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Chilli Beans reúne Cleo, Pocah e Virgínia para explorar espírito de euforia social

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A Chilli Beans convidou um time de influenciadores a libertar seus mais loucos e intensos desejos em nova campanha. Questionando o que deixa cada um à flor da pele, a cocriarão batizada de ‘EUFORIA’ pretende abordar o espírito de excitação nessa retomada dos encontros presenciais e explora a estética “tiktoker” para entrar na plataforma em grande estilo. Encabeçada pelo trio Cleo, Pocah e Virgínia, os personagens foram colocados em situações surrealistas, que conversam com o ambiente 100% digital.

Os vídeos, fotos e GIFs produzidos em estúdio trazem truques de edição que vão surpreender os seguidores. Foram 2 diárias em estúdio com todo o time, que incluía @Cleo, @Pocah, @Virginia, Loïc Koutana (@Lhommestatue), @Renankeller, @Vitorliberato, @Dorafigueiredo, @Rayneon e @Caiobigodi. Além do TikTok, os seguidores podem acompanhar os desdobramentos no Instagram da marca @chillibeansoficial e também pelo Twitter @chillibeans.

A nova campanha foi desenvolvida pela House Chilli Beans, agência interna da marca, em parceria com a BR Media, que escalou, além das estrelas, um time diverso de influenciadores e personalidades. O criativo Fernando Schlaepfer foi convidado para dirigir as filmagens, trazendo a sua estética peculiar e cores vibrantes para as cenas.

“É a primeira vez que fazemos uma campanha com criação compartilhada e o resultado ficou surpreendente”, diz Zé Caporrino, Diretor de Criação da House Chilli Beans. A produção da campanha ficou por conta do I Hate Flash. “Sentimos uma abertura muito grande com relação a ideias e seleção de casting, o que fez o trabalho fluir de maneira leve”, conta Fernando Schlaepfer, sócio do coletivo de produções audiovisuais. “O resultado combina a essência da Chilli Beans e do I Hate Flash: uma campanha descontraída, bonita, repleta de brincadeiras visuais e com muita personalidade”, completa.

“A gente não via a hora de viver esse momento, pensar a campanha juntos, em colaboração com parceiros e convidados, e depois partir para filmar e fotografar tudo. Realmente estamos numa EUFORIA com esse novo normal. O pessoal da nossa House captou muito bem o sentimento compartilhado para explorar nas peças e filmes, que estão demais!”, frisou Caito Maia, CEO e fundador da Chilli Beans.

FICHA TÉCNICA:

Criação House Chilli Beans

Direção de Criação: Jose Caporrino

Direção de Arte: Taisa Lira

Diretores de Arte: Rafael Antunes e Kauê Andrade

Redação: Matheus Thuler e Juliana Covre

Community Manager: Raphaela Capobiango

Assistente de CM: Elisa Silva

Atendimento: Everton Lelis

Assistente de Atendimento: Iara Pereira

Equipe Chilli Beans

Aprovação Cliente: Caito Maia

Gerente de Marketing: Cauê Sanchez

Coordenadora de Marketing: Caroline Ventura

Assistente de Marketing: Barbara Ramos

Relações Públicas: Caio Pamphilo

Produtora I Hate Flash

Diretor Criativo e Fotógrafo: Fernando Schlaepfer

Assist. Direção e Roteiros: Juliana Santos

Coordenadora e atendimento: Carol Caddeo

Coordenadora de Produção: Jeanne Yépez

Assist. de Produção: Nico Santos

Assist. de Produção: Tailla Jorge
Cinegrafista e Direção de Fotografia: Bruno Rubim

Assist. Vídeo: Janaina Carvalho

Gaffer: Paulo

Assist. Gaffer: Fabio Azul

Eletricista: Janaina Ribeiro

Video Assist: Vitor Barosi

Op. Áudio: Elis Menezes

Figurino: Tamara Salazar

Camareira: Sissa de Oliveira

Beleza: Guilherme Casagrande

Assist. Beleza: Yanke Vasconcelos, Juliana Bomfim, Raquel Pfutzenreuter

Direção de Arte: Bárbara Besouchet

Logger: Eren Castellano

Ajudante Geral: Hedilena Aparecida

Geradorista: Nelson

Bombeira: Amanda

Equipe Virgínia

Stylist: Tomtom

Produção artística: Emmanuelly

Beleza: Priscila

Equipe Cleo

Beleza: Rodrigo

Stylist: João França

Produção Comercial: Dani

Assistente Pessoal: Juliana

Produção Artística: Beatrix

Equipe Pocah

Assessor: Paulo

Empresário: Marco

Assessor pessoal: Ed

Beleza: Andrei Ries e Jonatam Rocha da Costa

Stylist: Bruno Pimentel

Trilha sonora

Produção: Larinhx

Coordenação: Clarissa Ribeiro

Equipe BR Media Influenciadores

Comercial: Raphael Vignola, Paulo Fabricio e Gabriel Gonçalo
Atendimento: Júlia Aguiar, Thaynara Pio, Andressa Munhoz e Giulia Del Grande
Produção: Leandro Valente e Leticia Diaz
Planejamento: Jordana Fonseca e Victória Gomes

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Regrigerante FYS estreia no ‘BBB 26’ e Kerline dispara: ‘não é o Nº1 mas podia ser’

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Ao fim do primeiro paredão do‘Big Brother Brasil 2026’, foi a estreia da linha de refrigerante do Grupo Heineken FYS, como parceira do reality show. Para isso, a marca trouxe a influenciadora Kerline, considerada por muitos a primeira eliminada mais famosa do programa, para estrelar ‘Síndrome de Protagonista’, um filme bem humorado e leve em campanha de mídia na TV aberta, disponível também nas redes sociais da marca.

Na campanha criada pela AlmapBBDO, a ex-BBB aparece com muito bom humor e sinceridade para dizer:” Não é o Nº1, mas podia ser”, fazendo uma comparação e brincadeira com a marca, a partir da sua própria experiência na casa, quando, na edição de 2021, sofreu a rejeição imediata do público logo no início do programa, sendo prematuramente eliminada. Por fim, a influenciadora ressalta a qualidade e portfólio do produto, convidando as pessoas a experimentar e conhecer o portfólio da FYS.

“A estreia da FYS no ‘BBB 26’ representa um movimento bastante estratégico para a marca no mercado. E para marcar esse momento apostamos em uma comunicação marcante, debochada e criativa. E a Kerline foi a escolha ideal para gerar esse impacto”, Isabela Martins, gerente de marketing da marca FYS, do Grupo Heineken.

“A campanha parte de uma verdade simples: de que ser o número um nem sempre é o mais interessante. Ao brincar com esse lugar de um jeito autêntico, FYS se apresenta ao público com personalidade, humor e coragem, exatamente como a Kerline”, comenta Felipe Cury, diretor executivo de criação na AlmapBBDO.

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Tendências do marketing de influência em 2026

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O marketing de influência chega a 2026 consolidado como um dos principais pilares das estratégias de comunicação e vendas das marcas. Impulsionados pelo avanço da inteligência artificial e pela mudança no consumo de conteúdo, os influenciadores deixaram de ser apenas amplificadores de mensagens para se tornarem canais estruturados, com papel relevante na decisão de compra e na construção de marca. Nesse cenário, o crescimento acelerado das plataformas digitais e a perda de centralidade dos meios tradicionais refinem a lógica de atenção do público.

Essa transformação se reflete na estrutura do mercado. No Brasil, mais de 2 milhões de influenciadores já atuam como prestadores de serviço para marcas, segundo dados da Influency.me, e passaram a ser formalmente reconhecidos pela Lei 15.325, que regulamenta o exercício da profissão de multimídia. A normativa representa aproximação dos influenciadores a critérios éticos e comerciais historicamente adotados pela mídia tradicional.

“Influenciadores de médio porte já concentram audiências equivalentes às de canais de TV por assinatura, enquanto grandes criadores chegam a superar emissoras inteiras. As marcas que ainda não tratam esses parceiros com o mesmo nível de planejamento e rigor aplicados à mídia tradicional já começam a perder relevância”, afirma Rodrigo Azevedo, CEO da Influency.me.

Diante desse cenário de consolidação, profissionalização e mudança estrutural no papel dos influenciadores como canais de mídia, Azevedo, CEO da Influency.me, destaca as principais direções que devem orientar o mercado nos próximos meses. Para isso, o executivo elenca seis tendências centrais do marketing de influência em 2026.

Campanhas pontuais perdem espaço
Em vez de apostar em iniciativas pontuais para gerar visibilidade, marcas devem priorizar campanhas mais longas e recorrentes, que ajudam a construir memória de marca ao longo do tempo. Essa presença constante no perfil do influenciador, mesmo com menor volume de publicações, fortalece a familiaridade com a audiência, aumenta a confiança e gera resultados mais consistentes. Além de serem mais bem distribuídos pelos algoritmos das plataformas, esses conteúdos são percebidos pelo público de forma mais natural, integrando a marca ao dia a dia do criador e ampliando as chances de engajamento e conversão.

Autenticidade como resposta à IA
Com a popularização de conteúdos criados por inteligência artificial, o público passou a valorizar ainda mais produções que parecem reais e humanas. Em 2026, vídeos espontâneos, bastidores, erros e opiniões pessoais ganham destaque por transmitirem verdade e proximidade. Dados observados pela Influency.me indicam que esse tipo de conteúdo apresenta melhor desempenho em engajamento e conversão justamente por fugir do excesso de padronização.

Conteúdo nativo por plataforma
Conteúdos genéricos deixam de funcionar porque cada rede social tem sua própria linguagem e forma de consumo. O que engaja no TikTok, por exemplo, não necessariamente funciona no Instagram ou no YouTube. Por isso, o conteúdo precisa ser pensado desde o início para cada plataforma, levando em conta formato, duração e tipo de interação com o público.

Influenciadores como fonte de busca
Cada vez mais, plataformas como TikTok, Instagram e YouTube são usadas como ferramentas de pesquisa, especialmente pelos públicos mais jovens. Isso significa que, antes de comprar um produto ou contratar um serviço, as pessoas buscam vídeos, reviews e recomendações de influenciadores para tirar dúvidas e comparar opções. Com isso, a presença das marcas no conteúdo desses criadores deixa de ser apenas uma ação de divulgação e passa a fazer parte das estratégias de busca e consideração, influenciando diretamente o momento da decisão de compra.

Dados orientando decisões
Em 2026, o marketing de influência passa a ser cada vez mais guiado por dados. Em vez de escolher influenciadores apenas pelo número de seguidores ou pela popularidade, marcas analisam métricas de performance, afinidade com a audiência, recorrência de publicações e histórico de campanhas. Esse olhar mais estratégico permite decisões assertivas, com melhor aproveitamento do investimento e maior chance de gerar engajamento, confiança e conversão.

Profissionalização e disputa por atenção
O impacto dos influenciadores nas decisões de compra já é uma realidade. Pesquisa da Influency.me em parceria com a Opinion Box mostra que 69% dos consumidores brasileiros já compraram produtos indicados por criadores de conteúdo, e 87% ficaram satisfeitos com a experiência. Ao mesmo tempo, a maioria dos influenciadores ainda recebe entre R$ 500,00 e R$ 2 mil por mês, o que revela um mercado cada vez mais concorrido. Nesse contexto, cresce a profissionalização do setor e a disputa pela atenção do público, fazendo com que apenas conteúdos planejados, relevantes e com conexão real com a audiência consigam se destacar.

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