anos

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Ubrafe reúne principais lideranças do setor em Mendoza para discutir os próximos 40 anos da indústria de eventos

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A Ubrafe (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios) realiza, entre os dias 25 e 28 de junho de 2026, a quarta edição do CEO Weekend. O encontro exclusivo é voltado aos principais tomadores de decisão do mercado de feiras comerciais, congressos e centros de convenções do Brasil. Desta vez, a iniciativa internacionaliza sua proposta e desembarca em Mendoza, na Argentina, um dos polos mais expressivos para o turismo de negócios e experiências corporativas da América do Sul.

Desenvolvido para funcionar como um ambiente de relacionamento e troca qualificada de alto nível, o evento busca estreitar os laços entre os associados da entidade, promover debates estratégicos sobre os rumos do setor e alinhar agendas conjuntas voltadas ao fortalecimento e desenvolvimento da indústria no cenário nacional.

O ponto alto da programação será a reunião fechada entre os executivos, que colocará em pauta a representatividade institucional do segmento e os desafios de infraestrutura para as próximas décadas. Os líderes usarão o encontro para projetar uma visão de futuro para os próximos 40 anos do setor.

Para embasar as discussões e nortear as tomadas de decisão, as lideranças analisarão dois importantes levantamentos de mercado. O primeiro é o 3º Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos no Brasil, lançado recentemente pelo Sebrae e pela ABEOC Brasil, que teve a participação direta da Ubrafe na coleta de dados. O segundo documento é uma pesquisa inédita encomendada pela entidade à consultoria alemã JWC Consulting, que mapeou as principais venues brasileiras dedicadas à geração de novos negócios.

Na visão da entidade, ações focadas em networking executivo são vitais para a sustentabilidade de uma indústria que atua como motor para diversos setores da economia, gerando milhares de empregos e atraindo inovações globais para o país.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, detalha a proposta do encontro internacional. “O CEO Weekend é uma oportunidade para que os principais executivos do setor possam discutir tendências, compartilhar experiências e construir, de forma colaborativa, soluções para os desafios do mercado. Mais do que um encontro de relacionamento, trata-se de um espaço estratégico para pensar o futuro da nossa indústria.”

Consolidado no calendário oficial da instituição, o CEO Weekend reúne anualmente promotores de feiras, diretores de pavilhões de exposições, fornecedores estratégicos e prestadores de serviços do ecossistema de live marketing de negócios. Em suas edições anteriores, a imersão corporativa já passou por destinos nacionais importantes, como Socorro (SP), Recife (PE), no Hotel Novotel Marina, e Rio de Janeiro (RJ), reforçando seu papel de integração regional.

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Mercado de eventos e live marketing projeta cifras bilionárias com o maior ciclo de investimentos da história do mundial

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A Copa do Mundo de 2026 está engatilhando um dos ciclos de investimentos mais robustos da história do mercado global de experiências e brand experience. Impulsionado pela expansão inédita para 48 seleções e pela projeção da FIFA de arrecadar mais de US$ 10 bilhões em receitas globais, o torneio redefine as réguas do setor. Dados oficiais da entidade máxima do futebol apontam que os patrocínios devem romper a barreira dos US$ 2,8 bilhões, enquanto os direitos de transmissão devem cravar US$ 4,2 bilhões. O impacto macroeconômico global, que abarca gastos diretos com turismo, hospitalidade e ativações de marca, é estimado em impressionantes US$ 80 bilhões. Sob uma ótica complementar, projeções do Bank of America indicam uma injeção de US$ 41 bilhões (cerca de R$ 225 bilhões) na economia global, oxigenando cadeias como hotelaria, alimentação, serviços e eventos.

Para Evandro Monteiro, CEO da Origami Marketing e Eventos, a competição funciona como um supercombustível para o mercado de live marketing, impulsionada por uma combinação rara de fatores psicológicos e comerciais. “Durante a Copa, a atenção do público se concentra como em poucos outros momentos, com audiências massivas e altamente engajadas. Ao mesmo tempo, o componente emocional do futebol encurta a distância entre marcas e consumidores, influenciando diretamente decisões de consumo. Soma-se a isso o comportamento coletivo, com jogos assistidos em grupo, encontros e celebrações, que impulsiona a demanda por eventos, ativações e experiências compartilhadas”, avalia Monteiro.

Na prática do mercado, grandes players mundiais utilizam historicamente o torneio como uma plataforma de relacionamento de longo prazo. No Mundial de 2022, no Catar, a Budweiser transformou adversidades regulatórias em um case de relações públicas e engajamento. Mesmo diante do veto à comercialização de bebidas alcoólicas no perímetro das arenas, a marca redirecionou seus esforços para o desenvolvimento de fan zones urbanas, eventos simultâneos em múltiplos países e estratégias com influenciadores fora dos estádios, expandindo o tempo de tela e gerando milhões de interações digitais.

No cenário nacional, o mercado corporativo responde com o mesmo vigor. A Heineken, por exemplo, vem consolidando sua presença por meio de ativações premium e ações de hospitalidade, conectando transmissões exclusivas em ambientes cenográficos a encontros de negócios de alto padrão. Já o Itaú Unibanco trata o esporte como uma ferramenta de fidelização contínua. Em períodos de torneio, a instituição financeira intensifica ações de relacionamento, eventos proprietários e experiências físicas personalizadas para blindar sua base de clientes e humanizar seus serviços financeiros. “Ciclos como o da Copa do Mundo aceleram a conexão entre marcas e público. Os jogos duram apenas 90 minutos, mas uma experiência bem executada pode gerar impacto por anos. Por isso, é fundamental aproveitar esse momento para investir em estratégias capazes de criar conexões reais, fortalecer relacionamento e gerar resultados concretos para o negócio”, defende o CEO da Origami.

O Brasil reúne o ecossistema ideal para potencializar essa engrenagem econômica, combinando uma alta afinidade cultural com o esporte, a presença massiva de multinacionais e um mercado de prestação de serviços maduro. Prova disso é que o setor de eventos e entretenimento faturou R$ 25,33 bilhões apenas no primeiro bimestre de 2026, de acordo com o Radar Econômico da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos). Durante a Copa, esse fluxo acelera drasticamente do topo da pirâmide aos fornecedores locais. No último Mundial, o setor de bares e restaurantes anotou uma alta de 30% no faturamento logo na primeira semana de jogos, segundo a Abrasel, impulsionado por confraternizações corporativas e exibições públicas. “Também ganham força as experiências exclusivas, especialmente voltadas à fidelização de clientes premium, com ações desenhadas para oferecer diferenciação e proximidade. Essa combinação amplia o impacto das iniciativas e prolonga seus efeitos para além do momento do evento”, complementa Monteiro.

Para os ciclos atuais e futuros, a inteligência analítica assume a posição de camisa 10 nas estratégias das agências. O especialista aponta que a tendência para o mercado de brand experience caminha para um modelo de ativação cirúrgico, pautado por dados, customização e tecnologia de ponta. “A tendência para as próximas Copas do Mundo é de eventos cada vez mais integrados à tecnologia, dados e personalização. O uso de inteligência artificial, plataformas digitais e análise de comportamento permite compreender melhor o público, ajustar experiências em tempo real e direcionar ações mais personalizadas e individualizadas, com maior precisão e potencial de retorno para as marcas”, afirma Monteiro.

Essa transformação reposiciona o papel das feiras, camarotes e ativações, que deixam de ser meras vitrines de logotipo para atuar como plataformas híbridas de geração de negócios. Ao cruzar ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e mecânicas de interação omnichannel, as produtoras conseguem qualificar os leads, estendendo a conversão e a fidelização para as etapas pré e pós-evento presencial. “Se antes os eventos eram planejados principalmente para dar visibilidade às marcas, hoje eles são avaliados com muito mais rigor. Nesse cenário econômico mais desafiador, as empresas buscam garantir retorno concreto sobre o investimento (ROI), integrar os eventos a outros canais, como digital e CRM, e medir com mais precisão os resultados gerados, como engajamento, geração de leads e impacto nos negócios”, conclui o executivo da Origami.

O horizonte para as empresas que investem na emoção do consumidor é promissor e de longo prazo: globalmente, o mercado de marketing experiencial deve movimentar US$ 71,22 bilhões até o ano de 2035, segundo dados compilados pela Business Research Insights, chancelando a força do setor como ferramenta indispensável para a sobrevivência e crescimento das marcas na mente das pessoas.

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