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Chilli Beans lança óculos feitos a partir de resíduos retirados do oceano

A Chilli Beans, maior rede especializada em óculos escuros da América Latina, lança sua primeira linha feita com resíduos retirados do oceano, a Chilli Beans ECO. A novidade estará disponível a partir do dia 13 de outubro e reforça o compromisso da Chilli Beans de investir na tecnologia de forma aliada ao meio-ambiente, contribuindo cada vez mais com o desenvolvimento sustentável e com a neutralização de danos ao planeta. Parte do lucro será destinado à ONG Eco Local Brasil, para apoiar a limpeza de resíduos das praias, educação e manutenção de diversos pontos litorâneos no país. Após o lançamento, novos modelos serão lançados perenemente e farão parte do portfólio da empresa, podendo representar 10% do volume de produtos vendidos em 2022.
Há três anos, Caito Maia, CEO e fundador da Chilli Beans, iniciou o movimento de conscientização ambiental e passou a investir em pesquisas para desenvolver materiais sustentáveis. A coleção ECO levou mais de dois anos para nascer e teve como maior desafio criar produtos resistentes, mas ao mesmo tempo flexíveis. “Nossos designers ficaram anos pesquisando o método ideal para desenvolver a linha ECO. Tudo porque fizemos questão de proporcionar um produto reciclado, com máxima qualidade e estilo, e que superasse todas as expectativas. Todas as peças têm como base de matéria-prima o nylon, vindo das redes de pesca que são jogadas no oceano”, explica Caito.
Apenas no Brasil, 325 mil toneladas de resíduos plásticos são descartadas anualmente nos oceanos, impactando o ecossistema e a vida de milhares de animais marinhos. Diferente das coleções tradicionais, a ECO inova e foge da cartela de cores que geralmente é usada em peças sustentáveis. A proposta foi desenvolver modelos variados, desde um redondo tradicional até um retangular mais modal, trazendo texturas e tonalidades que proporcionam produtos especiais, únicos e estilosos. Além disso, as peças possuem alta durabilidade, já que são tingidas naturalmente e não precisam ser polidas após o processo de injeção.
A Chilli Beans participou ativamente das ações ambientais no litoral brasileiro, e parte da verba arrecadada com a venda da coleção será revertida para a Eco Local Brasil e seus projetos. “Ser sustentável vai muito além do reciclar, são verdadeiras mudanças de hábito. É olhar para o que você consome e saber o que gera resíduos no mundo e pode ser substituído”, afirma Caito. Os produtos da linha ECO estarão disponíveis no site, nas lojas físicas e quiosques em todo o território nacional.
ECO LOCAL BRASIL
A Eco Local Brasil, parceira da Chilli Beans na criação dessa coleção, já está no mercado há quase 20 anos e tem como principal objetivo preservar o meio ambiente e conscientizar a população sobre a poluição nos oceanos. A ONG reaproveita 100% do que é coletado nas ações ambientais, já que o plástico, mesmo boiando, ainda preserva suas propriedades químicas, sendo possível transformá-lo em matéria-prima outra vez. “De 2021 a 2030, a ONU decretou a década dos oceanos, com o objetivo de trazer um olhar mais aprofundado para o problema”, conta Felipe Oliveira, coordenador do Eco Local Brasil.
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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.
A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.
A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.
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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.
Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.
O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.
A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.
A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.
A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.
Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.








